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Introdução ao Sistema Operacional Linux / Redes com Linux

  • Encontros: Terças e Quintas das 19:00 às 22:00.
  • Local: Laboratório de Redes de Computadores (Redes 1).

Curso FIC Linux 2019

Semestre 2019-2 - Prof. Eraldo Silveira e Silva

Pontos para nova edição:

  • salvamento de imagem customizada
  • ubuntu tweaks

Cronograma Tentativa

Horários: 19h às 22h.

AULA DATA Professor Conteúdo
1 27/09/2019 ERALDO Programa da Disciplina.Forma de Avaliação. O computador: hardware e software. SO Linux: histórico e distribuições. Ligando/Logando/Desligando a Máquina. Conceitos básico de Sistema de Arquivos e Processos.
2 29/09/2019 ERALDO Gerenciamento de Arquivos I: Operações sobre arquivos e diretórios usando o terminale o Nautilus.
3 3/09/2019 ERALDO Gerenciamento de Arquivos II: continuação Operações sobre arquivos e diretórios. Links Simbólicos, Criação de Arquivo com vi e outros editores.
4 5/09/2019 ERALDO Interfaces Gráficas: X11, Gnome. KDE e outras. Instalação de Programas via Gerenciador de Pacotes.
5 10/09/2019 ERALDO Administração de contas de usuários I
6 12/09/2019 ERALDO Administração de contas de usuários II
7 17/09/2019 ERALDO Permissionamento de Arquivos
8 19/09/2019 ERALDO Gerenciamento de Processos
9 24/09/2019 ERALDO Introdução ao Shell Script
10 26/09/2019 ERALDO Introdução ao Shell Script
11 1/10/2019 ERALDO Introdução a Redes. Conceito de Protocolos. Ferramentas de Rede no Linux.
12 3/10/2019 ERALDO Conceito de Protocolos. Protocolos de Aplicação: exemplo http. Protocolo DNS
13 8/10/2019 ERALDO Camada de Transporte: protocolo UDP. Protocolo TCP. Diferenças dos protocolos de Transporte TCP/UDP.
14 10/10/2019 ERALDO Camada IP e aspectos da configuração da mesma sob o Linux
15 15/10/2019 ERALDO Camada de Enlace/Física. Hubs X Switches. O Papel do Protocolo ARP. Outros serviços/protocolos: Serviço DHCP e NAT
16 17/10/2019 ERALDO Segmentação Redes IP. Cálculo de subredes.
17 22/10/2019 ERALDO Introdução ao IPV6. Introdução ao Access Point TPLINK N750: configuração da LAN e WAN
18 24/10/2019 ERALDO Serviço SSH no Linux. Acesso a rede WIFI. Conceitos básicos de redes sem fio.
19 29/10/2009 ERALDO Tópicos Adicionais sobre redes no Linux: Configuração Manual X NetworkManager. Relatório Avaliativo 1.
20 31/10/2019 ERALDO Relatório Avaliativo 2

Curso FIC Linux 2019-2

Professor

  • Prof. Eraldo Silveira e Silva
  • email: eraldo@ifsc.edu.br
  • sala: Sala de I de Professores da Área de Telecomunicações (primeira sala lado da Biblioteca - direção esquerda)

27/08/2019

Objetivos

Parte 1

  • Apresentar o IFSC: estrutura, câmpus e serviços
  • Apresentar o curso: perfil do egresso, competências gerais, áreas de atuação do egresso e conteúdos previstos
  • Apresentar o Cronograma Tentativa (ver SIGA A)
  • Apresentar metodologia e forma de avaliação

Parte 2

  • Conceitos de Hardware, Software e Firmware
  • Arquiteturas de processadores
  • Classificação de softwares
  • Conceitos de Sistemas Operacionais e exemplos

Parte 3

  • Histórico do Linux
  • Linux e GNU/Linux
  • Instalando o Linux
  • Arquitetura do Linux
  • Distribuições
  • Distribuições usadas no IFSC/SJ
  • Ligando e Desligando o Sistema
  • Primeiros contatos.

Professores do FIC Linux Edição 2019-2

Apresentação do IFSC

Apresentação do Curso

Cronograma Tentativa

Horários: 19h às 22h.

VER SIGA A [1]

Metodologia, Avaliação e Critérios de Aprovação

  • Aulas expositivas e aulas práticas no laboratório. Nas aulas práticas serão desenvolvidos exercícios e trabalhos individuais.
  • Avaliações individuais: Listas de exercícios com aproveitamento e entregues no prazo.
  • Critérios para aprovação: Serão considerados aprovados os alunos que obtiverem conceito final 6 ou superior em cada componente curricular. ATENÇÃO: Possuir no mínimo 75% de presença

Bibliografia

  1. Odilson Tadeu Valle
    1. Administração de redes com Linux: fundamentos e práticas
    2. Editora IFSC, 2010
  2. Gleydson Mazioli da Silva
    1. Guia Foca Linux
    2. http://www.guiafoca.org/
  3. Luiz Carlos Lobato Lobo de Medeiros e Wendel Soares
    1. Formação de suporte técnico PROINFO
    2. https://pt.scribd.com/document/48655010/Formacao-de-Suporte-Tecnico-Proinfo
  4. Ari Frazão Jr e Marcelo Braga
    1. Administração de Sistemas Linux
    2. https://pt.scribd.com/doc/128912228/Administracao-de-Sistemas-Linux

Conceitos de Hardware, Software e Firmware

  • Em informática, o hardware consiste nos equipamentos
    • Ex: Computador, teclado, mouse, monitor
  • Software é um aplicativo, desenvolvido em uma linguagem de programação
    • Ex: Windows, Linux, Mozilla Firefox, Google Chrome
  • Firmware é um conjunto de instruções básicas e específicas para um hardware
    • Ex: BIOS nos computadores, sistemas de controle das máquinas de lavar, etc.

Estrutura de um Computador e Arquitetura de Processadores

Outros Links Interessantes

  • Bits, Bytes e tamanho de memória;
  • Representação de Caracteres: Tabela ASCII;
  • O microprocessador, barramentos e memórias semicondutoras: RAM,ROM, E2PROM, FLASH;
  • Memórias cache e memórias secundárias;
  • Memória Virtual e Swapping;
  • Registradores de 32bits ou 64bits
  • Arquitetura x86 / x86-64 – presente nos computadores pessoais
  • Arquitetura ARM – presente em sistemas embarcados e dispositivos móveis
  • Múltiplos núcleos (core)
  • Máquinas Virtuas: VirtualBox, UML (User Mode Linux).

O papel do Sistema Operacional

  • O SO é um programa (software) que controla a máquina e a torna utilizável para o usuário;
  • Abstrações do Sistema: arquivos e processos;
  • Pode ser multitarefa e multiusuário;
  • Driver de dispositivo
  • Múltiplos OS instalados em um computador. É possível??

Sistema de Arquivos

  • Forma como estão estruturados/organizados os arquivos/dados em uma determinada mídia [2];
  • Um sistema operacional deve saber como acessar e operar sobre este sistema;
  • Tipos de sistemas: ext4, NTFS, VFAT32

Exemplos de SO

  • Unix
  • Microsoft DOS
  • IBM
  • Microsoft Windows
  • netBSD, freeBSD, openBSD
  • Linux
  • macOS
  • Android
  • iOS

Histórico do Linux

  • O início de tudo: UNIX;
  • Surgiu em 1991 quando Linus Torvalds, um estudante finlandês, resolveu desenvolver um sistema operacional compatível com a POSIX, por em que pudesse ser executado em arquitetura x86;
  • Linux está sob uma licença de software livre e diversas pessoas e empresas contribuem para o desenvolvimento do mesmo.
  • E o que é POSIX? Define padrões para a interface de programação de aplicações (API) de um OS de forma a manter compatibilidade com o UNIX;

Arquitetura do Linux

Material de Referência

Distribuições

Uma distribuição Linux consiste de um kernel Linux e uma coleção de software utilitários e aplicativos de usuário (baseado slides Prof. Emerson)

    • Redhat
    • Slackware
    • Debian
    • Ubuntu
    • OpenSuse
    • Fedora
    • CentOS
    • Kali


Algumas distribuições podem ser executadas diretamente no CD/pendrive
sem a necessidade de fazer sua instalação no disco rígido do computador

Distribuições aqui no IFSC SJ

  • Ubuntu
  • Ubuntu Mate (fork do Ubuntu)
  • Debian

Instalando o Linux

  • Fazer Download do arquivo ISO em [4] versão Ubuntu 18.04.3 LTS;
  • Instalar a VirtualBox (já está instalada no nosso Lab). Baixar de [5] e selecionar para a máquina hospedeira alvo;
  • Seguir o procedimento colocado pelo professor.

