MTG-EngTel (página)

De MediaWiki do Campus São José
Ir para: navegação, pesquisa

MURAL DE AVISOS DE TELECOMUNICAÇÕES


Índice

Carga horária, Ementas, Bibliografia, Professores

Cronograma de atividades (MTG-EngTel)

Plano de Ensino

Professores da Unidade Curricular


Dados Importantes

Professor: Jorge Henrique B. Casagrande
Email: casagrande@ifsc.edu.br
Atendimento paralelo: 2as e 5as das 17:35h às 18:30h (Sala de Professores de TELE II ou Laboratório de Meios de Transmissão)
Link alternativo para Material de Apoio da disciplina: http://www.sj.ifsc.edu.br/~casagrande/MTG

Resultados das Avaliações

Critérios
Os alunos serão avaliados da seguinte forma:
- 3 Avaliações parciais A1, A2 e A3. Cada avaliação parcial contará com uma PROVA ESCRITA de 2HA de conteúdos preferencialmente associados as teorias e práticas da disciplina os quais representam 60% da nota; Os outros 40% de cada avaliação parcial é relativa a média das notas atribuídas a aptidão e qualidade das atividades práticas e teóricas correspondentes, atividades extras e avaliação individual.
- Avaliação Individual (AI1, AI2 e AI3) é uma nota atribuída pelo professor que representa o mérito de assiduidade, participação em sala, cumprimento de tarefas adicionais como relatórios e listas de exercícios.
- Todas as notas parciais serão valoradas de 0 à 10,0 em passos de 0,1 pontos e convertidas em conceitos conforme abaixo:
  • Se NOTA FINAL (NF) OU PROVA ESCRITA da avaliação parcial < 6,0 é OBRIGATÓRIO realizar a recuperação dos conteúdos da respectiva avaliação parcial
  • Se NOTA FINAL E PROVA ESCRITA da avaliação parcial >= 6,0 a recuperação de conteúdos é opcional
- Para a aprovação na disciplina é necessário atingir no mínimo a nota 6,0 na MÉDIA final ponderada em carga horária de todas as avaliações parciais e 75% de participação em sala de aula;
- Conforme restrições do sistema de registro de notas do SIGAA, a NOTA FINAL sempre tem arredondamento para o valor inteiro mais baixo da unidade (exemplo: Nota 5,9 é considerado NOTA FINAL 5). Arredondamentos para valores inteiros mais altos da NOTA FINAL só serão permitidos mediante tolerância do professor diante da evolução do discente ao longo do semestre.
- As datas de recuperação das avaliações parciais serão decididas em comum acordo com a turma.
DISCENTE AE1 AE2 AI1 A1 REC A1 NF A1 AE3 AI2 A2 REC A2 NF A2 AI3 A3 REC A3 NF A3 MÉDIA NOTA FINAL Situação
Alisson 9 7 9 3,5 7 7,5 10 10 6,6 7 8,2 9 9 0 9,0 8,2 8 APROVADO
Guilherme 9 7 9 4,8 7 7,5 10 10 6,5 8 8,8 9 9 0 9,0 8,3 8 APROVADO
Rafael 9 8 9 5,4 3,5 6,7 10 10 5,3 7,8 8,7 9 9 0 9,0 8,0 8 APROVADO
Victor 9 7 9 3,7 4,5 6,0 7 10 2,8 6,2 7,1 9 9 0 9,0 7,2 8 APROVADO
Yan 9 8 9 8 8,3 10 10 7,8 0 8,7 9 9 0 9,0 8,6 9 APROVADO
ATENÇÃO - MÉDIA PONDERADA = 40% NF A1 + 30% NF A2 + 30% NF A3
  • AE1 = Parâmetros distribuídos de cabos comerciais - 29/08
  • AE2 = Simulação MATLAB Magnitude versus tamanho da LT - 12/09
  • AE3 = Casamento de Impedâncias com Cartas de Smith - 24/10
  • AI1, AI2, AI3: Avaliação Individual de cada avaliação parcial.

