PJI1102 2015-1

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Índice

Dados Importantes

Professores: Jorge Henrique B. Casagrande e Francisco de Assis
Email: casagrande@ifsc.edu.br,
Atendimento paralelo: 3as 16:45 - 17:35h e 5as 17:35h - 18:30h - Jorge e Francisco de Assis (Sala dos professores de TELE - ao lado da reprografia)
Endereço do grupo: https://www.facebook.com/groups/565884376881284/
Link alternativo para Material de Apoio da disciplina: http://www.sj.ifsc.edu.br/~casagrande/PJI2

Avaliações

Resultados das Avaliações

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Aluno A1 A2 A3 REC A1 REC A2 REC A3 AI* CONCEITO FINAL
Gelson 50 65 25 60 50 NP C
Luciano Emidio 67 95 70 NP B
Marcelo 74 92 37 65 NP B
Peterson 52 85 87 80 NP A
Ray 54 65 30 50 60 NP C
Luciano Ramos 63 - - - - - NP D
Maiquel 80 76 47 90 NP A
Gabriel 64 80 33 65 NP C
Andre 34 - - - - - NP D
Alex 67 78 51 75 NP B
Angelo 60 77 35 75 NP B
Danilo 63 78 61 NP B
Sidnei 68 53 20 60 NP C
Henrique 61 29 46 50 75 NP B
Lucas 49 69 63 50 NP C
Erik 60 82 85 NP B
Luciano Marcos 70 63 12 60 NP C
Felipe-Eqp Madara 83 83 40 60 65 NP B
Tamires 70 65 43 50 60 NP C
Guilherme 70 60 49 85 NP B
  • NP = Não publicado aqui.

Recados Importantes


05/02 Uso da Wiki: A partir dessa data,todo o repositório de material de apoio e referências de nossas aulas passam a usar a Wiki de tele. Para interação fora da sala de aula, acessem nosso grupo do facebook.


05/02 ATENÇÃO: Uma avaliação só pode ser recuperada somente se existir justificativa reconhecida pela coordenação. Desse modo, deve-se protocolar a justificativa no prazo de 48 horas, contando da data e horário da avaliação, e aguardar o parecer da coordenação. O não cumprimento desse procedimento implica a impossibilidade de fazer a recuperação, e assim a reprovação na disciplina.

Material de Apoio

Apostilas e Tutoriais
Slides utilizados durante algumas aulas
  • Cabeamento estruturado Visão Geral
  • Padrão identificação pacth panel, MUTO e cabeamento link
Listas de Exercícios


Vídeos Instrucionais
  • Video sobre Cabeamento Estruturado do CPT Parte 1 - Atenção: material disponibilizado somente para ser utilizado como estudo individual - Não usar em sala de aula!
  • Video Apresentando uma Visão Geral sobre a Norma técnica NBR14565:2012 Click aqui
  • Video Abordando o Cabo UTP - Click aqui
  • Video com o Passo a Passo para Montar um Cabo de Rede - Click aqui


Manuais e outros

Diário de aulas PJI2 - 2014-2

05/02 - Componentes de uma Infraestrutura de Telecom

05/02 - Componentes de uma Infraestrutura de Telecom

  • Apresentação da disciplina;
  • Noções de uma rede de telecom como uma infraestrutura de equipamentos;
  • Distinção entre Redes de Acesso e Redes Locais e cabeamento estruturado;
  • Componentes de uma infraestrutura de telecomunicações;
10/02 - Componentes de Cabeamento Estruturado

10/02 - Componentes de Cabeamento Estruturado

  • Conceitos importantes sobre a banda passante dos meios de transmissão metálicos;
  • Componentes Passivos de rede: Aspectos físicos e elétricos;
  • Padrões TIA568A e TIA568B;
  • Elementos do cabeamento estruturado: conhecer os elementos passivos de cabeamento estruturado;
  • Manusear blocos IDC, conectores, cabos, patch panels, MUTOS;
  • Entender as medidas de altura U e largura e altura de racks.


A seguir são Apresentados alguns Componentes Passivos de Cabeamento Estruturado

Patch Panel

A figura a baixo refere-se a um Patch Panel:

PatchPanel.GIF

O Patch panel é um elemento passivo que permite a conexão entre os cabos vindos de equipamentos ativos, cabeamentos primários e cabeamentos secundários. Apresenta portas no formato modular (RJ45) permitindo a conexão de cabos UTPs, STPs e FTPs com conectores modulares e no painel traseiro apresenta contatos do tipo IDC (Caetano, 2011). O cabo que ficará fixo na porta do patch panel é conectado no painel traseiro e o path cord (cordão de manobra), elemento móvel utiliza os conectores modulares RJ45.

Bloco IDC 110

A figura a baixo refere-se a um Bloco IDC 110:

IDC110.JPEG

Possui a mesma função do patch panel, porém não apresenta as portas RJ45. Os cabos dos equipamentos ativos e do cabeamento primário são conectados no corpo do bloco 110 e os cabos secundários nos módulos de conexão colocados sobre o bloco 110, através de instrumento de pressão (Caetano, 2011).