Ligando e Desligando o Sistema Linux

  • Cuidado ao desligar um OS como o Linux!!! Dados podem ser perdidos.
  • Ver [6]

O Desktop do Ubuntu - Primeiras Considerações

  • O Desktop no Ubuntu ver[7]

AULA 2 - Dia 29/08/2019

Objetivos

PARTE 1

  • Revisão da aula passada;
  • repassar itens não mencionados na aula passada;
    • Paginação e Memória pg.19
    • Estrutura do Linux pg.18

PARTE 2

  • Operações com arquivos e diretórios usando o terminal;
  • formato de um comando básico;
  • quase tudo no Linux é arquivo: tipos de arquivos, diretórios, arquivos ordinários;
  • conceito de sistema de arquivos;
  • conceito de referência absoluta e relativa;
  • conceito de diretório de entrada, diretório de trabalho;
  • mudando de diretório com cd;
  • listando diretórios e arquivos com ls;
  • vendo o significado de um comando com man;
  • criando diretórios com mkdir;
  • removendo diretórios e arquivos com rmdir e rm;
  • referência com . .. - ~
  • criando arquivos ordinários com touch;
  • arquivos e diretórios escondidos;
  • copiando arquivos;
  • movendo e renomeando arquivos;
  • vendo a história de comandos com history;

Slides

Conceito de sistemas de arquivos, arquivos e diretórios

Comandos no Linux

Tipos de Arquivos

Os comandos de operação sobre arquivos e diretórios

AULA 3 - Dia 03/09/2019

Mirros do Ubuntu Download e Outros

Como verificar se o arquivo está correto?

Instalar e Preparar 3 transparências no Oppenoffice

  • Nome da Equipe e da Distribuição - colar a desktop no slide
  • O que tem de interessante nesta distro
  • Requisitos da Distribuição
  • Gerar pdf e Enviar para o Siga a

AULA 4 - Dia 03/09/2019

Objetivos

  • Ainda operações com arquivos;
  • Uso de Coringas
  • Editor de texto sobre Ubuntu
  • Redirecionamento de Entradas e Saídas
  • Aspectos da Interface Gnome no Ubuntu 18.04

Material de Referência

AULA 5 - Dia 10/09/2019

Objetivos

  • Gerenciamento de Processos - Parte 1
  • Permissionamento de Arquivos - Parte 1

Material de Referência

AULA 6 - Dia 12/09/2019

Objetivos

  • Aval1

Comand wget

Para fazer o downloiad do Linux Ubuntu via linha de comando:

wget http://mirror.pop-sc.rnp.br/mirror/ubuntu-releases/18.04.3/ubuntu-18.04.3-desktop-amd64.iso

Material de Referência

AULA 7 - Dia 12/09/2019

Objetivos

  • Instalação do Ubuntu em partições separadas
  • Permissionamento de Grupos e Outros
  • Criação de Contas de Usuários
  • Camandos adicionais para gerenciamento de processos

Instalação

Considere a estrutura de sistemas de arquivos abaixo. Montar um sistema de arquivos da forma abaixo considerando que sb1 seria um segundo hd máquina virtual.

SOP2019-1-ExemploMontagemSistema.png

Logar no sistema e usando o terminal verificar as configurações estabelecidas.

df -h
cd /home
ls spock

Usar o comando gparted para criar uma partição adicional no segundo disco.

sudo apt-get install gparted
sudo gparted

Redimensionar a partição original para poder criar uma adicional.

Material de Referência

AULA 8 - Dia 12/09/2019

Objetivos

  • Permissionamento de Grupos e Outros
  • Criação de Contas de Usuários
  • Reparticionamento de Disco após instalação. Montagem de sistemas com mount.

Desafio Final

Na máquina instalada na aula anterior fazer as seguintes operações:

  • Reparticionar o disco 2 (/dev/sdb) em 2 partições de 5G (usar o comando gparted) (redimensionar a partição do spock)
  • Criar uma conta para o usuário uhura
  • Criar dois subdiretórios no diretório home de uhura. Estes diretórios serão pontos de montagem dos dois sistemas de arquivos criados no segundo disco.
  • Montar os sistemas de arquivos usando o comando mounthttps://wiki.sj.ifsc.edu.br/index.php/ISL-FicLinux_(Plano_de_Ensino)
  • Mudar o dono destes diretórios (usuário e grupo) )para o novo dono (uhura)
  • Verificar o sistema montado (comando df)
  • Testar o acesso entrando como

Continuando o o permissionamento de Grupos e Outros

Ver material de referência

Material de Referência

AULA 9 - Dia 24/09/2019

Objetivos

  • ainda criação de usuários
  • ainda gerenciamento de processos: crontab
  • compactação e backups em linha de comando


Material de Referência

AULA 10 - Dia 26/09/2019

Objetivos

  • Finalização da aula anterior: arquivo sudoers
  • Introdução ao shell script
  • Um pouco sobre instalação de pacotes
  • exercicício avaliativo 2

Material de Referência

AULA 11 - Dia 1/10/2019

Introdução a Redes de Computadores

    • Conceito Básicos em Redes e Protocolos
    • Ferramentas de Redes
    • Exemplo de Protocolo de Aplicação: http
    • O processo de encapsulamento

Plano de Ensino


Laboratório 1 - Ferramentas de Rede e Conceitos Básicos

  • Familiarização com a infraestrutura dos laboratórios de redes
  • Familiarização com ferramentas de rede: ifconfig, ping, traceroute;
  • Desenvolver a noção de endereçamentos de rede IP e de endereço de hardware (MAC)
  • Desenvolver a noção de rotas em redes IP
  • Testar a conectividade IP com ping

Laboratório 2 - Wireshark e encapsulamento

  • Familiarização com o sniffer de rede WireShark
  • Observar o comportamento do ping e se familiarizar com o processo de encapsulamento;

Conceituando Protocolos e Aplicações de Rede

Conceituando protocolos


AULA 12 - Dia 03/10/2019

Objetivos

  • Exercício de Revisão
  • Conceituando protocolos
  • Protocolos de aplicação: exemplo http
  • O serviço DNS

Exercício de revisão 2.1

  1. Liste as configurações da interface eth0 da sua máquina Linux. Recorte e cole em um doc (tipo DRAW) do openoffice. Indique usando flechas onde estão os endereços IPV4, IPV6, MAC(endereço de hardware) e o local indicando onde a interface está ativa.