Recados Importantes


Toda vez que você encontrar a marcação ao lado de alguma atividade, significa que essa atividade estará sendo computada na avaliação como AIn de An. O prazo estabelecido para entrega estará destacado ao lado da atividade. Portanto, não perca o prazo limite para entrega. Atividades entregues fora do prazo terão seu valor máximo de nota debitado de 10 pontos ao dia;


Uso da Wiki: Todo o repositório de material de apoio e referências de nossas aulas passam a usar a Wiki de tele;


Whatsapp: Para interação fora da sala de aula, acessem nosso grupo no Whatsapp;


SIGAA: Eventualmente alguns materiais, mídias instrucionais, avaliações ou atividades poderão usar o ambiente da turma virtual do SIGAA. O professor fará o devido destaque para isso;


ATENÇÃO: Uma avaliação poderá ser recuperada somente se existir justificativa reconhecida pela coordenação. Desse modo, deve-se protocolar a justificativa no prazo de 48 horas, contando da data e horário da avaliação, e aguardar o parecer da coordenação. O não cumprimento desse procedimento implica a impossibilidade de fazer a recuperação.

Material de Apoio

Tabela de leitura básica e de atividades correlatas das Bibliografias recomendadas.
Referência Tópicos Observações
Livro texto Wentworth Capítulos 1, 2, 7 completos Fasores, meios metálicos, guias de onda
Livro texto Wentworth Seções 10.1, 10.2 Microfita e Casamento por elementos concentrados
Atividades extra sala de aula
  • LISTA1 de exercícios para a avaliação A1
  • LISTA2 de exercícios para a avaliação A2
  • LISTA3 de exercícios para a avaliação A3
Slides utilizados durante algumas aulas


Manuais e outros


Bibliografia Básica

  • WENTWORTH, Stuart M. Eletromagnetismo aplicado : abordagem antecipada das linhas de transmissão; ed. [S.l]: Bookman, 2009.
  • DUTTA WDM TECHNOLOGIES - OPTICAL NETWORKS; ed. [S.l]:ELSEVIER, 2004;
  • RAMASWAMI, R.; SIVARAJAN, K. Optical Networks: A Practical Perspective; 3ª ed. [S.l]:Morgan Kaufmann, 2009;

Bibliografia Complementar

  • KRAMER, Glen Ethernet passive optical networks; ed. New York:McGraw-Hill,, 2005;
  • AMAZONAS, José R.A Projeto de sistemas de comunicações ópticas; 1ª ed. [S.l]:Manole, 2005;
  • COELHO, Paulo Eustáquio Projetos de redes locais com cabeamento estruturado; ed. Belo Horizonte: Instituto Online, 2003;
  • MAGNUSSON, Philip C. Transmission lines and wave propagation; 4ª ed. [S.l]:Boca Raton, FL : CRC Press, 2001;
  • HECHT, Jeff. Understanding Fiber Optics; 5ª ed. [S.l]:Prentice Hall, 2005.


Para pesquisar o acervo das bibliotecas do IFSC:

Softwares e Links úteis

Diário de aulas MTG29007 - 2019-2 - Prof. Jorge H. B. Casagrande

30/07 - Os Meios de transmissão e suas limitações

30/07 - Os Meios de transmissão e suas limitações

  • Apresentação da disciplina e plano de ensino;
  • Relembrando os principais meios de transmissão.

Tipos de meios utilizados em telecomunicações

Par trançado: Utilizado na rede de distribuição telefônica, principalmente do armário de distribuição até o assinante. Também é utilizado no cabeamento estruturado. Em geral esta acondicionado em cabos com vários pares, os quais são identificados por um código de cores.

detalhes de fabricante

Cabo telefonico.jpg fonte


Cabo coaxial: Empregado nas redes de distribuição de CATV e CFTV, na interligação entre equipamentos de telecomunicações e nas ligações entre transmissores e antenas. É formado por um condutor central, dielétrico, malha externa e capa protetora.
Cabo coaxial.jpg fonte


Fibra óptica: Está no coração de todas as redes de telecomunicações (Voz, Imagem e Dados).É utilizada em redes de transmissão e distribuição telefônicas, em redes de CATV e no cabeamento estruturado. É composta por um núcleo e uma casca, dois vidros com índices de refração diferentes. A tendência é que substitua o par trançado e o cabo coaxial. No cabeamento estruturado sua maior restrição de uso é o custo dos equipamentos de ponta (placas de rede e portas ópticas de equipamentos).
Optical Fiber.jpg [fonte]