Patch Cord

Veja a Figura abaixo:

PATCHCORD2.JPEG

O patch cord é um cabo que possui em suas extremidades conectores rj-45 macho, nestes conectores são seguidos padrões de montagem que podem ser T568A ou T568B.

Tomada RJ45

Considere a Figura abaixo:

TomadaRJ45.JPEG

As tomadas RJ45 são utilizadas com os cabos UTP, STP e FTP de 4 pares. Esta tomadas apresentam contados do tipo IDC, para fixação do cabo da rede e conector modular RJ45 fêmea para conexão do cabo do equipamento. Existe uma diversidade de espelhos e suportes para tomadas RJ45 (Caetano, 2011).

Conector RJ45

Os conectores RJ45 são utilizados para terminação de cabos UTP. Sua montagem exige a crimpagem do conector através de ferramenta apropriada, garantido um bom contato mecânico com o cabo UTP. A norma TIA/EIA 568, apresenta duas especificações de pino/par para a conexão dos conectores modulares (Caetano, 2011). Veja a Figura abaixo:

RJ45.JPEG

Quando utilizados conectores modulares em cabos STP ou FTP, cabos blindados, os conectores também devem ser blindados.

Cabo Categoria 5e

Veja a Figura abaixo:

CABO5E.PNG

O Cabo categoria 5e possui taxa de transmissão máxima para rede Ethernet de 1000 Mbps e 100MHz de Capacidade de BW em 100m.


Cabo Categoria 6a

Considere a Figura abaixo:

CABO6A.JPEG

O Cabo categoria 6a possui taxa de transmissão máxima para rede Ethernet de 10 Gbps e 500MHz de Capacidade de BW em 100 metros.

12/02 - Preparação para a primeira parte do projeto integrador

12/02 - Preparação para a primeira parte do projeto integrador

  • Visão geral sobre cabeamento estruturado (entrada de facilidades, sala de equipamentos, cabeamento vertical(backbone), cabeamento horizontal, armário ou sala de telecomunicações, área de trabalho) - Visão Geral;
  • Definição de um projeto completo de Cabeamento Estruturado, de um sistema de CFTV e de uma rede externa de operadoras provendo de serviços de telefonia, internet e TV cabo;
  • Definição do cabeamento horizontal a ser instalado para a primeira parte do projeto;
  • Práticas com Tomadas RJ45 da MUTO, Blocos IDC-110 usando os padrões EIA/TIA568A;
  • Organização das equipes e orientação sobre atitudes e o compartilhamento do Laboratório e recursos disponíveis.
19/02 - Parte 1 - Cabeamento Horizontal

19/02 - Parte 1 - Cabeamento Horizontal

Nesta aula aprendemos como montar toda estrutura para o cabeamento Horizontal,muto,ponto de consolidação,bloco IDC,armario de facilidades.

24/02 - Parte 1 - Cabeamento Horizontal Finalização

24/02 - Parte 1 - Cabeamento Horizontal Finalização

  • Retrabalhos da Instalação e cabeamento horizontal;
  • Inclusão dos organizadores de cabos e bandeja;
  • Instalação do Switch e regua de tomadas;
  • Testes e acabamentos finais.
26/02 - Parte 1 - Identificação segundo norma TIA606

26/02 - Parte 1 - Identificação segundo norma TIA606

  • Apresentação do básico da norma TIA606 Visão Básica
  • Identificação provisória dos componentes do cabeamento horizontal;
  • Início da documentação dos espaços, incluindo fotos e relatos por equipes realizada nos links por líder, disponibilizados nesse ambiente. (As equipes foram instruídas em trazer notebooks pra executar essa tarefa.


MODELO DE TABELAS DE DOCUMENTAÇÃO PARA O REGISTRO DAS EQUIPES


EXEMPLO: Localização: Meios de Transmissão - Código M01


TABELA DE MUTOS:

CERTIFICAÇÃO
MUTO CAT TESTE CAT FINAL

TABELA DE CABOS:

Origem Destino INDENTIFICAÇÃO COMPRIMENTO CAT

EXEMPLO:Localização: Sala de Equipamentos Código: SE01

TABELAS DE PATCH PANELS

Certificação
Porta Destino Cabo Teste CAT Final
03/03 - Parte 1 - Cabeamento Horizontal - Finalização Identificação e Apresentação da Entrada de Facilidades

03/03 - Parte 1 - Cabeamento Horizontal - Finalização Identificação e Apresentação da Entrada de Facilidades

  • Retrabalhos e identificação definitiva do cabeamento horizontal;
  • Visita ao laboratório de CAD e RNP para conhecer bons e maus exemplos de implementação e identificação de cabeamento horizontal;
  • Manipulações com blocos Bargoa e práticas com código de cores para cabos telefônicos
05/03 - Parte 1 - Interligação do Armário de Telecomunicações a Entrada de Facilidades

05/03 - Parte 1 - Interligação do Armário de Telecomunicações a Entrada de Facilidades

  • Finalização da prática na manipulação com blocos Bargoa;
  • Esclarecimentos sobre a o papel da entrada de facilidades no cabeamento estruturado;
  • Lançamento de 8 pares de fios do quadro da entrada de facilidades ao patch panel do Armário de telecomunicações;
  • Identificação provisória dos 2 patch cords - Um para dados e outro para telefonia (DATA001 e TEL001);
10/03 - Parte 1 - Equipamentos Ativos de Rede: SWITCHES

10/03 - Parte 1 - Equipamentos Ativos de Rede: SWITCHES.