Laboratório 3 - Conceituando protocolo

Ver [10]

Laboratório 4 - Desvendando o HTTP com Wireshark - BÁSICO

Ver [11]

Laboratório 7 - O DNS

Ver [12]

AULA 13 - Dia 8/10/2019

Objetivos

  • Explorar o papel e diferenças dos protocolos de Transporte TCP/UDP
  • Explorar a Camada IP e aspectos da configuração da mesma sob o Linux


TCP e UDP

Camada IP no Linux: Configuração das Interfaces usando ifconfig e ip addr

Usando a ferramenta Netkit2, que permite construir redes virtuais com o Linux vamos construir DUAS redes locais interligadas por um roteador. Em cada rede colocaremos dois PCs. As interfaces estarão completamente desconfiguradas:

  1. Construir um arquivo texto de nome rede.conf usando o editor de texto gedit. gedit rede.conf &</syntaxhighlight>
  2. Criar a seguinte topologia:
    1. Descrição das Máquinas e Roteadores
    r1[type]=generic pc1[type]=generic pc2[type]=generic pc3[type]=generic pc4[type]=generic
    1. Definição da Topologia da Rede
    pc1[eth0]=lan0 pc2[eth0]=lan0 pc3[eth0]=lan1 pc4[eth0]=lan1 r1[eth0]=lan0 r1[eth1]=lan1 </syntaxhighlight>
  3. Executar netkit fazendo (atualize se necessário - pergunte para o professor como fazer): Aplicativos >> Educativo >> Netkit2
  4. Carregar o arquivo lab.conf a partir do Netkit2: File >> Load Only</syntaxhighlight>
  5. Visualizar a rede a ser implementada: File >> Graph</syntaxhighlight>
  6. Executar a configuração: Network >> Start</syntaxhighlight>
  7. Verificar o estado de todas interfaces (se UP ou DOWN) com: ifconfig -a</syntaxhighlight> ip addr</syntaxhighlight> Note que nas últimas versões do Linux o comando ip vem sendo recomendado (embora o ifconfig ainda esteja disponível).
  8. Vamos configurar as interfaces. Para tanto vamos assumir que teremos duas sub-redes: lan0 - endereço da rede 10.10.10.0/24</syntaxhighlight> lan1 - endereço da rede 20.20.20.0/24</syntaxhighlight> A interface eth0 de PC1 receberá o endereço 10.10.10.1/24 e a interface eth0 de PC2 recebera 10.10.10.2/24. A interface do roteador NA lan0 também deve receber um endereço: 10.10.10.254/24: No PC1: ifconfig eth0 10.10.10.1/24</syntaxhighlight> No PC2: ifconfig eth0 10.10.10.2/24</syntaxhighlight> No R1: ifconfig eth0 10.10.10.254/24</syntaxhighlight>
  9. Seguindo a mesma lógica configure as máquinas e o roteador na lan1
  10. Um ponto importante a ser lembrado é que quando uma interface é configurada com um número IP, a tabela de roteamento do sistema é alimentada com o número correspondente da rede associada ao número. Isto pode ser observado em TODAS as máquinas, inclusive no roteador: route -n </syntaxhighlight> ou ip route </syntaxhighlight>

Camada IP no Linux: verificando e configurando rotas - configuração da rota default

  1. Um ponto importante a ser lembrado é que quando uma interface é configurada com um número IP, a tabela de roteamento do sistema é alimentada com o número correspondente da rede associada ao número. Isto pode ser observado em TODAS as máquinas, inclusive no roteador: route -n </syntaxhighlight> ou ip route </syntaxhighlight> Esta informação é importante pois define a entrega DIRETA de pacotes na rede, ou seja, se PC1 quiser enviar um pacote para PC2, esta linha na tabela de roteamento garante que o pacote IP seja despachado diretamente para o PC2 através de um frame ETHERNET endereçado para o MAC do PC1.
  2. Confira os endereços MAC e IP das interfaces dos PC1 e PC2 e anote. Faça um ping no PC1 em direção a PC2. root@pc1:~# ping 10.10.10.2</syntaxhighlight>
  3. Use um capturador de pacotes em modo texto para observar o tráfego na eth0 do PC2. Observe os endereços MAC do Frame Ethernet e os endereços IP do pacote IP. root@pc2:~# tcpdump -i eth0 -e</syntaxhighlight> ENTÃO? O que se pode concluir? É uma entrega direta ou indireta?
  4. Uma curiosidade. Tente observar o tráfego na interface eth0 do Roteador R1. É possível observar algo? O que se pode concluir? Pare agora o ping e os tcpdumps executados.
  5. Qualquer máquina IP acaba tomando uma decisão de roteamento. O PC1, ao observar que PC2 está na sua própria rede 10.10.10.0/24, entrega diretamente o pacote. E se PC1 tentar entregar para PC3? Faça um ping e observe o que acontece: root@pc1:~#ping 20.20.20.1</syntaxhighlight> Não deve ter funcionado :-( Um primeiro problema é que simplesmente a camada IP observa que o endereço não é entrega DIRETA mas não tem informação (linha) na tabela de roteamento dizendo para quem deve ser entregue o pacote.
  6. Vamos acrescentar uma linha na tabela de PC1 dizendo como fazer esta entrega INDIRETA. Usaremos o conceito de gateway default. Ou seja, se não tiver para quem entregar explicitamente, o pacote será entregue para o gateway default: root@pc1:~# route add default gateway 10.10.10.254</syntaxhighlight> confira o estabelocimento da rota: root@pc1:~# route -n</syntaxhighlight> tente o ping novamente escutando com o tcpdump na interface eth0 de R1. Ainda não funcionou mas o R1 já recebe os pacotes. Confira o MAC de destino do pacote. Deve ser o MAC do roteador.
  7. POR QUE NÃO FUNCIONOU: será que R1 não sabe como entregar o pacote para PC3? Confira se o pacote sai de R1 na rede lan1: root@r1:~# tcpdump -i eth2 -e</syntaxhighlight>
  8. Temos um problema ainda que o nosso roteador Linux NÃO está habilitado a ser roteador. Isto pode ser feito com: echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward</syntaxhighlight>
  9. Tente novamente o ping de PC1 para PC3. Ainda não funcionará mas escute a interface eth1 de R1 e a interface eth0 de PC3 e verá que os pacotes do ICMP REQUEST estão chegando. Confira inclusive os MACs envolvidos...
  10. O que estaria faltando ainda para que PC3 responda aos ECHO REQUEST? O problema é de entrega indireta. O PC3 não sabe como entregar pacotes "externos". Acrescente um gateway default.
  11. Exercício adicional com 2 roteadores. Ver manual:


AULA 13 - Dia 8/10/2019

Objetivos

  • Continuação do exercício da aula anterior.
  • Explorar a Camada IP e aspectos da configuração da mesma sob o Linux.
  • Explorar protocolo ICMP
  • Explorar os conceitos de DHCP e NAT.

Instalação do Netkit2

Ver [13]

Revendo a camada IP

Ver [14]

PARTE 1 - Rede com 3 roteadores

Laboratório a ser montado no netkit.
Figura 1 - Rede para roteamento
  1. Construir a rede apresentada na Figura 1, usando como apoio a configuração do netkit descrita na sequência. As sub-redes (SN) a serem utilizadas na parte 1 e 2 são:
    1. SN1 : 200.10.1.0/24
    2. SN2 : 200.10.2.0/24
    3. SN3 : 200.10.3.0/24
    4. SN4 : 200.10.4.0/24
    5. SN5 : 200.10.5.0/24
    6. SN6 : 200.10.6.0/24
    7. SN7 : 200.10.7.0/24
    8. SN8 : 200.10.8.0/24
  2. Abaixo o arquivo de configuração para o NetKit. Copie e salve como /home/aluno/roteamento.conf.
    H1[type]=generic
    H2[type]=generic
    
    R1[type]=generic
    R2[type]=generic
    R3[type]=generic
    
    
    H1[eth0]=SN1:ip=200.10.1.1/24
    H2[eth0]=SN8:ip=200.10.8.1/24
    
    R1[eth0]=SN1:ip=200.10.1.254/24
    R1[eth1]=SN4:ip=200.10.4.1/24
    R1[eth2]=SN2:ip=200.10.2.1/24
    
    
    R2[eth0]=SN8:ip=200.10.8.254/24
    R2[eth1]=SN4:ip=200.10.4.2/24
    R2[eth2]=SN7:ip=200.10.7.1/24
    