Ar (wireless): empregado nas comunicações sem fio.
Radiotransmissao.jpg fonte
...e a novidade
Guia de onda: Utilizado na faixa de microondas, em frequências próximas ou superiores a 2 GHz. Nessa faixa de frequência apresenta menor atenuação do que os cabos coaxiais equivalentes. Utilizado para interligar os estágios amplificadores de potência em sistemas de radiodifusão e para ligar esses amplificadores aos seus respectivos sistemas de antenas.
Guia de onda.jpg fonte


Independente do meio os cabos que os encapsulam podem diferir em função do ambiente onde serão instalados. Existem cabos para ambientes internos, para instalação aérea, subterrânea ou diretamente enterrada.


Código de cores
Para identificação dos pares trançados dentro dos cabos multipares existe um código de cores padronizado como por exemplo, do fabricante Furukawa Arquivo:ET923.pdf.
Além do código de cores os cabos de pares trançados são fabricados através do agrupamento de grupos de 25 ou supergrupos de 50 ou 100 pares .
Os cabos de fibra óptica também utilizam um código de cores.
FiberCableCodes2.jpg [1]

Parâmetros concentrados x Parâmetros distribuídos

No estudo de análise de circuitos é comum tratar os condutores que interligam fontes, resistores, indutores e capacitores como ideais. Estes condurores não apresentam resistência ou outras propriedades elétricas, são condutores perfeitos.

Este tipo de abordagem é possível devido a boa qualidade dos condutores utilizados nos circuitos elétricos. A resistência desses condutores é muito baixa podendo ser desprezada na maioria dos casos.

Além da boa qualidade dos condutores, é possível desprezar seus efeitos elétricos quando estamos trabalhando em baixas frequências e/ou com comprimentos de onda que se propaga no meio muito maiores do que o comprimento dos condutores.

Os condutores que interligam uma fonte a uma impedância não são tratados como ideais quando tem comprimentos da mesma ordem de grandeza ou maiores do que o comprimento de onda gerado pela fonte. Nesses casos os efeitos resistivos, capacitivos e indutivos dos condutores influenciam no comportamento das tensões e das correntes do circuito elétrico.


Parâmetros Concentrados: Quando tratamos os condutores que interligam componentes como ideais, trabalhamos com a abordagem de parâmetros concentrados, isto é, consideramos que os efeitos resistivos, capacitivos e indutivos resultam apenas dos componentes que inserimos no circuito.


Parâmetros Distribuídos: Quando o comprimento de onda que se propaga num circuito apresenta a mesma ordem de grandeza ou é muito menor do que o tamanho dos condutores que interligam os componentes, temos que considerar os efeitos das propriedades elétricas desses condutores. Nesse caso, utilizamos uma abordagem de parâmetros distribuídos.


Tensão, corrente e onda eletromagnética: Um condutor percorrido por corrente elétrica gera ao seu redor um campo magnético. Se a corrente variar no tempo, o campo magnético também sofrerá variações, produzindo uma perturbação magnética que se propaga na forma de uma onda eletromagnética. De formar semelhante um par de condutores submetidos a uma tensão elétrica geram no espaço um campo elétrico. Se a tensão variar o campo elétrico irá gera uma perturbação eletromagnética. Essa breve descrição da relação entre tensão, corrente e onda eletromagnética, já fornece elementos para admitirmos que a propagação da energia elétrica por circuitos pode ser analisada considerando suas tensões e correntes ou a onda eletromagnética que o percorre.


Parâmetros de uma onda sinusoidal: Onda é a propagação de uma perturbação através do espaço ou de um meio sem que acha a propagação da matéria. Apenas a energia da perturbação é propagada. São parâmetros de uma onda periódica sinusoidal:


1. Frequência (f): quantidade de vezes que a onda se repete em um segundo (Hz)
2. Período (T): intervalo de tempo entre o fim e o início de um ciclo da onda. É o inverso da frequência (s)
3. Amplitude máxima: valor máximo que a perturbação atinge durante um ciclo. Sua unidade depende da natureza da onda. (tensão - V, corrente - A, campo elétrico - N/C, campo Magnético - T ...)
4. Velocidade de propagação (Vp): a velocidade da onda eletromagnética é a velocidade da luz. No vácuo é aproximadamente m/s
5. Comprimento de onda (): comprimento de um ciclo completo da onda (m)
Relação entre Vp, e f:
Parametros onda lambda.png Parametros onda periodo.png


Relação entre e o tamanho dos "condutores" que interligam os componentes

As duas comparações que seguem procuram mostrar a diferença do fenômeno físico entre para o circuito abaixo, percorrido por uma onda com λ muito maior do que o seu tamanho físico e um circuito percorrido por uma onda com λ igual ou inferior ao seu tamanho físico.