Abordagem teórica sobre equipamentos ativos de rede: SWITCHES.

RESUMO sobre a abordagem do tema:

  • A tecnologia Ethernet;
  • Equipamentos ativos de rede;
  • Características de Switches;
  • Integração e instalação dos equipamentos de rede ao cabeamento horizontal.

A Ethernet

Veja abaixo o desenho usado por Bob Metcalfe, um dos criadores da Ethernet, para apresentação em uma conferência em 1976.

Ethernet.png

Até hoje esses conceitos se mantiveram na concepção das interfaces de equipamentos ativos conectados por redes locais (LAN), e que portanto são os pontos de convergência nos armários, salas de telecomunicações ou salas de equipamentos de um cabeamento estruturado. Atualmente temos os seguintes elementos em uma rede Ethernet:

  • Estações: equipamentos que se comunicam pela rede. Ex: computadores e roteadores.
  • Interface de rede (NIC): dispositivo embutido em cada estação com a finalidade de prover o acesso à rede. Implementa as camadas PHY e MAC.
  • Meio de transmissão: representado pelos cabos por onde os quadros ethernet são transmitidos. Esses cabos são conectados às interfaces de rede das estações.
  • Switch: equipamento de interconexão usado para interligar as estações. Cada estação é conectada a um switch por meio de um cabo. Um switch usualmente possui múltiplas interfaces de rede (12, 24 ou mais). Uma rede com switches apresenta uma topologia física em estrela.


Lan2-2011-1.png
Uma LAN com switches


Arquitetura IEEE 802

Define um conjunto de normas e tecnologias no escopo das camadas física (PHY) e de enlace. A camada de enlace é dividida em duas subcamadas:

  • LLC (Logical Link Control): o equivalente a um protocolo de enlace de fato, porém na prática de uso restrito (pouco utilizada).
  • MAC (Medium Access Control): um protocolo de acesso ao meio de transmissão, que depende do tipo de meio físico e tecnologia de comunicação. Esse tipo de protocolo é necessário quando o meio de transmissão é compartilhado.


Arq-ieee.png

Protocolo de acesso ao meio (MAC)

Parte da camada de enlace na arquitetura IEEE 802, tem papel fundamental na comunicação entre estações. O MAC é responsável por:

  • Definir um formato de quadro onde deve ser encapsulada uma PDU de um protocolo de camada superior.


Quadro-ethernet.png
Quadro ethernet


  • Endereçar as estações, já que o meio de transmissão é multiponto (ver campos Endereço Destino (destination address) e Endereço de origem (source address) no quadro Ethenet).
  • Acessar o meio para efetuar a transmissão de quadros, resolvendo conflitos de acesso quando necessário. Um conflito de acesso (chamado de colisão) pode ocorrer em alguns casos quando mais de uma estação tenta transmitir ao mesmo tempo.


Csmacd-fluxograma.jpg
Fluxograma para o acesso ao meio com CSMA/CD.


O acesso ao meio com CSMA/CD é probabilístico: uma estação verifica se o meio está está livre antes de iniciar uma transmissão, mas isso não impede que ocorra uma colisão (apenas reduz sua chance). Se acontecer uma colisão, cada estação envolvida usa esperas de duração aleatória para desempate, chamadas de backoff. A ideia é que as estações sorteiem valores de espera diferentes, e assim a que tiver escolhido um valor menor consiga transmitir seu quadro. Veja o fluxograma acima para entender como isso é feito. As colisões e esperas (backoffs) impedem que esse protocolo de acesso ao meio aproveite totalmente a capacidade do meio de transmissão.

No entanto, nas gerações atuais do padrão IEEE 802.3 (Gigabit Ethernet e posteriores) o CSMA/CD não é mais utilizado. Nessas atualizações do padrão, o modo de comunicação é full-duplex (nas versões anteriores, que operavam a 10 e 100 Mbps, há a possibilidade de ser half ou full-duplex). Se as comunicações são full-duplex, então conceitualmente não existem colisões. Isso se deve ao fato de que nessas novas versões cada estação possui uma via exclusiva para transmitir e outra para receber, portanto não existe mais um meio compartilhado.


Interligação de LANs (norma IEEE802.1D)

Questões que formaram os desafios de switching:

  • Como um switch aprende que endereços MAC estão em cada porta ?
  • Como um switch encaminha um quadro cujo destinatário é desconhecido ?
  • Como um switch propaga quadros em broadcast ?