    R3[eth0]=SN2:ip=200.10.2.2/24
    R3[eth1]=SN7:ip=200.10.7.2/24
    
  3. Inicie o Netkit e carregue o arquivo de configuração e execute-o.
  4. Execute comandos de ping entre os hosts e roteadores.
    1. O ping entre as interfaces/equipamentos pertencentes a mesma sub-rede funcionam, por quê?
    2. O ping entre interfaces/equipamentos de sub-redes distintas não funcionam, por quê?
  5. Usando como apoio os comandos de inserção de rota insira as rotas default em H1 e H2:
    1. H1:
       route add default gw 200.10.1.254
      
    2. H2:
       route add default gw 200.10.8.254
      
  6. Habilitar o roteamento e instalar rotas em cada roteador para que pacotes vindos de H1 para H2 passem por R1, R3 e R2. O retorno deve ser via R2 e R1.
    1. R1:
      echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
      route add -net 200.10.8.0/24 gw 200.10.2.2
      
    2. R2:
      echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
      route add -net 200.10.1.0/24 gw 200.10.4.1
      
    3. R3:
      echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
      route add -net 200.10.8.0/24 gw 200.10.7.1
      route add -net 200.10.1.0/24 gw 200.10.2.1
      
  7. Teste a conectividade IP com o comando ping.
    1. O ping entre as interfaces/equipamentos pertencentes a mesma sub-rede funcionam, por quê?
    2. O ping entre interfaces/equipamentos de sub-redes distintas não funcionam, por quê?
  8. Confirme os caminhos estabelecidos monitorando as interfaces com o tcpdump e/ou traceroute.

Serviço DHCP

Construir uma rede simular a aula anterior mas deixar PC1 desconfigurado (sem endereço IP e sem default router). Criar uma máquina para atuar como servidor DHCP.

  1. Editar o arquivo de configuração do dhcp server:
    1. Descrição das Máquinas e Roteadores
    r1[type]=gateway #já habilitado para forward pc1[type]=generic pc2[type]=generic pc3[type]=generic pc4[type]=generic pcdhcp[type]=generic
    1. Definição da Topologia da Rede
    pc1[eth0]=lan0 #desconfigurada... pc2[eth0]=lan0:ip=10.10.10.2/24 pc2[default_gateway]=10.10.10.254 pcdhcp[eth0]=lan0:ip=10.10.10.3/24 pcdhcp[default_gateway]=10.10.10.254 pc3[eth0]=lan1:ip=20.20.20.1/24 pc3[default_gateway]=20.20.20.254 pc4[eth0]=lan1:ip=20.20.20.2/24 pc4[default_gateway]=20.20.20.254 r1[eth0]=lan0:ip=10.10.10.254/24 r1[eth1]=lan1:ip=20.20.20.254/24 </syntaxhighlight>
  2. No server estabelecer a configuração desejada: nano /etc/dhcp/dhcpd.conf com: subnet 10.10.10.0 netmask 255.255.255.0 { range 10.10.10.10 10.10.10.50; option routers 10.10.10.254; option broadcast-address 10.10.10.255; default-lease-time 600; max-lease-time 7200; } </syntaxhighlight>
  3. Rodar o servidor DHCP na máquina pc_dhcp: /usr/sbin/dhcpd -q -4 -pf /run/dhcp-server/dhcpd.pid -cf /etc/dhcp/dhcpd.conf eth0 </syntaxhighlight>
  4. No cliente (PC1) fazer: dhclient -v eth0 </syntaxhighlight>
  5. Usando o ifconfig e route confira se o PC1 está completamente configurado. Faça teste com o ping
  6. Rode o tcpdump na eth0 de r1 para "verificar" os pacotes DHCP: tcpdump -i eth0 </syntaxhighlight>
  7. Repetir a operação no PC2. Baixe a interface antes: ifconfig eth0 down dhclient -v eth0 </syntaxhighlight>

DESAFIO: Na rede do exercício 1 acrescentar na lan do H1 um servidor DHCP. Acrescente um H3 nesta rede e faça-o adquirir a configuração da rede dinamicamente.

AULA 14 - Dia 15/10/2019

Objetivos

  • Finalizar o laboratório sobre o NAT
  • Laboratório IPv6


O NAT

Vamos tentar elaborar um laboratório usando o NAT MASQUERADE https://www.karlrupp.net/en/computer/nat_tutorial

Construir uma rede com 3 LANs e 2 roteadores como na aula passada. Executar o APACHE em uma máquina da lan3 (exemplo PC4). Não colocar rotas para lan0 em r2. Desta forma PC1 não deve pingar em PC4.

  LAN0 <-R1-> LAN1 <-R2 -> LAN2

</syntaxhighlight>

  1. Descrição das Máquinas e Roteadores

r1[type]=gateway r2[type]=gateway

pc1[type]=generic apache[type]=generic


pc1[eth0]=lan0:ip=10.10.10.1/24 pc1[default_gateway]=10.10.10.254


r1[eth0]=lan0:ip=10.10.10.254/24 r1[eth1]=lan1:ip=20.20.20.254/24 r1[route]=30.30.30.0/24:gateway=20.20.20.253

r2[eth0]=lan1:ip=20.20.20.253/24 r2[eth1]=lan2:ip=30.30.30.254/24

pc3[eth0]=lan2:ip=30.30.30.2/24 pc3[default_gateway]=30.30.30.254

pc4[eth0]=lan2:ip=30.30.30.1/24 pc4[default_gateway]=30.30.30.254 </syntaxhighlight>

  1. Rodar o apache em PC4: /etc/init.d/apache2 start </syntaxhighlight>
  2. Testar se o Apache é acessível a partir de PC3 lynx END_PC3 </syntaxhighlight>
  3. Em R1 fazer: iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth1 -j MASQUERADE</syntaxhighlight>
  4. Monitorar os pacotes que chegam e saem da eth0 de PC4.
  5. Fazer em PC1: lynx END_PC4 #endereço de PC4. O que se pode concluir?

LAboratório de Introdução ao IPv6

Material de REferência

Roteiro de atividades sobre o IPv6

A figura abaixo apresenta o diagrama esquemático da rede a ser montada/analisada. Observe que todos os IPv6 Global Unicast já estão definidos na mesma, são esses IPs que utilizaremos em nosso experimento.

Diagrama rede IPv6.jpg

  1. Crie em seu computador um arquivo com nome /home/aluno/IPv6.conf, com o seguinte conteúdo:
    #Ligacao das maquinas nos dominios de colisao
    #Duas pequenas redes interligadas pelo backbone
     
    # Hosts definitions
    pc1[type]=generic
    pc2[type]=generic
    pc3[type]=generic
    pc4[type]=generic
     
    # Hosts' interfaces to local routers
    pc1[eth0]=link0:ipv6=2001:bcc:faca:1::101/64
    pc2[eth0]=link1:ipv6=2001:bcc:cafe:1::102/64
    pc3[eth0]=HUB1:ipv6=2001:bcc:1f0:1::103/64
    pc4[eth0]=HUB1
     
    #Default Gateways definitions
    pc1[route]=default6:gateway=2001:bcc:faca:1::1
    pc2[route]=default6:gateway=2001:bcc:cafe:1::1
    pc3[route]=default6:gateway=2001:bcc:1f0:1::1
     
    # Routers definitions
    r1[type]=gateway
    r2[type]=gateway
     
    #Routers interfaces definitions
    r1[eth0]=backbone0:ipv6=2001:db8:dead:1::1/64
    r1[eth1]=link0:ipv6=2001:bcc:faca:1::1/64
    r1[eth2]=link1:ipv6=2001:bcc:cafe:1::1/64
     
    r2[eth0]=backbone0:ipv6=2001:db8:dead:1::2/64
    r2[eth1]=HUB1:ipv6=2001:bcc:1f0:1::1/64
     