Circuito 1.gif

<-----------------------------------------------------------------0,30 m -------------------------------------------------------------->


  • Circuito com λ muito maior do que o seu tamanho físico.

Neste circuito a fonte gera uma onda com f=60 Hz, para simplificação dos cálculos vamos considerar que a velocidade da onda eletromagnética no condutor é igual a 3x108, portanto:

Como o circuito tem apenas 0,30 m a variação da tensão entre o ponto onde esta a fonte e o ponto onde esta o resistor é menor que 3x10-6. Comparando esse valor com a tensão da fonte percebe-se que o mesmo é desprezível. Quanto a fase, temos que:

.


Para 0,30 m , novamente desprezível.

Considerando a diferença da tensão e da fase entre a fonte e o resistor, podemos considerar que as mesmas são iguais e o condutor como ideal.


Seno60.png


  • Circuito com λ muito menor do que o seu tamanho físico.

Para o segundo circuito abaixo, a fonte gera uma onda com , portanto:


Circuito 2.gif

<------------------------------------------------------------0,30 m --------------------------------------------------------------->


Como o circuito tem 0,30 m entre a fonte e o resistor cabem 3 comprimentos de onda completos. Se acompanharmos o valor da tensão ao longo do condutor vemos que o mesmo altera várias vezes entre o valor máximo e o mínimo. Não podemos desconsiderar essa variação, temos que analisar o que ocorre em cada parte do condutor também.

Se o nosso circuito tivesse 0,35m o valor da tensão no resistor seria de 10V enquanto na fonte o valor seria de 0 V !!!!

Em relação a fase temos que . Para 0,30 m .Essa defasagem não pode ser desconsiderada.


Nesta situação trabalhamos com a abordagem de parâmetros distribuídos.


Seno 3giga.png


22/08 - Parâmetros Distribuídos - Parâmetros Primários da Linha de transmissão

22/08 - Parâmetros Distribuídos - Parâmetros Primários da Linha de transmissão

Parâmetros Distribuídos considerando Sinais de frequências elevadas

  • R' - Resistência por comprimento de Linha;
  • G' - Condutância por comprimento de Linha;
  • C' - Capacitância por comprimento de Linha;
  • L' - Indutância por comprimento de Linha;


  • Par Trançado e cabo Coaxial.
27/08 - Fasores e Parâmetros Distribuídos - Parâmetros Secundários da Linha de Transmissão

27/08 - Fasores e Parâmetros Distribuídos - Parâmetros Secundários da Linha de Transmissão


29/08 - Parâmetros Distribuídos - Impedância Característica das Linhas de Transmissão

29/08 - Parâmetros Distribuídos - Impedância Característica das Linhas de Transmissão

  • Equações Telegráficas das Linhas de Transmissão;
  • Parâmetros secundários das Linhas de Transmissão;
  • Impedância característica;
  • Exercício.

Atividade Extra: Entrega INDIVIDUAL até 03/09/2019, manuscrito ou impresso.

Pesquise e selecione na internet fabricante de boa procedência de um dos tipos de cabo: par trançado (UTP, STP, ou para redes telefônicas) ou coaxial (linha RG). Procure encontrar os detalhes construtivos informados pela folha de dados do fabricante como medidas e características elétricas dos condutores e isolantes de tal modo que você consiga determinar com precisão, os valores dos parâmetros distribuídos primários do cabo (R', C', L' e G') para uma operação com ondas viajantes de 1GHz. De posse desses valores determine também os valores esperados dos parâmetros secundários do mesmo meio (). Detalhe as informações, ilustrações e cálculos de todos os parâmetros calculados para futuro uso em ensaios de laboratório.

