Curso Técnico em Telecomunicações - Projeto Integrador I (PJI1)

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Material de aula da antiga disciplina de Projetos I (atual Projetos II)


Cronogramas da antiga disciplina de Projetos I (atual Projetos II)
Semestre 2015-2
Aula Data Horas Conteúdo Recursos
1 2/10 3 Apresentação da disciplina Laboratório de Redes
2 8/10 3 Conceitos básicos e início do projeto 1 Laboratório de Redes
3 9/10 3 Projeto 1: escolhendo e instalando o centro de midia; sistema operacional; introdução ao Linux Laboratório de Redes
4 15/10 3 Projeto 1: incluindo fontes de midia locais; arquivos e diretórios Laboratório de Redes
5 16/10 3 Projeto 1: transmitiindo a midia através da rede; comunicação de dados Laboratório de Redes
6 22/10 3 Projeto 1: transmitiindo a midia através da rede; comunicação de dados Laboratório de Redes
7 23/10 3 Projeto 1: continuação Laboratório de Redes
8 29/10 3 Projeto 1: continuação Laboratório de Redes
9 5/11 3 Projeto 1: apresentação pelas equipes; história das telecomunicações Laboratório de Redes
10 6/11 3 Projeto 2: implantando uma pequena rede local Laboratório de Redes
11 12/11 3 Projeto 2: instalação do sistema operacional em um computador Laboratório de Redes
12 13/11 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; entendendo como o sistema operacional inicia (boot) Laboratório de Redes
13 19/11 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; linha de comando: arquivos e diretórios Laboratório de Redes
14 20/11 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; linha de comando: arquivos e diretórios; permissões Laboratório de Redes
15 26/11 3 Projeto 2: protegendo recursos no sistema operacional: usuários e grupos; linha de comando: compactadores Laboratório de Redes
16 27/11 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; linha de comando: processos, entrada e saída padrão Laboratório de Redes
17 3/12 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; linha de comando: entrada e saída padrão; instalação de software Laboratório de Redes
18 4/12 3 Projeto 2: configuração do sistema operacional para usar a rede; interfaces de rede e endereços IP Laboratório de Redes
19 10/12 3 Projeto 2: configuração do sistema operacional para usar a rede; rota default e rotas estáticas Laboratório de Redes
20 11/12 3 Projeto 2: revisão dos requisitos para adicionar um computador à rede Laboratório de Redes
21 17/12 3 Projeto 2: configuração automática de rede (dhcp); continuação do projeto Laboratório de Redes
22 18/12 3 Projeto 2: implantação da rede local: switches e ponto de acesso Wifi Laboratório de Redes
23 4/2 3 Projeto 2: implantação da rede local: switches e ponto de acesso Wifi Laboratório de Redes
24 5/2 3 Projeto 2: implantação do acesso a Internet: enlace ADSL Laboratório de Redes
25 11/2 3 Projeto 2: revisão sobre a implantação da rede do projeto; discussão sobre erros comuns de instalação Laboratório de Redes
26 12/2 3 Projeto 2: acesso externo ao computador da rede local com SSH e outros serviços Laboratório de Redes
27 18/2 3 Projeto 2: definição das características finais do projeto pelas equipes Laboratório de Redes
28 25/2 3 Projeto 2: conclusão e apresentação pelas equipes Laboratório de Redes
29 26/2 3 Projeto 3: apresentação; sistemas de telefonia; implantação de sua própria central telefônica Laboratório de Redes
30 3/3 3 Projeto 3: implantação de sua própria central telefônica Laboratório de Redes
31 4/3 3 Projeto 3: loop local e o enlace ADSL Laboratório de Redes
32 10/3 3 Projeto 3: rede telefônica convencional e telefonia IP; VoIP Laboratório de Redes
33 11/3 3 Projeto 3: conclusão e apresentação pelas equipes
TOTAL 120
Semestre 2015-1
Aula Data Horas Conteúdo Recursos
1 4/2 3 Apresentação da disciplina Laboratório de Redes