    #Routers definitions
    r1[route]=2001:bcc:1f0:1::0/64:gateway=2001:db8:dead:1::2
    r2[route]=2001:bcc:faca:1::0/64:gateway=2001:db8:dead:1::1
    r2[route]=2001:bcc:cafe:1::0/64:gateway=2001:db8:dead:1::1
    
  2. Tenha certeza que o Netkit2 estja atualizado: General >> Update.
  3. Rode o NetKit em seu computador. Em um terminal digite:
    netkit2 &
    
  4. No menu File - Load and Run, procure o arquivo /home/aluno/IPv6.conf e clique em OK. Abrirá uma janela com 6 abas, onde cada uma delas é um terminal de configuração do respectivo equipamento: pc1-4 ou r1-2.
  5. Observe que o pc4 não está com sua interface configurada.
  6. Ao clicar no menu File - Graph, pode-se ter uma visão da rede a ser simulada e conferir se é equivalente ao diagrama proposto.
  7. Faça um ping6 entre o pc1 ao pc3:
    ping6 -c4 2001:bcc:1f0:1::103
    
  8. Faça um ping6 entre o pc1 e pc2.
  9. No pc4 use o seguinte comando para adicionar o endereço IPv6 à interface de rede:
    ip addr add 2001:bcc:1f0:1::104/64 dev eth0
    
  10. No pc4, acrescente o default gateway com o seguinte comando:
    ip -6 route add default via 2001:bcc:1f0:1::1 dev eth0
    
  11. No pc1 use o seguinte comando para verificar como ficou a configuração dos endereços da interface de rede. O resultado é similar ao apresentado pelo comando ifconfig:
    ip addr show dev eth0
    
  12. Todo o roteamento está pronto, mas caso desejássemos poderíamos acrescentar rotas com comando similares aos já utilizados. Por exemplo, no r1, para adicionar uma rota estática para a rede dos pc3 e pc4 utilizaríamos o seguinte comando:
    ip -6 route add 2001:bcc:1f0:1::/64 via 2001:db8:dead:1::2 dev eth0
    
  13. Confira as rotas estabelecidas em todos os hosts com o comando abaixo.
    1. São coerentes com os dados apresentados no diagrama acima?
      ip -6 route show
      
  14. No pc1 use os seguintes comandos para ver a rota para alguns vizinhos:
    traceroute6 2001:bcc:1f0:1::103
    traceroute6 2001:bcc:1f0:1::104
    
    • Anote as rotas.
  15. Deixe um ping6 entre o pc1 ao pc3 rodando:
    ping6 2001:bcc:1f0:1::103
    


AULA Dia 17/10/2019

Objetivos

  • Compreender que Ethernet não é Internet e que não é necessário o mundo IP para haver comunicação.
  • Diferenciar Hub de Switch
  • Compreender o papel do protocolo ARP
  • Introdução ao equipamento TP-LINK N750

Fonte Base

Animação Pearson/Kurose

Introdução ao Roteador-AP da TP-Link

Ver manual https://www.tp-link.com/us/support/download/tl-wdr4300/

Configuração Básica

Seguir as instruções do professor para a seguinte configuração:

  1. Retirar o plugue cabo ethernet que liga o PC do Lab a rede do IFSC. Conectar o PC a uma das portas LAN do AP;
  2. Conectar a WAN do AP ao Lab. do IFSC;
  3. Em um terminal do PC aplique o comando:
  sudo dhclient eth0
  1. No browser do PC acesse o AP colocando o endereço:
  http://tplinklogin.net
  1. Entrar com user admin e senha admin
  2. Configurar a WAN para DHCP (IP dinâmico)
  3. Configurar a LAN para DHCP na faixa 192.168.0.10 a 192.168.0.100
  4. Usar uma máquina virtual para testar a aquisição do IP:
 pc1[type]=generic
 pc1[eth0]=uplink:bridge=eth0

Desafios sobre o uso do equipamento TP-LINK N750

DESAFIO 1: Elabore um experimento para mostrar que a LAN do AP funciona como um switch. Sugestão: Use uma máquina adicional colocada em uma porta do AP.

DESAFIO 2: Elabore um experimento para mostrar como o NAT funciona no AP. Se inspire no experimento realizado sobre o NAT.

AULA Dia 22/10/2019

Objetivos

  • Relatório avaliativo 1: montagem de rede cabeada com NAT e DHCP lado LAN;
  • Introdução a rede Wireless (WLAN);

Relatório Avaliativo 1

Implementar a rede abaixo. Construir e postar um arquivo no SIGA A com as seguintes informações:

FICLinux-2-RedeRelatorioAvaliativo1.png

  1. Configuração da WAN no AP D-Link;
  2. Configuração da LAN no AP D-Link;
  3. Status das redes no AP (aoós rebootar);
  4. ping funcionando da MV no hospedeiro;
  5. ping funcionando da MV no site www.ifsc.edu.br


AULA Dia 24/10/2019

Objetivos

  • Um pouco mais segmentação de redes IP
  • Introdução a rede Wireless (WLAN);
  • Configuração da rede Wifi em 2.4Ghz
  • Uso de filtros por MAC
  • Visibilidade da Rede
  • Configuração da rede Wifi em 5Ghz
  • Opções de extensão da rede sem fio usando cabo entre APs

Um pouco mais segmentação de redes IP

Links interessantes:

Introdução a rede Wireless (WLAN)

Ver material em [15]

Configuração da rede Wifi em 2.4Ghz usando o AP Router com NAT

  1. Entrar na configuração do AP conforme aula anterior.
  2. Conectara a WAN do AP na rede do laboratório e o PC em uma porta da LAN do AP.
  3. Configurar a WAN para IP dinâmico.
  4. Configurar a rede WIreless 2.4 Ghz:
    1. Nome SSID: FIC-NomeAluno
    2. Configurar canal AUTO e channel width para AUTO
    3. Habilite o broadcast da rede.
  5. Configurar segurança (Wireless Security) para WPA versão Automática, Criptografia AES e password ABCDEF
  6. Configurar o DHCP na LAN para distribuir endereços entre 192.168.0.100 e 192.168.0.200
  7. Salve as configurações
  8. Reboote o roteador
  9. Teste a conectividade da rede usando um celular. Verifique a conformidade do endereço do celular com os endereços distribuídos pelo AP;
  10. teste ping entre MVs e celular
  11. teste ping entre MV e mundo externo
  12. Tente fazer um ping da rede do laboratório em direção ao celular. Discuta o resultado.

FICLinux-2-RedeWifi2.4Ghz-APcomNAT.png

Uso de filtros por MAC

  • Na configuração da WLAN entre em Wireless MAC Filtering
  • Em Filtering Rules coloque Deny (negar)
  • Adicione um terminal que deseja bloquear o acesso. Utilize o MAC do seu celular (veja em configurações do telefone ou anote na opção Wireless Statistics)
  • Habilite o Filtro e tente se conectar

OBS: Este filtro é interessante para ter maior segurança na rede, garantindo que somente dispositivos gabilitados possam acessá-la.

Visibilidade da Rede

  • desabilite a visbilidade da rede. Desconecte a rede do seu celular e tente encontrá-la novamente.

Opções de extensão da rede sem fio usando cabo entre APs

Conecte um segundo AP (WAN do segundo AP a LAN do primeiro AP). Teste a conectividade colocando uma máquina Linux na LAN do segundo AP. Esta configuração deve funcionar mas impõe um overhead adicional devido ao NAT realizado duas vezes...

DESAFIO: mostrar que o NAT está sendo duplicado.

WLAN-2PAs-viaWAN.png

  • Estendendo a rede através da LAN usando segundo AP e LAN

Discuta com o colega ao lado e pense como poderia conectar o segundo AP via LAN. Uma configuração adicional será necessária.