Links sugestão de alguns cabos: Times Microwave Furukawa Nexans


03/09 - Linhas de Transmissão sem Perdas

03/09 - Linhas de Transmissão sem Perdas

  • Constante de Propagação desconsiderando perdas;
  • Impedância Característica;
  • Parâmetros de cabos coaxiais sem perdas;
  • Exercícios;
  • Transmissão de Potência em LTs sem perdas.
05/09 - Transmissão de Potência em LTs com Perdas - LTs Terminadas com Carga

05/09 - Transmissão de Potência em LTs com Perdas - LTs Terminadas com Carga

  • Transmissão de Potência em LTs com Perdas;
  • Exercício;
  • LTs Terminadas com Carga;
  • Coeficiente de Reflexão na carga;
  • Coeficiente de Reflexão em qquer pto da LT.


10/09 - Razão de Onda de Tensão Estacionária - VSWR ou ROTE

10/09 - Razão de Onda de Tensão Estacionária - VSWR ou ROTE

  • Relação do Coeficiente de Reflexão com VSWR;
  • Exercícios;
  • Impedância de Entrada para LTs com perdas e sem perdas;
  • Cargas Complexas;
  • Circuitos Completos;
  • Exercícios.


12/09 - Circuito Completo da LT - Transitórios - Resposta ao Degrau

12/09 - Circuito Completo da LT - Transitórios - Resposta ao Degrau

  • Circuito Completo da LT - Resumo e revisão;
  • Comparativo dos modelos de LT SEM perdas simples e com parâmetros Concentrados;
  • Transitórios - Resposta da LT ao Degrau;
  • Diagrama de Saltos ou Diagrama de Reflexão;
  • Exercício.
  • Entrega da lista de exercícios do livro texto.

Atividade Extra: Entrega INDIVIDUAL até 19/09/2019, manuscrito ou impresso.

Tarefa 1

Foi distribuída uma cópia da páginas 74 à 77 do livro texto (Wentworth) que contém o desenvolvimento de um código em MATLAB objetivando mostrar um comparativo entre as respostas da modelagem de um circuito completo de LT SEM perdas simples (considerando as ondas viajantes incidentes e refletidas vistas até aqui) e com parâmetros concentrados. Os circuitos são formados considerando Zo=50 ohms e RL=RS=200 ohms. Os gráficos comparativos mostram a relação entre a Magnitude do sinal na carga (VL) em relação ao tamanho da LT em termos de quantidade de comprimentos de onda. As diferenças entre os gráficos são muito relevantes.

A tarefa agora é levantar os mesmos gráficos, porém considerando os parâmetros distribuídos de uma LT real com os mesmos valores de RS e RL. Fica assim designado os seguintes tipos de cabos por aluno:

  • Victor, Yan e Rafael: Usar os mesmos cabos comerciais da atividade extra solicitada em 29/08;
  • Guilherme: Cabo comercial RG58 da DATALINK;
  • Alisson: Cabo UTP (análise de um par dos 4) Cat 5e da FURUKAWA.
Tarefa 2

Refaça o Exercício 1 da aula anterior considerando o mesmo circuito porém acrescentando nele a chave em paralelo com a fonte Vs como detalhado na figura 2.38 na página 107 do livro texto. Considere T=2ns para este exercício o qual determina a largura de pulso entre as ondas Vo e -Vo que irão propagar na linha. Levante o DIAGRAMA DE SALTOS, o gráfico de VL em relação ao tempo e o valor de VL depois de um tempo suficientemente grande quando não houver mais reflexões na LT.

17/09 - Respostas às Terminações de Sinais Digitais - TDR

17/09 - Respostas às Terminações de Sinais Digitais - TDR

  • Terminações com diodos Schottky;
  • Cargas Reativas em transitórios;
  • Reflectômetro no Domínio do Tempo (TDR)
  • Dispersão em sinais digitais;
  • slides com figuras de apoio
19/09 - Laboratório - Medições de SWR em cabos reais - Exercícios de Revisão

19/09 - Laboratório - Medições de SWR em cabos reais - Exercícios de Revisão

  • Laboratório - Medições de SWR em cabos reais;
  • Exercícios de Revisão

Experimentos: Velocidade e comprimento da linha de transmissão e Descasamento de impedância e Onda Estacionária

Objetivos do experimento

- Realizar medições da tensão e do tempo de propagação em linhas descasadas. - Obter a velocidade da onda na linha conhecendo seu comprimento e o tempo de propagação do pulso. - Conhecer o método de identificação do local de ocorrência de curto ou linha aberta através da análise da reflexão no domínio do tempo. - Verificar o comportamento do pulso refletido para as situações de Zo < ZL, Zo=ZL e Zo>ZL. - Estimar a impedância de uma linha de transmissão. - Estimar o comprimento da onda numa linha de transmissão.