2 9/2 3 Conceitos básicos e início do projeto 1 Laboratório de Redes
3 11/2 3 Projeto 1: escolhendo e instalando o centro de midia; sistema operacional; introdução ao Linux Laboratório de Redes
4 23/2 3 Projeto 1: incluindo fontes de midia locais; arquivos e diretórios Laboratório de Redes
5 25/2 3 Projeto 1: transmitiindo a midia através da rede; comunicação de dados Laboratório de Redes
6 2/3 3 Projeto 1: transmitiindo a midia através da rede; comunicação de dados Laboratório de Redes
7 4/3 3 Projeto 1: apresentação pelas equipes; história das telecomunicações Laboratório de Redes
8 9/3 3 Projeto 1: continuação Laboratório de Redes
9 11/3 3 Projeto 1: apresentação pelas equipes; história das telecomunicações Laboratório de Redes
10 16/3 3 Projeto 2: implantando uma pequena rede local Laboratório de Redes
11 18/3 3 Projeto 2: instalação do sistema operacional em um computador Laboratório de Redes
12 23/3 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; entendendo como o sistema operacional inicia (boot) Laboratório de Redes
13 25/3 3 Projeto 2: protegendo recursos no sistema operacional: usuários e grupos; linha de comando: compactadores Laboratório de Redes
14 30/3 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; linha de comando: processos, entrada e saída padrão Laboratório de Redes
15 1/4 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; linha de comando: entrada e saída padrão; instalação de software Laboratório de Redes
16 6/4 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; linha de comando: processos, entrada e saída padrão Laboratório de Redes
17 8/4 3 Projeto 2: uso do sistema operacional; linha de comando: entrada e saída padrão; instalação de software Laboratório de Redes
18 13/4 3 Projeto 2: configuração do sistema operacional para usar a rede; interfaces de rede e endereços IP Laboratório de Redes
19 15/4 3 Projeto 2: configuração do sistema operacional para usar a rede; rota default e rotas estáticas Laboratório de Redes
20 22/4 3 Projeto 2: revisão dos requisitos para adicionar um computador à rede Laboratório de Redes
21 27/4 3 Projeto 2: configuração automática de rede (dhcp); continuação do projeto Laboratório de Redes
22 29/4 3 Projeto 2: implantação da rede local: switches e ponto de acesso Wifi Laboratório de Redes
23 4/5 3 Projeto 2: implantação da rede local: switches e ponto de acesso Wifi Laboratório de Redes
24 6/5 3 Projeto 2: implantação do acesso a Internet: enlace ADSL Laboratório de Redes
25 11/5 3 Projeto 2: revisão sobre a implantação da rede do projeto; discussão sobre erros comuns de instalação Laboratório de Redes
26 13/5 3 Projeto 2: acesso externo ao computador da rede local com SSH e outros serviços Laboratório de Redes
27 18/5 3 Projeto 2: definição das características finais do projeto pelas equipes Laboratório de Redes
28 20/5 3 Projeto 2: continuação Laboratório de Redes
29 25/5 3 Projeto 2: continuação Laboratório de Redes
30 27/5 3 Projeto 2: conclusão e apresentação pelas equipes Laboratório de Redes
31 1/6 3 Projeto 3: apresentação; sistemas de telefonia Laboratório de Redes
32 3/6 3 Projeto 3: implantação de sua própria central telefônica Laboratório de Redes
33 8/6 3 Projeto 3: implantação de sua própria central telefônica Laboratório de Redes
34 10/6 3 Projeto 3: rede telefônica convencional e telefonia IP; VoIP Laboratório de Redes
35 15/6 3 Projeto 3: plano de numeração Laboratório de Redes
36 17/6 3 Projeto 3: integração de rede telefônica convencional e VoIP; interfaces FXO e FXS Laboratório de Redes
37 22/6 3 Projeto 3: convergência de telefonia; uso de PBX analógico Laboratório de Redes
38 24/6 3 Projeto 3: loop local e o enlace ADSL Laboratório de Redes
39 29/6 3 Projeto 3: continuação Laboratório de Redes
40 1/7 3 Projeto 3: conclusão e apresentação pelas equipes Laboratório de Redes
TOTAL 120