Pra resolver essas questões a norma IEEE802.1D estabeleceu tecnologias na construção de suas arquiteturas internas de hardware e software. A tecnologia store-and-forward é a que se consolidou, equipando todos os switches atuais, dividindo a tarefa de comutação de pacotes na camada 2 em cinco fases bem distintas.

As cinco fases no switching
12/03 - Parte 1 - Equipamentos Ativos de Rede: SWITCHES - Finalização e Exercícios

12/03 - Parte 1 - Equipamentos Ativos de Rede: SWITCHES - Finalização e Exercícios

Segmentação de Rede

Como diferentes setores e públicos utilizam a rede para diferentes propósitos, concluiu-se que é apropriado segmentá-la em algumas subredes. Isso possibilitaria facilitar o controle de quem usa a rede, além do policiamento do tráfego. Um exemplo da rede do campus SJ ilustra essa situação:

A rede do IFSC - Campus SJ foi segmentada inicialmente em cinco novas subredes, denominadas:

Segmento Descrição Subrede IP
Pedagogica Pontos das salas de aula e laboratórios de informática 172.18.32.0/20
Administrativa Pontos de setores administrativos 172.18.16.0/20
DMZ Servidores acessíveis de fora da escola (ex: Wiki, WWW) 200.135.37.64/26
BD Servidores que hospedam bancos de dados (ex: LDAP, MySQL) 172.18.240.0/24
LAN Demais pontos de rede 172.18.0.0/20


A figura abaixo mostra a estrutura proposta para a rede do campus São José, composta pelas cinco novas subredes e as subredes dos laboratórios de Redes 1 e Redes 2. Como se pode observar, o roteador/firewall Cisco ASA 5510 se torna um nó central da rede, pois interliga todas suas subredes (com exceção dos laboratórios de Redes 1 e Redes 2).


Nova-rede-ifsc-sj.png


Existe mais de uma forma de implantar uma estrutura como essa, as quais serão apresentadas nas próximas subseções.

Segmentação física

A segmentação física é uma solução aparentemente simples e direta. Cada subrede deve ser composta de uma estrutura exclusiva, contendo seus switches e cabeamentos. No entanto, para adotar esse tipo de segmentação, algumas modificações precisarão ser feitas na infraestrutura de rede existente. Observe a estrutura física da rede do campus:

Rede-ifsc-sj.png

Questão para estudar: O que seria necessário fazer para implantar uma segmentação física ?

Segmentação com VLANs

Se a reestruturação pudesse ser efetuada com mínimas modificações na estrutura física (incluindo cabeamento), a implantação da nova rede seria mais rápida e menos custosa. Para isso ser possível, seria necessário que a infraestrutura de rede existente tivesse a capacidade de agrupar portas de switches, separando-as em segmentos lógicos. Quer dizer, deveria ser possível criar redes locais virtuais, como mostrado na seguinte figura:

Vlans.png

No exemplo acima, três redes locais virtuais (VLAN) foram implantadas nos switches. Cada rede local virtual é composta por um certo número de computadores, que podem estar conectados a diferentes switches. Assim, uma rede local pode ter uma estrutura lógica diferente da estrutura física (a forma como seus computadores estão fisicamente interligados). Uma facilidade como essa funcionaria, de certa forma, como um patch panel virtual, que seria implementado diretamente nos switches.

Redes locais virtuais são técnicas para implantar duas ou mais redes locais com topologias arbitrárias, usando como base uma infraestrutura de rede local física. Isso é semelhante a máquinas virtuais, em que se criam computadores virtuais sobre um computador real.

Padrão IEEE 802.1q

Os primeiros switches com suporte a VLANs as implementavam de forma legada (i.e. não seguiam um padrão da indústria). Isso impedia que houvesse interoperabilidade entre equipamentos de diferentes fabricantes. Logo a IEEE formou um grupo de trabalho para propor mecanismos padronizados para implantar VLANs, dando origem ao padrão IEEE 802.1q. Os fabricantes de equipamentos de rede o adataram largamente, suplantando outras tecnologias legadas (ex: ISL e VTP da Cisco). Com isso, VLANs IEEE 802.1q podem ser criadas usando switches de fabricantes diferentes.

Atualmente, a implantação de VLANs depende de switches com suporte ao padrão IEEE 802.1q. Assim, verifique quais dos switches do laboratório possuem suporte a VLAN:

Uma VLAN é identificada por um número, chamado VID (VLAN Identifier), sendo que a VLAN com VID 1 é considerada a VLAN default (configuração de fábrica). Em um switch com suporte a VLAN IEEE 802.1q, cada porta possui um (ou mais ...) VID, o que define a que VLAN pertence. Assim, para criar uma VLAN, devem-se modificar os VID das portas de switches que dela farão parte.

Além do VID, a configuração da porta de um switch deve especificar o modo de operação da VLAN:

  • tagged: cada quadro transmitido ou recebido por essa porta deve conter o número da VLAN a que pertence. Esse modo é usado normalmente em portas que interligam switches.
  • untagged: quadros que entram e saem pela porta não possuem informação sobre a VLAN a que pertencem. Usado normalmente para conectar computadores e servidores a switches.