Material necessário

a) Cabo coaxial RG58, Zo = 50 Ohms b) Terminador de 50 Ohms. c) Par trançado. d) Balun 75-100 Ohms e) Potênciometro de 450 Ohms f) Multímetro. g) Osciloscópio. h) Conector coaxial do tipo T. i) Gerador de sinal. j) Analisador de espectro. k) Trena.

Procedimentos.

Primeira parte

1. Colocar o conector T na entrada do canal 1 do osciloscópio. 2. Conectar o gerador de função numa das extremidades do conector T. 3. Conectar o cabo coaxial na outra extremidade do conector T. 4. Ajustar no gerador de sinal um pulso com largura de 20ns, período de 1ms e valor de pico de 2V. 5. Com a extremidade da linha em aberto verificar o pulso refletido, anotar sua amplitude e a diferença de tempo entre o início do pulso enviado pelo gerador e o início do pulso refletido pela linha. Salvar a tela do osciloscópio. 6. Com a extremidade da linha em curto verificar o pulso refletido, anotar sua amplitude e a diferença de tempo entre o início do pulso enviado pelo gerador e o início do pulso refletido pela linha. Salvar a tela do osciloscópio. 7. Com a linha casada verificar o que ocorre com o o pulso refletido. Salvar a tela do osciloscópio. 8. Medir o comprimento do cabo.


Segunda parte

1. Colocar o conector T na entrada do canal 1 do osciloscópio. 2. Conectar o gerador de função numa das extremidades do conector T. 3. Conectar o par trançado ao Balun e este a outra extremidada de conector T. 4. Ajustar no gerador de sinal um pulso com largura de 20ns, período de 1ms e valor de pico de 2V. 5. Ajustar o potênciomentro para Z= 0 W e conecta-lo a extremidade livre do par trançado. 6. Anotar as amplitudes dos pulsos e a diferença de tempo entre o início do pulso enviado pelo gerador e o início do pulso refletido pela linha. Salvar a tela do osciloscópio. 7. Repetir os passos 5 e 6 para os valores de resistência de 50, 100, 150 e 450 W 8. Com a extremidade da linha em curto verificar o pulso refletido, anotar sua amplitude e a diferença de tempo entre o início do pulso enviado pelo gerador e o início do pulso refletido pela linha. Salvar a tela do osciloscópio. 9. Com o potênciomentro conectado a linha variar a sua resistência e encontrar o valor mais próximo da impedância da linha. Desconecte o potênciometro da linha e meça o valor da resistência. 10. Meça o comprimento do cabo.

Terceira parte.

1. Conectar o cabo coaxial com a terminação em aberto e cortes do isolante no gerador de sinal de alta frequência. 2. Conectar uma ponteira de osciloscópio no analisador de espectro. 3. Ajustar o sinal do gerador para uma onda senoidal de 400 mV de nível e 1GHz de frequência. 4. Com a terminação do cabo em aberto medir em cada ponto de acesso do cabo o valor do nível de tensão. Anote os valores adequadamente. 5. Medir com a trena a distância entre cada ponto no qual foi coletado a medida e a extremidade final do cabo.