Objetivos e Cronograma de Atividades Geral
Objetivos e Cronograma de Atividades Geral

Objetivos:

  • Conhecer as normas para instalação do cabeamento estruturado;
  • Conhecer os elementos do cabeamento estruturado.
  • Instalar um cabeamento estruturado;
  • Conhecer o padrão da infraestrutura das redes de distribuição telefônica;
  • Conhecer os elementos da rede de distribuição de telefonia.
  • Instalar redes de distribuição de telefonia.
  • Conhecer a infraestrutura de redes HFC
  • Conhecer elementos da rede HFC.
  • Conhecer o funcionamento básica de um enlace de radiotransmissão (antena X comprimento de onda; antena X ganho; atenuação, direcionamento de antes no espaço livre)
  • Instalar um radio enlace
  • Conhecer a norma brasileira para instalações elétricas.
  • Conhecer a função e os tipos de nobreak
  • Instalar a infraestrutura de energia elétrica de uma rede local.

Atividades:

  • Instalação de cabeamento estruturado;
  • Uso da instalação do cabeamento estruturado para rede de computadores, telefonia, sensores e TV;
  • Instalação de rede externa de telefonia;
  • Uso da rede instalada para operação de uma rede telefônica e acesso xDSL;
  • Realizar conexões e emendas em cabos coaxias e fibras ópticas;
  • Dimensionamento de um circuito de alimentação elétrica para um cabeamento estruturado.
  • Instalação da infraestrutura de energia elétrica de uma rede local.

Atividades em 2 dias por semana / 20 semanas por semestre;

Semana Aula 1 Aula 2
1 Apresentação do Projeto Integrador
Diferenciação de redes local e de acesso
Introdução ao cabeamento estruturado.
Elementos do cabeamento estruturado (conhecer a função e manusear blocos, conectores, cabos ...).
2 Elementos do cabeamento estruturado
visão geral do cabeamento (distribuidores, backbones, cabeamento horizontal, área de trabalho
definição da estrutura a ser instalada.
Instalação do cabeamento estruturado.
3 Instalação do cabeamento estruturado. Instalação do cabeamento estruturado.
4 Verificação da instalação e da identificação (testes e relatório)
Instalação das redes locais (computadores, telefonia, sensores, TV).
Instalação das redes locais: entender o funcionamento de switches ethernet (comutação de quadros de acordo com endereço MAC, aprendizado de endereços MAC, cuidados ao conectar switches - ex: evitar loops)
5 Instalação das redes locais Visão geral da rede de distribuição de telefonia
Elementos do cabeamento estruturado (conhecer a função e manusear blocos, conectores, cabos ...)
6 Instalar uma rede de distribuição telefônica. Instalar uma rede de distribuição telefônica.
7 Verificar a instalação da rede de distribuição telefônica
Operar uma central telefônica e uma rede Xdsl integrando com a rede de cabeamento estruturado.
Operar uma central telefônica e uma rede Xdsl integrando com a rede de cabeamento estruturado.
8 Visão geral da fibra óptica ,
cabos e conectores de fibra óptica
interligação de equipamentos com fibra óptica.
Emendas com fibra e instrumentação óptica.
9 Instalar link com fibra óptica
verificar instalação
operar uma rede de telecomunicações no link de fibra
Redes HFC e redes de distribuição de CATV
conhecer e manipular os elementos da rede HFC.
10 Instalar uma rede residencial de TV a cabo. Visão geral das redes PON (Palestra?)
11 Visão geral da propagação de ondas e ocupação do espectro eletromagnético
Noções básicas e características fundamentais de antenas
Tipos de antenas e suas aplicações.
Aspectos práticos em radiotransmissão: casamento de impedância, cabos e conectores empregados em altas frequências
Realização de conectorização e montagem de um sistema simples de radiotransmissão.
12 Noções de enlaces de rádio
Aspectos de propagação indoor x outdoor
Conexões ponto a ponto e multiponto
Balanço de potência em enlaces de rádio
Alinhamento de antenas
Polarização
Instalação e teste de um enlace de rádio.
13 Implantação de rede local sem-fio: pontos de acesso e integração com rede local cabeada Implantação de rede local sem-fio: sistemas de distribuição (cabeado e sem-fio)
14 Implantação de rede local sem-fio: caracterização de canal sem-fio e impedimentos para a comunicação, uso de antenas direcionais, escolha de canais para pontos de acesso Implantação de rede local sem-fio: posicionamento de pontos de acesso para otimizar cobertura e minimizar interferências
15 Instalação do circuito elétrico para uma estrutura de cabeamento estruturado Nobreak - função, tipos forma de especificação.
16 Especificação de Nobreak.
17 Dimensionamento de circuitos elétricos. Dimensionamento de circuitos elétricos voltados para infraestrutura de redes locais.
18 Projeto de circuito elétrico para uma estrutura de cabeamento estruturado. Projeto de circuito elétrico para uma estrutura de cabeamento estruturado.
19
20 folga para feriados e erros no dimensionamento da carga horária folga para feriados e erros no dimensionamento da carga horária
REGISTRO DAS ATIVIDADES 2020-2

Carga horária, Ementas, Bibliografia

Plano de Ensino

Dados Importantes

Professores: Jorge Henrique B. Casagrande - casagrande@ifsc.edu.br e Eduardo Siridakis - eduardo.siridakis@ifsc.edu.br

Atendimento Paralelo: Em época de Atividades Presenciais: 2as e 4as das 18:30h às 19:00h (Sala de Professores de TELE II ou Laboratório de Meios de Transmissão). Em épocas de ANP, em comum acordo com cada aluno via Google Meet.