Esses modos tagged e untagged implicam haver uma forma de um quadro Ethernet informar a que VLAN pertence. Isso é usado para restringir a propagação de quadros, fazendo com que sejam recebidos e transmitidos somente por portas de switches que fazem parte de suas VLANs.

O padrão IEEE 802.1q define, entre outras coisas, uma extensão ao quadro MAC para identificar a que VLAN este pertence. Essa extensão, denominada tag (etiqueta) e mostrada na figura abaixo, compõe-se de 4 bytes situados entre os campos de endereço de origem e Type. O identificador de VLAN (VID) ocupa 12 bits, o que possibilita portanto 4096 diferentes VLANs.


Quadro-8021q.png
Quadro ethernet com a TAG IEEE 802.1q


A tag de VLAN, inserida em quadros Ethernet, está diretamente relacionada com os modos tagged e untagged de portas de switches. Portas em modo tagged transmitem e recebem quadros que possuem tag, e portas em modo untagged recebem e transmitem quadros que não possuem tag. Isso foi pensado para tornar a implantação de VLANs transparente para os usuários finais, pois seus computadores não precisarão saber que existem VLANs (i.e. não precisarão interpretar tags). Por isso equipamentos que não interpretam tags são denominados VLAN-unaware (desconhecem VLAN), e equipamentos que recebem e transmitem quadros com tag são referidos como VLAN-aware (conhecem VLAN).


Exemplo: simulador de switch com VLAN:
Esta animação possibilita simular a configuração de VLANs em um switch, e efetuar testes de transmissão. Experimente criar diferentes VLANs e observar o efeito em transmissões unicast e broadcast (clique na figura para acessar o simulador).

Um simulador de VLANs

O problema dos ciclos (caminhos fechados) em uma rede local ethernet

Bibliografia associada:

  • Capítulo 15 do livro "Comunicação de Dados e Redes de Computadores, 3a ed.", de Behrouz Forouzan.

Outros materiais:

Após implantar a nova rede do IF-SC SJ, a equipe da gerência de rede passou a acompanhar seu uso pela comunidade escolar. E um certo dia um aluno acidentalmente pegou um cabo e ligou em duas tomadas de rede em um laboratório (que está na Subrede Pedagógica). Quer dizer, ele fez algo assim com um dos switches da rede:


Curto-lan.png


A interligação acidental de duas portas de um switch cria um ciclo na rede local (loop). Mas isso pode ser feito também de forma intencional, pois em LANs grandes pode ser desejável ter enlaces redundantes, para evitar que a interrupção de um enlace isole parte da rede. A existência de interligações alternativas portanto é algo que pode ocorrer em uma rede local, seja por acidente ou com a finalidade de conferir algum grau de tolerância a falhas na infraestrutura da rede. Um caso em que uma rede possui um ciclo intencionalmente colocado pode ser visto na LAN abaixo:

LAN-anel-stp.png

Apesar de desejável em algumas situações, uma topologia de rede com caminhos fechados, como visto na figura acima, não pode ser instalada sem alguns cuidados. Uma rede como essa ficaria travada devido a um efeito chamado de tempestade de broadcasts (broadcast storm). Isso acontece porque, ao receber um quadro em broadcast, um switch sempre o retransmite por todas as demais portas. Para que a rede acima funcione como esperado, uma ou mais portas de switches precisarão ser desativadas de forma que o caminho fechado seja removido. Ter que fazer isso manualmente tira o sentido de ter tal configuração para tolerância a falhas (e não impede um "acidente" como aquele descrito no início desta secão), por isso foi criado o protocolo STP (Spanning Tree Protocol, definido na norma IEEE 802.1d) para realizar automaticamente essa tarefa.

Padrão IEEE802.1ax (anterior IEEE802.1ad) Agregamento de enlaces

= Agregação de enlace (bonding ou trunking)

O Padrão IEEE802.1ax determina a agregação de enlaces, em que se agrupam interfaces ethernet de forma a parecerem uma única interface. A interface agregada tem prefixo bond, e assim deve ser identificada como bond0, bond1 e assim por diante. A fusão de interfaces mutliplica a capacidade na conexão entre switches de uma rede sem a necessidade de portas específicas de maior velocidade.


O exemplo acima cria a seguinte rede:

Bond.png


Cascateamento versus Empilhamento

Os switches ainda possuem uma facilidade em nível físico chamada empilhamento (ou stack) que tem a função de ampliar as capacidades de portas sem comprometer significativamente a latência de pacotes em trânsito (fase forwarding). O mais eficiente, porém com mais custo, é o empilhamento por backplane onde um cabo proprietário de comprimento não maior que 1 metro, é conectado entre portas de entrada e saída específicas para este fim, geralmente na trazeira do switch, formando um anel dos swicthes empilhados. Os switches empilhados se comportam como um só e a gerência deles é muito mais facilitada com um único endereço IP. Já o cascateamento usando portas comuns ou portas específicas de altas taxas (fibra) chamadas UPLINK, mesmo usando o agregamento de link abordado na seção anterior, resolve a questão do congestionamento de toda a transferência de dados oriundas/destinadas aos ramos descendentes destas portas, mas torna-se difícil a gerência de cada switch e a latência além de reduzir o desempenho da rede pode impedir até o funcionamento de algorítimos como o STP.