AULA 19 - Dia 29/10/2019

Objetivos

  • Estudar métodos de extensão da rede WiFi

AULA 20 - Dia 29/10/2019

Objetivos

  • Informações adicionais sobre a rede doméstica
  • Experimento de Consolidação de Conhecimento

Informações adicionais sobre a rede doméstica

Conferindo o IP Público

Existem sites que proporcionam a visão do seu IP Público e o estado das portas:

Exemplo: http://www.portchecktool.com/

Acessando um hospedeiro dentro da rede Internet

A rede doméstica normalmente é privada (possui um endereço do tipo 192.168.0.10/24). Como poderia rodar um serviço tipo ssh ou mesmo um webserver usando inclusive um NOME de DNS? Existem serviços (alguns gratuitos ou temporariamente gratuitos) que prestam este serviço. É o caso do no-ip.com e do dynu e do https://www.noip.com/pt-BR [no-ip]. Observe que são sites de empresas/organizações e portanto o acesso aos mesmos é por sua conta (não nos responsabilizamos).


Links adicionais obre o o noip: https://pplware.sapo.pt/tutoriais/tutorial-aprenda-usar-servico-no-ip-parte-i/

Serviço SSH

Instalação do SSH (Secure Shell)

No Ubuntu server (baseado no material do Prof.Odilson)

  1. sudo su
  2. apt-get update
  3. apt-get install openssh-server
    1. O SSH já estará funcionaneod normalmente.
  4. Para acessar o servidor basta digitar em um terminal: ssh login@ipd_do_servidor. Será solicitado a senha.
  5. Para configurações extras deve-se editar o arquivo /etc/ssh/sshd_config e acrescentar, por exemplo:
    1. X11Forwarding yes (no) ### habilita/desabilita acesso com ambiente gráfico remoto
    2. AllowUsers Fred Wilma ### Libera o acesso somente para os usuáriso Fred e Wilma
    3. DenyUsers Dino Pebbles ### Bloqueia o acesso aos usuários Dino e Pebbles e libera para os demais usuários
    4. AllowGroups admin ### Libera o acesso somente para o grupo admin.
  6. Após modificar o arquivo de configuração deve-se reiniciar o serviço: service ssh restart

Uso do SSH

Para login:

ssh ssh login@ipd_do_servior

Cópia remota de arquivos:

scp arquivo login@ipd_do_servidor:caminho

Mais sobre configurações de interfaces no Linux (Material do Prof.Odilson Tadeu Valle)

Qualquer dispositivo (físico ou lógico) capaz de transmitir e receber datagramas IP. Interfaces de rede ethernet são o exemplo mais comum, mas há também interfaces PPP (seriais), interfaces tipo túnel e interfaces loopback. De forma geral, essas interfaces podem ser configuradas com um endereço IP e uma máscara de rede, e serem ativadas ou desabilitadas. Em sistemas operacionais Unix a configuração de interfaces de rede se faz com o programa ifconfig. Para mostrar todas as interfaces: ifconfig -a

  1. Para configurar uma interface de rede (que fica automaticamente ativada). Ex: ifconfig eth1 192.168.1.100 netmask 255.255.255.0
  2. Para desativar uma interface. Ex: ifconfig eth1 down
  3. Para ativar uma interface desativada. Ex: ifconfig eth1 up
  4. Ao se configurar uma interface de rede, cria-se uma rota automática para a subrede diretamente acessível via aquela interface. Isto se chama roteamento mínimo ou entrega direta. Para verificar as rotas ativas: route -n ou netstat -rn.
  5. Configurando o roteador padrão (default gateway). Ex: route add -net default gw 192.168.1.1
  6. Todo sistema operacional possui alguma forma de configurar suas interfaces de rede, para que sejam automaticamente ativadas no boot com seus endereços IP. Por exemplo, em sistemas Linux Ubuntu. A configuração de rede se concentra no arquivo /etc/network/interfaces. Um exemplo desse arquivo:

  1. This file describes the network interfaces available on your system
  2. and how to activate them. For more information, see interfaces(5).
  1. The loopback network interface

auto lo eth1 iface lo inet loopback

       address 127.0.0.1
       netmask 255.0.0.0

  1. a interface ethernet eth0

iface eth0 inet static address 192.168.1.100 netmask 255.255.255.0 gateway 192.168.1.1

       dns-nameservers 200.135.37.65

</syntaxhighlight>

  1. Esses arquivo é lido pelos scripts ifup e ifdown. Esses scripts servem para ativar ou parar interfaces específicas, fazendo todas as operações necessárias para isto. Ex: ifup eth1; ifdown eth1
  2. Para ativar, desativar ou recarregar as configurações de todas as interfaces de rede:
    1. desativa todas as interfaces de rede: sudo /etc/init.d/networking stop ou service networking stop
    2. ativa todas as interfaces de rede: sudo /etc/init.d/networking start ou service networking start
    3. recarrega as configurações de todas as interfaces de rede: sudo /etc/init.d/networking restart ou service networking restart

Experimento de acesso a servidor virtual



Semestre 2019-1 - Prof. Tiago Semprebom e Eraldo Silveira e Silva

Professor

  • Prof. Tiago Semprebom
  • email: tisemp@ifsc.edu.br
  • sala: Sala de II de Professores da Área de Telecomunicações (primeira sala lado da Biblioteca - direção esquerda)

12/03/2019

Objetivos

Parte 1

  • Apresentar os professores e o coordenador;
  • Apresentar o IFSC: estrutura, câmpus e serviços
  • Apresentar o curso: perfil do egresso, competências gerais, áreas de atuação do egresso e conteúdos previstos
  • Apresentar o Cronograma Tentativa
  • Apresentar metodologia e forma de avaliação

Parte 2

  • Conceitos de Hardware, Software e Firmware
  • Arquiteturas de processadores
  • Classificação de softwares
  • Conceitos de Sistemas Operacionais e exemplos

Parte 3

  • Histórico do Linux
  • Linux e GNU/Linux
  • Arquitetura do Linux
  • Distribuições
  • Distribuições usadas no IFSC/SJ
  • Ligando e Desligando o Sistema
  • Primeiros contatos.

Professores do FIC Linux Edição 2019-1

Apresentação do IFSC

Apresentação do Curso

Cronograma Tentativa

Horários: 19h às 22h.

AULA DATA Professor Conteúdo
1 12/03/2019 TIAGO Programa da Disciplina.Forma de Avaliação. O computador: hardware e software. SO Linux: histórico e distribuições. Ligando/Logando/Desligando a Máquina. Conceitos básico de Sistema de Arquivos e Processos.
2 14/03/2019 TIAGO Gerenciamento de Arquivos I: Operações sobre arquivos e diretórios usando o terminale o Nautilus.
3 21/03/2019 TIAGO Gerenciamento de Arquivos II: continuação Operações sobre arquivos e diretórios. Links Simbólicos, Criação de Arquivo com vi e outros editores.
4 26/03/2019 TIAGO Interfaces Gráficas: X11, Gnome. KDE e outras. Instalação de Programas via Gerenciador de Pacotes.
5 28/03/2019 TIAGO Administração de contas de usuários I
6 02/04/2019 TIAGO Administração de contas de usuários II
7 04/04/2019 TIAGO Permissionamento de Arquivos
8 09/04/2019 TIAGO Gerenciamento de Processos
9 11/04/2019 TIAGO Introdução ao Shell Script
10 16/04/2019 TIAGO Avaliação 1 - Introdução ao Sistema Operacional Linux
11 09/10/2019 ERALDO Introdução a Redes. Conceito de Protocolos. Ferramentas de Rede.
12 11/10/2019 ERALDO Protocolos de Aplicação: exemplo http
13 16/10/2019 ERALDO O DNS como protocolo de Aplicação; Camada de Transporte: protocolo UDP
14 18/10/2019 ERALDO Protocolo TCP. Diferenças dos protocolos de Transporte TCP/UDP. Camada IP e aspectos da configuração da mesma sob o Linux
15 23/10/2017 ERALDO Camada de Enlace/Física. Hubs X Switches. O Papel do Protocolo ARP. Outros serviços/protocolos: Serviço DHCP e NAT
16 25/10/2017 ERALDO (TIAGO) Segmentação Redes IP. Cálculo de subredes.
17 30/10/2017 ERALDO Introdução ao IPV6. Introdução ao Access Point TPLINK N750: configuração da LAN e WAN
18 01/11/2017 ERALDO Serviço SSH no Linux. Acesso a rede WIFI. Conceitos básicos de redes sem fio.
19 06/11/2007 ERALDO Tópicos Adicionais sobre redes no Linux: Configuração Manual X NetworkManager. Relatório Avaliativo 1.
20 08/11/2017 ERALDO Relatório Avaliativo 2