Avaliações

Critérios de Avaliação - AJUSTADOS AO PERÍODO PANDÊMICO COM ANP
  1. Os estudantes serão avaliados da seguinte forma:
    -Três Avaliações parciais An onde e n={1,2,3} representam ponderadamente em carga horária de cada parte do plano de ensino, o valor da MÉDIA FINAL, assim determinadas:
    • As Notas Finais das avaliações parciais NF An resultam da média ponderada de duas notas: a) Prova An representando 50% do total sendo uma PROVA ESCRITA (60min) de conteúdos preferencialmente associados as teorias e práticas da disciplina e,
      b) Outros 50% resultado da média das notas atribuídas a aptidão e qualidade das atividades práticas e teóricas através de TODAS as Atividades Extras (AEn) e Avaliações Individuais (AIn) correspondentes.
    - As Avaliações Individuais parciais AIn serão notas atribuídas pelo professor que representam o mérito de assiduidade, participação nas ANP, interações extra sala, cumprimento de atividades extras publicadas via SIGAA, relatórios, listas de exercícios e demais métodos de avaliação pedagógicos.
    - As Provas An e as AEn além de contribuírem no cômputo da NF An" também serão utilizadas para comprovar a participação do estudante em uma ou mais ANP.
  2. Todas as notas de avaliações parciais serão valoradas de 0 à 10,0 em passos de 0,1 pontos e convertidas em conceitos conforme abaixo:
    - Se a nota calculada de qualquer avaliação parcial for < 6,0, é OBRIGATÓRIO realizar a recuperação dos conteúdos da respectiva avaliação parcial.
    - Se MEDIA FINAL E todas as avaliações parciais forem >= 6,0 a recuperação de conteúdos é opcional.
  3. Para a aprovação na disciplina é necessário atingir no mínimo a nota 6,0 na MÉDIA FINAL ponderada em carga horária de todas as avaliações parciais e 75% de participação em sala de aula;
    - Conforme restrições do sistema de registro de notas do SIGAA, a NOTA FINAL sempre tem arredondamento para o valor inteiro mais baixo da unidade (exemplo: Nota 5,9 é considerado NOTA FINAL 5). Arredondamentos para valores inteiros mais altos da NOTA FINAL só serão permitidos mediante tolerância do professor diante da evolução do(a) estudante ao longo do semestre E SEMPRE DEFINIDAS SOMENTE NO ÚLTIMO DIA LETIVO DO SEMESTRE.
  4. As datas de recuperação das avaliações parciais serão realizadas em data específica do plano de ensino e/ou decididas em comum acordo com a turma.
  5. Quaisquer mudanças necessárias dos critérios aqui destacados, serão antecipadamente discutidos e consensuados com a turma.
  6. IMPORTANTE: TODAS AS ATIVIDADES SERÃO LANÇADAS FORMALMENTE PELO SIGAA E TERÃO LIMITES DE TEMPO DE 15 (QUINZE) DIAS PARA A EXECUÇÃO. CASO NÃO EXECUTADAS NO PRAZO PODERÃO INCORRER NO CANCELAMENTO DA MATRÍCULA DO ALUNO NA DISCIPLINA POR MOTIVO DE DESISTÊNCIA.
QUADRO GERAL DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES
ESTUDANTE AE1 AE2 AE3 AE4 AE5 AE6 AI1 Prova A1 REC A1 NF A1 AE7 AE8 AE9 AE10 AE11 AI2 Prova A2 REC A2 NF A2 AE12 AE13 AE14 AE15 AE16 AI3 Prova A3 REC A3 NF A3 MÉDIA FINAL NOTA FINAL Situação
202021804253 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021804268 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
201921707904 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803315 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202011008185 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803306 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803547 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803266 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021804294 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803123 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803211 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803212 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803288 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021804395 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
201911901343 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021804275 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021804312 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803071 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021804326 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021803200 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021804284 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202021807280 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
202011004058 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0 0,0 0 REPROVADO
ATENÇÃO - MÉDIA FINAL = 40% NF A1 + 30% NF A2 + 30% NF A3; NOTA FINAL – SOMENTE NO ÚLTIMO DIA LETIVO DO SEMESTRE
Escala das Notas
=0,0 Atividade NÃO executada <6,0 Prejudicando MÉDIA FINAL >=6,0 Quanto maior, melhor! Principais Notas -> SIGAA
LEGENDA - DESCRIÇÃO E CRONOGRAMA DAS AVALIAÇÕES (Conforme nosso [1])
  • AE1: ANP de 18/11 - Atividade SIGAA: QUESTIONÁRIO - Rede externa de telefonia.
  • AE2:
  • AE3:
  • AE4:
  • AE5:
  • AE6:
  • AE7:
  • AE8:
  • AE9:
  • AE10:
  • AE11:

Recados Importantes


Toda vez que você encontrar a marcação ao lado de alguma atividade, significa que essa atividade estará sendo computada na avaliação como uma AEn. O prazo estabelecido para entrega de 15 (quinze) dias estará destacado na publicação via SIGAAA. Portanto, não perca o prazo limite para entrega. Atividades entregues fora do prazo terão podem implicar em cancelamento de matrícula do aluno por desistência conforme prevê nossa RDP;


Uso da Wiki: Todo o repositório de material de apoio e referências de nossas aulas usam essa página da Wiki;


Whatsapp: Para interação fora da sala de aula, acessem nosso grupo no Whatsapp;


SIGAA: Todas as avaliações e prazos serão divulgados nesse sistema acadêmico. Eventualmente alguns materiais, mídias instrucionais, avaliações ou atividades poderão usar o ambiente da turma virtual do SIGAA. O professor fará o devido destaque para isso;


ATENÇÃO: Especialmente para as atividades PRESENCIAIS, uma avaliação poderá ser recuperada somente se existir justificativa reconhecida pela coordenação. Desse modo, deve-se protocolar a justificativa no prazo de 48 horas, contando da data e horário da avaliação, e aguardar o parecer da coordenação. O não cumprimento desse procedimento implica a impossibilidade de fazer a recuperação.

Material de Apoio

Apostilas e Tutoriais
Slides utilizados durante algumas aulas
Listas de Exercícios
Vídeos Instrucionais
  • Video sobre Cabeamento Estruturado do CPT Parte 1 - Atenção: material disponibilizado somente para ser utilizado como estudo individual - Não usar em sala de aula!
  • Video Apresentando uma Visão Geral sobre a Norma técnica NBR14565:2012 Click aqui
  • Video Abordando o Cabo UTP - Click aqui
  • Video com o Passo a Passo para Montar um Cabo de Rede - Click aqui
Manuais e outros
Bibliografia Básica
1.COELHO, P. E. Projetos de redes locais com cabeamento estruturado. 1a ed. Belo Horizonte: Instituto OnLine, 2003.
2.Forouzan, Behrouz A. Comunicação de dados e redes de computadores; 5ª ed. São Paulo:McGraw-Hill, 2008. 1134p. ISBN 9788586804885
3.MIYOSH, E. M., SANCHES, C. Projetos de sistemas rádio. 2a ed, São Paulo: Érica, 2002.
4.CREDER, H. Instalações elétricas. 15a ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2010.


Bibliografia Complementar
1.CAVALIN G., CERVELIN, S. Instalações elétricas prediais: conforme norma NBR 5410:2004. 20a ed. São Paulo: Érica 2010

Diário de aulas PJI11101 de acordo com o Plano de Ensino SIGAA - 2020-2

LEGENDA DAS CORES NO PLANO DE CADA AULA (clique em "expandir" para ver os OBJETIVOS de cada aula)
A primeira data à esquerda refere-se ao plano de ensino original registrado no SIGAA
Aulas previstas para serem realizadas em ANP (Atividades Não presenciais)
Aulas realizadas em ANP para cumprir o plano de ensino original
Aulas previstas para serem realizadas presencialmente
Aulas não realizadas (ANP ou presencialmente)
Aulas realizadas presencialmente

09/11 - ANP - Acolhimento da Direção

ANP - Acolhimento da Direção
OBJETIVOS DA AULA
  • Recepção dos novos alunos pela Direção


11/11 - ANP - Acolhimento do Setor Pedagógico

ANP - Acolhimento do Setor Pedagógico
OBJETIVOS DA AULA
  • Setor Pedagógico (Leda) repassou todas as informações a cerca do RDP

16/11 - ANP - Parte 1 - Apresentação da disciplina e Visão Geral sobre a Rede de Acesso

ANP - Parte 1 - Apresentação da disciplina e Visão Geral sobre a Rede de Acesso
OBJETIVOS DA AULA
  • Apresentar a disciplina e plano de ensino bem como os critérios de avaliação;
  • Introduzir marcos importantes da história das telecomunicações;
  • Expor os desafios da comunicação à distância: Sinais e Ruídos;
  • Apresentar a visão geral sobre a última milha - a infraestrutura de Telecomunicações.