Desafio: proponha um exemplo de como poderia ser realizada a distribuição de switches e respectivas configurações na rede física do IFSC usando a segmentação através de VLANs.

Questão para estudo e conclusão: Avaliando todo o conteúdo resumido acima, discuta e conclua com a sua equipe, quais os critérios e tipos de segmentação que deveriam ser usados para planejar a distribuição de switches em um projeto de caeamento horizontal.

  • Exercícios adicionais:
  1. Transforme as redes abaixo segmentadas fisicamente em novas redes usando VLAN;
  2. Os Switches D-Link DES-3526 e Micronet SP 1658B possuem as facilidades de VLAN e STP?
19/03 - Apresentação da Parte 2 - Rede Externa de Telefonia

19/03 - Apresentação da Parte 2 - Rede Externa de Telefonia

A Evolução da implementação do projeto integrador está representada da seguinte forma: O fundo Laranja representa a atividade do dia e com fundo Verde, a parte já implementada.

Parte1 CEc.png


Visão geral da rede de distribuição telefônica, apresentação da Parte 2: Rede Externa de telefonia:


  • Conexões do bloco bargoa da entrada de facilidades até a caixa de derivação externa de poste;
  • Início das conexões da caixa de derivação externa de poste ao cabeamento secundário da rede telefônica até o bloco cook do Distribuidor Geral (DG)


  • Esboço da parte 2 do projeto: Exemplo2.jpg


24/03 - Parte 2 - Instalações até o Distribuidor Geral da Operadora

24/03 - Parte 2 - Instalações até o Distribuidor Geral da Operadora

  • Finalização das conexões internas do bloco cook do Distribuidor Geral (DG) ao cabeamento da comutação e acesso a rede de dados;
  • Conexões ao central de comutação realizada com simulação de um PABX;
  • Testes de serviços telefônicos até as MUTOs
26/03 - Parte 2 - Testes finais e exercícios

26/03 - Parte 2 - Testes finais e exercícios

  • Finalização e testes das conexões com serviço de PABX (serviço de telefonia simulado);
  • Correção de exercícios da LISTA 1 de exercícios da parte 1.
31/03 - Parte 2 - Testes finais e exercícios

31/03 - Parte 2 - Testes finais e exercícios

  • Retralhos e testes das conexões com serviço de PABX (serviço de telefonia simulado);
  • Correção de mais algumas questões da LISTA 1 de exercícios da parte 1.
07/04 - Parte 2 - Cabeamento primário entre operadoras - Avaliação A1

07/04 - Parte 2 - Cabeamento primário entre operadoras - Avaliação A1

  • Foi realizado a preparação da turma para os encontros pedagógicos com a Graciane até as 19:45h.
  • O tempo antes da pausa foi utilizado para explicar a última atividade da parte 2 do projeto: Criação de um ponto de presença da operadora (Rack Central) que será utilizado como ponto de acesso ao serviço de dados e telefonia via tecnologias ADSL, FTTH e WIFI.
  • Início das conexões do cabeamento primário entre operadora (Rack Central ao quadros de cada equipe).
  • Avaliação A1 nas duas últimas aulas.
09/04 - Parte 2 - Conexões ao serviço ADSL da Operadora

09/04 - Parte 2 - Conexões ao serviço ADSL da Operadora

  • Início das conexões do DSLAM e serviço Telefônico da Operadora (serviço de telefonia simulado com PABX);
  • Um ótimo link que resume tudo o que foi abordado em sala de aula sobre a planta externa de telefonia usada para os serviços de acesso via internet ADSL.


14/04 - Parte 2 - Finalização das conexões ao serviço ADSL da Operadora

14/04 - Parte 2 - Finalizações de conexões ao serviço ADSL da Operadora

  • Conexões finais do DSLAM e serviço Telefônico da Operadora (serviço de telefonia simulado com PABX);


16/04 - Parte 2 - Início dos testes de serviços de telefonia e ADSL da Operadora

16/04 - Parte 2 -Início dos testes de serviços de telefonia e ADSL da Operadora

  • Retrabalhos decorrentes das falhas identificadas em todos os segmentos da rede externa e cabeamento estruturado
23/04 - Correção da Avaliação A1 Retrabalhos e Testes Finais da Parte 2

23/04 - Correção da Avaliação A1 e Retrabalhos e Testes Finais da Parte 2

Objetivos da Aula:

  • Correção da Avaliação A1;
  • Testes finais do DSLAM e manobras com MUTOS e serviços telefonia/internet.
28/04 - Retrabalhos e Testes Finais da Parte 2

28/04 - Retrabalhos e Testes Finais da Parte 2

Objetivos da Aula:


  • Retrabalhos finais do DSLAM e manobras com MUTOS e serviços telefonia/internet.
30/04 - Parte 3 - O serviço FTTH ou FTTB