Metodologia, Avaliação e Critérios de Aprovação

  • Aaulas expositivas e aulas práticas no laboratório. Nas aulas práticas serão desenvolvidos exercícios e trabalhos individuais.
  • Avaliações individuais: Listas de exercícios com aproveitamento e entregues no prazo.
  • Critérios para aprovação: Serão considerados aprovados os alunos que obtiverem conceito final 6 ou superior em cada componente curricular. ATENÇÂO: Possuir no mínimo 75% de presença

Bibliografia

  1. Odilson Tadeu Valle
    1. Administração de redes com Linux: fundamentos e práticas
    2. Editora IFSC, 2010
  2. Gleydson Mazioli da Silva
    1. Guia Foca Linux
    2. http://www.guiafoca.org/
  3. Luiz Carlos Lobato Lobo de Medeiros e Wendel Soares
    1. Formação de suporte técnico PROINFO
    2. https://pt.scribd.com/document/48655010/Formacao-de-Suporte-Tecnico-Proinfo
  4. Ari Frazão Jr e Marcelo Braga
    1. Administração de Sistemas Linux
    2. https://pt.scribd.com/doc/128912228/Administracao-de-Sistemas-Linux

Conceitos de Hardware, Software e Firmware

  • Em informática, o hardware consiste nos equipamentos
    • Ex: Computador, teclado, mouse, monitor
  • Software é um aplicativo, desenvolvido em uma linguagem de programação
    • Ex: Windows, Linux, Mozilla Firefox, Google Chrome
  • Firmware é um conjunto de instruções básicas e específicas para um hardware
    • Ex: BIOS nos computadores, sistemas de controle das máquinas de lavar, etc.

Estrutura de um Computador e Arquitetura de Processadores

  • Bits, Bytes e tamanho de memória;
  • Representação de Caracteres: Tabela ASCII;
  • O microprocessador, barramentos e memórias semicondutoras: RAM,ROM, E2PROM, FLASH;
  • Memórias cache e memórias secundárias;
  • Memória Virtual e Swapping;
  • Registradores de 32bits ou 64bits
  • Arquitetura x86 / x86-64 – presente nos computadores pessoais
  • Arquitetura ARM – presente em sistemas embarcados e dispositivos móveis
  • Múltiplos núcleos (core)
  • Máquinas Virtuas: VirtualBox, UML (User Mode Linux).

O papel do Sistema Operacional

  • O SO é um programa (software) que controla a máquina e a torna utilizável para o usuário;
  • Abstrações do Sistema: arquivos e processos;
  • Pode ser multitarefa e multiusuário;
  • Driver de dispositivo
  • Múltiplos OS instalados em um computador. É possível??

Sistema de Arquivos

  • Forma como estão estruturados/organizados os arquivos/dados em uma determinada mídia [16];
  • Um sistema operacional deve saber como acessar e operar sobre este sistema;
  • Tipos de sistemas: ext4, NTFS, VFAT32

Exemplos de SO

  • Unix
  • Microsoft DOS
  • IBM
  • Microsoft Windows
  • netBSD, freeBSD, openBSD
  • Linux
  • macOS
  • Android
  • iOS

Histórico do Linux

  • O início de tudo: UNIX;
  • Surgiu em 1991 quando Linus Torvalds, um estudante finlandês, resolveu desenvolver um sistema operacional compatível com a POSIX, por em que pudesse ser executado em arquitetura x86;
  • Linux está sob uma licença de software livre e diversas pessoas e empresas contribuem para o desenvolvimento do mesmo.
  • E o que é POSIX? Define padrões para a interface de programação de aplicações (API) de um OS de forma a manter compatibilidade com o UNIX;

Arquitetura do Linux

  • Ver pg.16 a 19 de [17]

Distribuições

Uma distribuição Linux consiste de um kernel Linux e uma coleção de software utilitários e aplicativos de usuário (baseado slides Prof. Emerson)

    • Redhat
    • Slackware
    • Debian
    • Ubuntu
    • OpenSuse
    • Fedora
    • CentOS
    • Kali


Algumas distribuições podem ser executadas diretamente no CD/pendrive
sem a necessidade de fazer sua instalação no disco rígido do computador

Distribuições aqui no IFSC SJ

  • Ubuntu
  • Ubuntu Mate (fork do Ubuntu)
  • Debian

Ligando e Desligando o Sistema Linux

  • Cuidado ao desligar um OS como o Linux!!! Dados podem ser perdidos.
  • Ver [18]

O Desktop do Ubuntu - Primeiras Considerações

  • O Desktop no Ubuntu ver[19]

AULA 2 - Dia 14/03/2019

Objetivos

PARTE 1

  • Revisão da aula passada;
  • repassar itens não mencionados na aula passada;
    • Paginação e Memória pg.19
    • Estrutura do Linux pg.18

PARTE 2

  • Operações com arquivos e diretórios usando o terminal;
  • formato de um comando básico;
  • quase tudo no Linux é arquivo: tipos de arquivos, diretórios, arquivos ordinários;
  • conceito de sistema de arquivos;
  • conceito de referência absoluta e relativa;
  • conceito de diretório de entrada, diretório de trabalho;
  • mudando de diretório com cd;
  • listando diretórios e arquivos com ls;
  • vendo o significado de um comando com man;
  • criando diretórios com mkdir;
  • removendo diretórios e arquivos com rmdir e rm;
  • referência com . .. - ~
  • criando arquivos ordinários com touch;
  • arquivos e diretórios escondidos;
  • copiando arquivos;
  • movendo e renomeando arquivos;
  • vendo a história de comandos com history;

Conceito de sistemas de arquivos, arquivos e diretórios

Comandos no Linux

Tipos de Arquivos

Os comandos de operação sobre arquivos e diretórios

AULA 3 - Dia 21/03/2019 (aula com Prof. Eraldo)

Objetivos

PARTE 1

  • Rever comandos básicos de operações sobre arquivos;
  • Usar coringas
  • usar opções do comando ls

PARTE 2

  • uso do editor gedit para criar arquivos texto;
  • usar comandos cat, more e less para visualizar conteúdos de arquivos.