CONTEÚDO

Apresentação da Disciplina e Noções sobre redes de Acesso

Apresentação do Projeto do Semestre - Do Cabeamento Estruturado ao Projeto Elétrico
  • Definição de um projeto completo de Cabeamento Estruturado, de um sistema de CATV/CFTV e de uma rede externa de operadoras provendo de serviços de telefonia, internet e TV cabo;
  1. Parte 1 Rede Externa e Interna de Telefonia - Última Milha com serviços de telefonia, Serviços de acesso ADSL, Telefonia Privada;
  2. Parte 2 Cabeamento Horizontal;
  3. Parte 3 Wireless, CATV e CFTV;
  4. Parte 4 Tecnologia FTTH;
  5. Parte 5 Projeto Elétrico.

A Última Milha (last mile)

  • Explicações básicas sobre a infra-estrutura de operadoras ou provedores de serviços de telecomunicações: tipos de meios de transmissão, custos de serviços, etc...
  • Noções de uma rede de telecom para atender um serviço de telefonia fixa a partir de um PoP, apresentadas a partir das seguintes situações:
  1. Representação de todos os componentes e conexões envolvidos em um serviço de telefonia fixa usando a rede externa de cabeamento telefônico de uma operadora como por exemplo a OI. Considere o caso de um cliente que deseja um telefone fixo que está situado em uma região urbana, como uma residência individual (casa).
  2. O que muda no diagrama para um outro caso como uma empresa ou instituição(ex.:IFSC)?
  3. O tipo de rede que atende as duas situações acima são chamadas de rede de acesso (rede externa de telefonia) que também é utilizada para dar acesso a outros serviços como internet (ex. ADSL). O que muda na rede de acesso do PoP?

Diferenciando Rede Externa, Rede Interna e Cabeamento Estruturado

  • Usando as respostas ou soluções das questões do item anterior, concluir sobre:
  1. Distinção entre Redes de Acesso, cabeamento estruturado e Redes Locais;
  2. Componentes de uma infraestrutura de telecomunicações envolvidos em cada tipo de rede de acesso (associados com tipos de meios de transmissão diferentes: fibra óptica e rádio enlace);


18/11 - ANP - Parte 1 - AE1 - Rede Externa de Telefonia

ANP - AE1 - Parte 1 - Rede Externa de Telefonia
OBJETIVOS DA AULA
  • Conhecer os principais componentes passivos da Rede Externa de Telefonia
  • Compreender a Rede de Acesso como a Última Milha para serviços de telefonia
  • Diferenciar Cabeamento (rede) Primário e Secundário


Material de Apoio
Exemplo de uma rede de acesso típica de pares de fios

Redeexterna.png

Exemplo de agrupamento de pares em cabeamento telefônico
Exemplo de ficha técnica de fabricante de Cabeamento Telefônico
  • AE1: Atividade Extra SIGAA: Questionário sobre a Parte 1 - Rede Externa de Telefonia - Acesse o SIGAA e realize a tarefa antes da finalização do prazo de 15 dias!!!


23/11 - ANP - Parte 1 - Rede externa de Telefonia e o serviço de acesso à Internet via xDSL

ANP - Parte 1 - Rede externa de Telefonia e o serviço de acesso à Internet via xDSL
OBJETIVOS DA AULA
  • Relacionar a teoria com a prática de rede externa de telefonia através de vídeos
  • Apresentar noções básicas sobre banda passante de telefonia e de um meio de transmissão.
  • Conhecer o básico do serviço ADSL
Material de Apoio

Links de Vídeos sobre a rede de telefonia externa:

  • Entrevista com um casal de cabistas. Mostra os cabistas fazendo emendas em cabo subterrâneo de 2400 assinantes. Comentam sobre o tempo de duração desse trabalho de emendas, dependendo da ferramenta utilizada, falam do agrupamento em 25 pares dos cabos e cruzamento de linhas no caso de uma emenda errada.
  • Esse canal é muito interessante. Tem uma playlist que mostra como fazer as conexões dos pares em armários e vídeos com testes de continuidade e isolamento dos pares secundários, entre armário e CEV, conexão de par em caixa TAR e trajeto de FE, etc.