30/04 - O serviço FTTH ou FTTB

  • Mais testes do DSLAM e manobras com MUTOS e serviços telefonia/internet.
  • Apresentação da Parte 3 do projeto - O serviço FTTH ou FTTB;
  • Contato com os principais elementos de uma rede FTTH: tipos de fibra, acessórios, componentes e ferramentas;
  • TAREFA OBRIGATÓRIA - (integra à nota AI): Relatório na WIKI da documentação da Parte 1 e 2, incluindo a explicação e o registro de fotos das principais conexões do rack de ativos da operadora, da rede externa e Cabeamento Estruturado;
  • Correção em sala da Avaliação 1;
  • Sugestão de leitura para a parte 3 do projeto: Apostila Saul seções completas: 3.2, 6.7, 4.6 e 7.6 nessa sequencia!

Complemento de estudo: Componentes para o serviço FTTH =

Fibras Ópticas

Processo de Fabricação de uma Fibra Óptica

Veja os Vídeos:

Fabricação da Fibra
Tipos e Fabricação

Estrutura básica da fibra óptica

A figura abaixo refere-se aos componentes de uma fibra óptica:

EstruturaFibra.png

A fibra é constituída por dois materiais dielétricos com índices de refração diferentes, geralmente vidros e em alguns casos plásticos. O dielétrico central é chamado de núcleo e o externo de casca. O núcleo sempre apresenta índice de refração ligeiramente superior ao da casca. Para obter a diferença entre os índices de refração do núcleo e da casca, são usados materiais dielétricos dopados com semicondutores diferentes ou materiais dielétricos diferentes (vidro-plástico) (Caetano, 2011).

Veja na figura abaixo a estrutura de um cabo de fibra óptica:


CaboFibra.JPEG


Tipos de fibra óptica quanto a propagação de modos =

TiposFibra.png


Tipos de Cabo de fibra óptica

As fibras, mono ou multimodo, são acondicionadas em cabos mono ou multifibras. Existem dois tipos de cabos, loose e tight. A Figura abaixo apresenta a estrutura do cabo loose.


Loose.png


Veja também a estrutura do cabo tight.


Tight.png


A figura abaixo apresenta um comparativo entre fibra óptica monomodo e multimodo, em relação a perda de dados:


ComparativoFibras.JPEG


Veja alguns tipos de conectores de fibra óptica:


ConectoresFibra.JPEG


05/05 - Parte 3 - Manipulação de ferramentas e cabos de fibra óptica, fusão de fibras

05/05 - Parte 3 - Manipulação de ferramentas e cabos de fibra óptica, fusão de fibras

Objetivos da Aula:

  • Decape de cabos tipos loose e tight;
  • Uso correto das ferramentas para retirada de revestimentos das fibras;
  • Código de cores das fibras ópticas;
  • Preparação para emenda de fibras: Clivagem e limpeza com álcool isopropílico;
  • Uso dos equipamentos de fusão de fibras e colocação de sleaves.
07/05 - Parte 3 - Serviço FTTH - Instalação de links de fibra entre a central Tandem e Usuário

07/05 - Parte 3 - Serviço FTTH - Instalação de links de fibra entre a central Tandem e Usuário

Objetivos da Aula:

  • Lançamento dos cabos de fibra da Tandem para as centrais locais;
  • Instalação de DIOs e emendas de fibras.
12/05 - Parte 3 - Serviço FTTH - Instalação de links de fibra entre a central Tandem e Usuário

12/05 - Parte 3 - Serviço FTTH - Instalação de links de fibra entre a central Tandem e Usuário

Objetivos da Aula:

  • Continuidade da instalação dos serviços FTTX;
  • Instalação de DIOs e emendas de fibras.
14/05 - Palestra Técnica: A Planta Externa de Telecomunicações e os Serviços de Telefonia e Internet

14/05 - Palestra Técnica: A Planta Externa de Telecomunicações e os Serviços de Telefonia e Internet

Palestra Técnica: A Planta Externa de Telecomunicações e os Serviços de Telefonia e Internet. Agenda: 14/05/15 - quinta-feira, das 19:30h às 20:40h; Local: Miniauditório do IFSC Campus São josé; Palestrante: Andréia Violante.

A palestra aborda os aspectos da instalação operação e manutenção de linhas telefônicas e da tecnologia ADSL dentro da planta da empresa RM Telecom. Os serviços de acesso de telefonia e internet baseados em redes metálicas representam uma parcela significativa das redes de telecomunicações na última milha. Nessa direção a palestra vai manter um foco mas não se limitar a exposição sobre:

  • Fundamentos
  • Centrais
  • Rede de Acesso - DG – Distribuidor geral, Armários, Caixa terminais
  • Rede Cliente - Equipamentos, ADSL
  • Funcionamento - Protocolos (Dentro da tecnologia ADSL),PPoE, PPoA