23/09 - Laboratório - Medições de atenuação e defasagem de onda

23/09 - Laboratório - Medições de atenuação e defasagem de onda

Experimentos: Roteiro distribuído em sala

26/09 - Avaliação A1

26/09 - Avaliação A1

01/10 - Carta de Smith

01/10 - Carta de Smith

03/10 - Correção Avaliação A1

03/10 - Correção Avaliação A1

  • Correção avaliação A1
08/10 - Exercícios com Carta de Smith - Zin, VSWR

08/10 - Exercícios com Carta de Smith - Zin, VSWR

  • Exercícios com Carta de Smith - Zin, VSWR
  • Slides de apoio (professora Evanaska)


10/10 - Recuperação Avaliação A1

10/10 - Recuperação Avaliação A1

  • Recuperação Avaliação A1
15/10 - Carta de Smith - Casamento de Impedâncias Misto e Stub

15/10 - Carta de Smith - Casamento de Impedâncias Misto e Stub


17/10 - Carta de Smith - Casamento Stub, revisão e exercícios

17/10 - Carta de Smith - Casamento Stub, revisão e exercícios

  • revisão de metodologias com carta de smith;
  • exercícios gerais sobre casamento de impedâncias.


22/10 - Aula liberada para a participação da SNCT

22/10 - Aula liberada para a participação da SNCT}

24/10 - Casamento de Impedâncias elementos concentrados - Exercícios

24/10 - Casamento de Impedâncias elementos concentrados - Exercícios}

Atividade Extra: Entrega INDIVIDUAL até 05/11/2019, manuscrito.

Para cada carga complexa abaixo proponha uma rede de casamento de impedâncias usando as metodologias: a) por quarto de onda; b) por casamento misto; c) por stub em paralelo (aberto ou em curto); d) por elementos concentrados. Exceto no item a), utilize a carta de Smith como base para seus cálculos demonstrando nela como você determinou cada casamento de (*) impedâncias:

  1. ZL=30+j100 na frequência de 2,4GHz; (Guilherme)
  2. ZL=30-j100 na frequência de 5GHz; (Rafael)
  3. ZL=10+j25 na frequência de 2,4GHz; (Victor)
  4. ZL=10-j25 na frequência de 5GHz; (Alisson)
  5. ZL=70-j150 na frequência de 900MHz; (Yan)
ATENÇÃO
Somente para a opção de casamento por elementos concentrados, demonstre através de cálculos que a solução da seção L encontrada pela carta é correta.
* Você pode utilizar a rotina em Matlab para construir suas próprias cartas de Smith, disponível em nosso livro texto (Wentworth) ou se valer de aplicativos facilmente encontrados na internet.


29/11 - Dia destinado a aula equivalente de Sexta conforme calendário

29/11 - Dia destinado a aula equivalente de Sexta conforme calendário}

31/10 - Exercícios - Casamento por elementos concentrados

31/10 - Exercícios - Casamento por elementos concentrados}

05/11 - Exercícios Carta Smith

05/11 - Exercícios Carta Smith}

07/11 - Guias de Onda Metálicos - Fundamentação

07/11 - Guias de Onda Metálicos - Fundamentação}


12/11 - Avaliação A2

12/11 - Avaliação A2}

14/11 - Guias de Onda metálicos - Impedância - Exercícios

14/11 -Guias de Onda metálicos - Impedância - Exercícios }


19/11 - Correção Avaliação A2 - Guias de Onda - Modos de propagação

19/11 - Correção Avaliação A2 - Guias de Onda - Modos de propagação}

21/11 - Guias de Onda Planares - Microfita e Exercícios

21/11 - Guias de Onda Planares - Microfita e Exercícios }

26/11 - Recuperação Avaliação A2

26/11 - Recuperação Avaliação A2 }

28/11 - Guias de Onda Dielétricos - características, Modo TE

28/11 - Guias de Onda Dielétricos - características, Modo TE}

03/12 - Guias de Onda Dielétricos - Modo TM e Equações de campo - exercícios

03/12 - Guias de Onda Dielétricos - Modos de transmissão e Equações de campo - exercícios}

05/12 - Fibras Ópticas - Tipos, Características e Modos de propagação

05/12 - Fibras Ópticas - Tipos, Características e Modos de propagação}

10/12 - Fibras Ópticas - Sistemas de comunicação

10/12 - Fibras Ópticas - Sistemas de comunicação}

12/12 - Fibras Ópticas - Projeto de enlace básico e Exercícios - Práticas com emendas

12/12 - Fibras Ópticas - Projeto de enlace básico e Exercícios - Práticas com emendas}

17/12 - Avaliação A3 - Guias de Onda

17/12 - Avaliação A3 - Guias de Onda}



Curso de Engenharia de Telecomunicações