Possui diversos outros vídeos sobre o assunto.


25/11 - ANP - Parte 1 - AE2 - Rede Interna de Telefonia: Interfonia,Telefonia Privada e Centrais de Alarme

ANP - Parte 1 - Rede Interna de Telefonia: Interfonia, Telefonia Privada e Centrais de Alarme
OBJETIVOS DA AULA
  • Diferenciar rede externa e interna de telefonia
  • Conhecer elementos básicos de Interfonia, Telefonia Privada e Centrais de Alarme
  • Conhecer componentes básicos passivos da rede interna de telefonia
  • Apresentar noções básicas de Centrais Privadas (PABX)
  • Apresentar noções básicas de Sistemas de Interfonia
  • Apresentar noçoes básicas de Sistemas de Alarme
  • Compreender sobre a flexibilidade de uso da rede interna de telefonia com outros sistemas.
MATERIAL DE APOIO

Rede Interna de Telefonia

Corresponde ao conjunto de meios físicos (condutos, caixas, cabos, fios, blocos terminais e outros acessórios) destinados à implantação e utilização dos sistemas de telecomunicação em uma edificação.
Essa edificação pode ser um prédio do provedor de serviços (PoP) ou uma residência, condomínio ou edifício comercial, nestes casos sendo chamada de rede interna do usuário.

As imagens abaixo apresentam elementos da rede de telefonia interna, de forma geral, em uma residência e em um prédio.

Rede Interna residencial

Rede Interna Predial


Como mencionado nas aulas anteriores, o local onde a rede externa e a rede interna se encontram é chamado de ponto de terminação de rede (PTR). Esse ponto se encontra dentro do imóvel do assinante ou no limite da propriedade e pode conter uma caixa terminal que permite a instalação de módulos protetores (ex.: proteção contra descargas atmosféricas).


Alguns elementos/acessórios da rede interna:


- Caixa de distribuição (CD): Caixas/Quadros fixados na parede, embutidos ou não, de dimensões variáveis, de acordo com a quantidade de cabos recebidos. Podem ser do tipo distribuidor geral (DG), recebendo diretamente cabos da rede externa correspondentes ao conjunto de assinantes em um prédio ou mesmo de um conjunto de edificações, ou também do tipo caixa de distribuição secundária (CDS), para entrada de cabos que saem de um DG e saída de cabos para as tomadas telefônicas.

Caixa de Distribuição da Rede Telefônica


Caixa de Distribuição da Rede Telefônica 2


- Blocos BLI, BLP e IDC: São blocos de terminação de cabos, instalados dentro de um DG ou CDS. Os blocos BLI (Bloco de Ligação Interna) e BLP possuem pinos no qual os pares condutores devem ser enrolados. Isso é feito com o auxílio de uma ferramenta apropriada, chamada chave enroladeira. O bloco BLP é um bloco BLI com soquetes adicionais para conexão de módulos de proteção. Os blocos IDC (Insulation-Displacement Contact) são mais utilizados atualmente pois sua forma de conexão minimiza a possibilidade de oxidação dos condutores. No IDC, há uma ranhura em formada por duas lâminas em forma de V que corta o material isolante do fio e estabelece o contato com o condutor, não sendo necessário decapar o fio previamente. Para uma maior confiabilidade na conexão, utiliza-se um alicate de inserção (também chamado punch down).


Vídeo 1

Vídeo 2

Bloco BLI
Bloco BLP
Bloco IDC
Ferramenta2.jpg
Ferramenta1.jpg
Ferramenta3.jpg
Ferramenta4.jpg


Cabos Internos Telefonicos (CI)


CaboCI1.jpg

CaboCI2.jpg


- Tomadas de telecomunicações (TO): São compostas por conectores modulares de oito posições, popularmente conhecidos como “jack RJ-45”. São fixadas em caixas embutidas ou de superfície, ou em mobiliário. As tomadas são os pontos terminais da rede interna, nas quais são conectados os aparelhos do usuário (ex.: aparelho telefônico).

Tomada de Telecomunicações

Telefonia Privada

Através de um equipamento chamado PABX (Private Automatic Branch eXchange) ou CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica), pode-se estabelecer um sistema privado de telefonia interna em ambientes como hospitais, empresas, escolas, etc.