Sobre a Palestrante: Andréia Violante é Tecnóloga em Redes de Computadores e atuamente é Instrutora Técnica da RM Telecom desde 2010. Ela é responsável por treinamentos para equipes de operação em campo em Santa Catarina que contemplam desde serviços básicos rede Oi, rede cliente e configurações avançada planta externa RM. Andréia tem experiência na análise e configuração em equipamentos de Comunicação de dados e DSLAM'S (Huawei, Nec, Ericson, Alcatel, Lucent, Siemens) multiplexadores DT e DM (access mux), Roteadores (Cisco, Huawei, 3Com, Parks, Nr2G, Juniper, Alcatel, entre outros router's e modem-router's). Configurações avançadas como implementação de QoS, Voip, SNMP, VRF, roteamentos BGP, OSPF, RIP, entre outras configurações. Experiência nos serviços de Interlan, Frame Relay, Vetores, IP's Corporativo e Turbo, VPN, EILD e SLDD, em ADSL empresarial e residencial da Oi telecom.

emails dos palestrantes: andreia.violante@rminfraestrutura.com.br, ilmar.filho@rminfraestrutura.com.br

19/05 - Parte 3 - Serviço FTTH - Finalização Instalação do serviço FTTx

19/05 - Parte 3 - Serviço FTTH - Instalação de links de fibra entre a central Tandem e Usuário

Objetivos da Aula:

  • Finalização das fusões e acabamentos
21/05 - Exercícios partes 2 e 3

21/05 - Exercícios partes 2 e 3

Objetivos da Aula:

  • Resolução de exercícios da LISTA 2 - partes 2 e 3.
  • Testes finais de conexão com a internet via FTTx.
26/05 - Parte 4 - Início CATV - Exercícios

26/05 - Parte 4 - Início CATV - Exercícios

Objetivos da Aula:

  • Resolução de exercícios da LISTA 2 - partes 2 e 3.
  • Apresentação do conteúdo da parte 4 - Introdução ao CATV
28/05 - Parte 4 - CATV - componentes - Avaliação 2

28/05 - Parte 4 - CATV - componentes - Avaliação 2

Objetivos da Aula:

02/06 - Palestra - Serviço Móvel Pessoal no Brasil e a atuação da ANATEL

02/06 - Palestra - Serviço Móvel Pessoal no Brasil e a atuação da ANATEL

Objetivos da Aula:

  • Serviço Móvel Pessoal no Brasil e a atuação da ANATEL

- Introdução,

- Autorização e Radiofrequências,

- Certificação e Homologação de Produtos,

- Regulamentação e Competição,

- Controle de Obrigações,

- Fiscalização.

  • OBRIGATÓRIO a apresentação de um resumo de 20 à 30 linhas sobre a palestra para os alunos presentes no evento. Para aqueles que não participarem por quaisquer motivos, devem apresentar um trabalho de pelo menos 1500 palavras sobre qualquer tema abordado na palestra.

Entrega: Individual até 11/06 em formato A4 impresso com fonte 12, times e margens 3cm (superior, inferior e laterais).

09/06 - Parte 4 - CFTV - correção Avaliação 2

09/06 - Parte 4 - CFTV - correção Avaliação 2

Objetivos da Aula:

  • Correção da avaliação A2
  • Serviços de CFTV: Aplicações;
  • Serviços de CFTV: Instalação de um circuito centralizado Analógico e digital com DVR.
11/06 - Parte 4 - Apresentação do CFTV - Serviço Analógico

09/06 - Parte 4 - Apresentação do CFTV - Serviço Analógico

Objetivos da Aula:

16/06 - Parte 4 - CFTV - Implementação

16/06 - Parte 4 - CFTV - Implementação

Objetivos da Aula:

  • Uso do cabeamento já existente para instalação de uma câmera analógica por equipe a ser conectada com o DVR;
  • Testes finais e programação básica do DVR.
18/06 - Parte 4 - Projeto Elétrico

18/06 - Parte 4 - Projeto Elétrico

Objetivos da Aula:

  • finalização e testes do CFTV;
  • Importância do dimensionamento de circuitos Elétricos
  • Diferenças entre estabilizador e No-break
  • Início de um projeto hipotético
23/06 - Parte 4 - Projeto Elétrico

23/06 - Parte 4 - Projeto Elétrico

Objetivos da Aula:

  • Continuação de um estudo de caso de projeto Elétrico
25/06 - Parte 4 - Projeto Elétrico - Dimensionamento condutores e proteção

25/06 - Parte 4 - Projeto Elétrico - Dimensionamento condutores e proteção

Objetivos da Aula:

  • Finalização do um estudo de caso de projeto Elétrico
  • Realizado os passos e cálculos correspondentes a 2 dos 8 circuitos previstos no estudo de caso, sendo tarefa o dimensionamento dos demais circuitos.
30/06 - Parte 4 - Desmontagem do Projeto e Avaliação 3

30/06 - Parte 4 - Desmontagem do Projeto e Avaliação 3

Objetivos da Aula:

  • Desmontagem do Projeto e organização geral do ambiente e armários do laboratório de meios de transmissão;
  • Avaliação 3
02/07 - Recuperações A1 à A3

02/07 - Recuperações A1 à A3

  • Recuperações A1 à A3.
  • Gabarito da A3

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