Uma PABX possui terminais para aparelhos telefônicos internos, que são chamados de ramais. A comutação entre esses ramais é feita pela PABX, de forma semelhante ao que ocorre na centrais de telefonia pública, em uma ligação entre dois assinantes.

Uma vez que é o equipamento interno que realiza essa função, as ligações entre ramais (chamadas de ligações internas) não precisam passar pela rede pública e, portanto, não são tarifadas. Além disso, este equipamento pode disponibilizar uma série de serviços adicionais aos usuários, como atendimento automático, chamadas em espera, correio de voz, etc.


Uma central privada também possui terminais que permitem sua conexão com a rede pública. A essas linhas que a conectam com a rede externa, dá-se o nome de linhas tronco.

As linhas tronco são compartilhadas entre os ramais e determinam a quantidade máxima de chamadas externas que podem ocorrer simultaneamente nesse sistema (da mesma forma que as linhas tronco entre centrais públicas são compartilhadas entre os assinantes).Em geral, o número de ramais internos é superior ao número de linhas tronco.

A quantidade máxima de chamadas internas simultâneas é determinada pelo número de enlaces internos da PABX.


PABX

Esquema Interno


A conexão da PABX com a rede pública pode ser feita através de linhas analógicas ou digitais.

Em conexões analógicas, a PABX é "invisível" à central pública. Como só há troca de sinais analógicos (tensão/corrente elétrica representando voz) entre elas, a central pública não tem conhecimento da quantidade de ramais conectados à PABX. Tudo que ela identifica são as linhas tronco, como se cada uma delas fosse um aparelho telefônico comum.

No caso de conexões digitais, a central privada pode trocar informações adicionais de sinalização com a central pública, de forma que ela a reconheça como uma central, o que permite a inclusão de serviços adicionais, como o acesso direto aos ramais (DDR - Discagem Direta a Ramal). Além disso, através de uma interface chamada de E1, pode-se transmitir um conjunto de 30 canais de voz digitalizados.

Interfonia

O sistema de interfone tem como função estabelecer uma comunicação entre a parte interna e externa de um imóvel, como uma residência, por exemplo, e, no caso de edifícios/condomínios, permitir essa comunicação a cada apartamento. Os sistemas de interfone também podem possuir conexões com travas eletrônicas, permitindo ao usuário controlar o acesso ao imóvel (abertura de portas) remotamente.


Alguns tipos de interfone:


- Interfone individual: Também chamado de porteiro eletrônico, realiza a função de portaria eletronicamente e é indicado para ambientes residenciais e/ou pequenos escritórios. Usualmente consiste em um equipamento simples com um único botão, utilizado para chamar o monofone do lado interno. Essa conexão do equipamento externo também pode ser feita diretamente a um aparelho de telefone, permitindo que se realize/atendas chamadas telefônicas e chamadas do interfone no mesmo equipamento.

Equipamentos mais sofisticados podem ser encontrados, como o interfone com câmera (vídeo porteiro).


Interfone Idividual


- Interfone coletivo: Também chamado porteiro coletivo, são sistemas mais amplos que oferecem uma quantidade maior de serviços, utilizados em condomínios residenciais e comerciais. Nesse tipo de sistema, faz-se necessária a utilização de um equipamento chamado central de portaria, que atua de forma semelhante a um PABX, no que diz respeito às ligações internas entre os ramais dos apartamentos e o provimento de serviços como transferência de chamadas, conferências, etc. O equipamento externo possui uma matriz de botões, cada um deles destinado a chamar um ramal/apartamento específico, ou, mais comumente, um teclado numérico no qual o número do apartamento pode ser digitado, além de possuir teclas adicionais (ex.: chamar portaria).


Interfone Coletivo


Centrais de Alarme

  • AE2: Atividade Extra SIGAA: Questionário sobre a Parte 1 - Rede Externa e Interna de Telefonia - Acesse o SIGAA e realize a tarefa antes da finalização do prazo de 15 dias!!!


30/11 - ANP - Parte 1 - Demonstrações do uso da rede externa e interna de telefonia

ANP - Parte 1 - Demonstrações do uso da rede externa e interna de telefonia


OBJETIVOS DA AULA
  • Avaliar uso das redes interna e externa da telefonia em diversos serviços
  • Revisar e discutir a rede de acesso
  • Conhecer as principais ferramentas no trabalho com a rede externa e interna de telefonia.


Material de Apoio





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