PARTE 3

  • Criar Links simbólicos

Parte 4

  • Redirecionamento de entradas e saídas;
  • Pipes

Exercícios para esta aula

Créditos e agradecimentos ao Prof. Eraldo pelo desenvolvimento das listas utilizadas:

AULA 4 - Dia 26/03/2019

Objetivos

PARTE 1

  • Revisão geral


PARTE 2

  • Redirecionamento de entradas e saídas: continuação;
  • Pipes

PARTE 3

  • Permissão no acesso a arquivos;
  • Owner, grupo e outros

Exercícios para esta aula

Referências

Permissão de Acesso a Arquivos: parte 1

Permissão de Acesso a Arquivos: parte 2

AULA 5 - Dia 28/03/2019

Objetivos

  • Revisão e preparação para teste;
  • introdução ao gerenciamento de processos;
    • conceito de processo
    • escalonamento de processos
    • PID e PPID
    • fork/exec
    • espaço de endereçamento de um processo;
    • estados de um processo: Running, Stopped, Sleeping, Zombie

https://www.tecmint.com/linux-process-management/

Referências

Gerenciamento De Processos Parte 1 Gerenciamento De Processos Parte 2

Treinamento Teste 1

AULA 6 - Dia 02/04/2019

Objetivos

  • Comandos adicionais de gerenciamento de processos;
  • Mudança de prioridade com nice e renice;
  • Agendamento de processos com crontab
  • Aplicações do crontab: conectividade de rede e backup
  • Ferramentas de compactação;
  • Execução de comandos inseridos em outros comandos;

Material de Referência

AULA 7 - Dia 04/04/2019

Objetivos

  • Comandos adicionais de manipulação de arquivos:
    • comando grep;
    • comando find;
  • Gerenciamento de usuários:
    • adição e remoção de usuários e grupos
    • arquivo sudoers


Exercícios

AULA 8 - Dia 09/04/2019

Objetivos

  • Introdução ao Shell script
  • variáveis
  • Comando if

Referências

script DESAFIO (a)
#!/bin/bash

FILE="$1"

if [ ! $# -eq 1 ]; then
	echo opa! Algo errado...
	echo uso: script parametro
	exit
fi


if [ -h $FILE ]; then
        echo $FILE é um link simbólico
else
        echo $FILE não é um link simbólico
fi
script DESAFIO (b)
#!/bin/bash

FILE="$1"

if [ ! $# -eq 1 ]; then
	echo opa! Algo errado...
	echo uso: script parametro
	exit
fi


if [[ -w $FILE && -O $FILE ]]; then
        echo Possui permissao de escrita de $FILE
else
        echo Colocando permissão de escrita para $FILE
	chmod u+w $FILE
	echo permissoes adicionadas com sucesso para $FILE ver abaixo
	ls -l $FILE
	
fi
script DESAFIO (c)
#!/bin/bash

FILE1="$1"
FILE2="$2"

if [ ! $# -eq 2 ]; then
	echo opa! Algo errado...
	echo uso: script parametro
	exit
fi

if [[ -f $FILE1 && -r $FILE1 ]]; then
        echo $1 É regular e possui permissao de leitura
	mv $FILE1 $FILE2
	echo Mudei o nome de $FILE1 para $FILE2
else
        echo $FILE1 não tem permissao...
fi

AULA 9 - Dia 11/04/2019

Objetivos

  • ainda shell script
  • comando for
  • comando while

Referências

AULA 10 - Dia 16/04/2019

  • Avaliação da disciplina

Tópicos extras

Objetivos

  • mais alguns tópicos sobre criação de usuários;
  • servidores de janelas: X11,
  • gerenciadores de janelas e desktops: Gnome, KDE
  • instalação de pacotes;
  • o Linux e o Software Livre
  • avaliação

Servidores de Janelas

X Windows System

Arquitetura do X

Desktops e Geneciadores de Janelas

Interfaces Gráficas

Instalando pacotes

Ver pg.43 do Formacao-de-Suporte-Tecnico-Proinfo

uso do apt-get

Exercício: instalar e executar um servidor ssh:

sudo apt-get update
sudo apt-get install openssh-server
sudo service start ssh

Acessar o ssh de outra máquina

ssh usuario@numero_ip

Exportar o display e executar o comando remoto:

export DISPLAY=IP_cliente_ssh:0.0
firefox &

Conferir se o firefox realmente está se executando (use o ps)

Remover o pacote ssh server:

sudo apt-get remove openssh-server

Linux = Software Livre

[20]


[21]

Onde baixar o Ubuntu

Baixar Ubuntu daqui

Sobre o Boot

by Roderick W. Smith

AdamW on Linux and more

Sobre o Desktop Environment e o Desktop Shell

/desktop-guide

Instalar Ubuntu no Virtual Box

Instalar VirtualBox no Linux

Instalar VirtualBox no Windows

Instalar Linux no VirtualBox

AULA 11 - Dia 23/04/2019

  • Introdução a Redes de Computadores
    • Conceito Básicos em Redes e Protocolos
    • Ferramentas de Redes
    • Exemplo de Protocolo de Aplicação: http
    • O processo de encapsulamento

Plano de Ensino


Laboratório 1 - Ferramentas de Rede e Conceitos Básicos

  • Familiarização com a infraestrutura dos laboratórios de redes
  • Familiarização com ferramentas de rede: ifconfig, ping, traceroute;
  • Desenvolver a noção de endereçamentos de rede IP e de endereço de hardware (MAC)
  • Desenvolver a noção de rotas em redes IP
  • Testar a conectividade IP com ping

Laboratório 2 - Wireshark e encapsulamento

  • Familiarização com o sniffer de rede WireShark
  • Observar o comportamento do ping e se familiarizar com o processo de encapsulamento;

Conceituando Protocolos e Aplicações de Rede

Conceituando protocolos

AULA 12 - Dia 25/04/2019

Objetivos

  • Protocolos de aplicação: exemplo http

Laboratório 4 - Desvendando o HTTP com Wireshark - BÁSICO

Ver [24]

AULA 13 - Dia 30/04/2019

  • Revisão do Conceito de Protocolo ([-] Laboratório 3 - Conceituando protocolos )
  • O DNS como protocolo de Aplicação;
  • Camada de Transporte: protocolo UDP

Revisão dos Conceitos de Protocolo

Laboratório 3 - Conceituando protocolos [25]

O DNS como protocolo de Aplicação

Laboratório 7 - Serviço de Nomes (DNS) [26]

O Protocolo UDP

Laboratório 8 - Desvendando o UDP - Básico

AULA 14 - Dia 02/05/2019

Objetivos

  • Explorar o papel e diferenças dos protocolos de Transporte TCP/UDP
  • Explorar a Camada IP e aspectos da configuração da mesma sob o Linux


TCP e UDP

  • [docente.ifsc.edu.br/odilson/RCO60803/TCP%20controle%20de%20erros.pdf]
  • [docente.ifsc.edu.br/odilson/RCO60803/UDP%20Basico.pdf[

Camada IP no Linux: Configuração das Interfaces usando ifconfig e ip addr

Usando a ferramenta Netkit2, que permite construir redes virtuais com o Linux vamos construir DUAS redes locais interligadas por um roteador. Em cada rede colocaremos dois PCs. As interfaces estarão completamente desconfiguradas:

  1. Construir um arquivo texto de nome rede.conf usando o editor de texto gedit. gedit rede.conf &</syntaxhighlight>
  2. Criar a seguinte topologia:
    1. Descrição das Máquinas e Roteadores
    r1[type]=generic pc1[type]=generic pc2[type]=generic pc3[type]=generic pc4[type]=generic
    1. Definição da Topologia da Rede
    pc1[eth0]=lan0 pc2[eth0]=lan0 pc3[eth0]=lan1 pc4[eth0]=lan1 r1[eth0]=lan0 r1[eth1]=lan1 </syntaxhighlight>
  3. Executar netkit fazendo (atualize se necessário - pergunte para o professor como fazer): Aplicativos >> Educativo >> Netkit2
  4. Carregar o arquivo lab.conf a partir do Netkit2: File >> Load Only</syntaxhighlight>
  5. Visualizar a rede a ser implementada: File >> Graph</syntaxhighlight>
  6. Executar a configuração: Network >> Start</syntaxhighlight>
  7. Verificar o estado de todas interfaces (se UP ou DOWN) com: ifconfig -a</syntaxhighlight> ip addr</syntaxhighlight> Note que nas últimas versões do Linux o comando ip vem sendo recomendado (embora o ifconfig ainda esteja disponível).
  8. Vamos configurar as interfaces. Para tanto vamos assumir que teremos duas sub-redes: lan0 - endereço da rede 10.10.10.0/24</syntaxhighlight> lan1 - endereço da rede 20.20.20.0/24</syntaxhighlight> A interface eth0 de PC1 receberá o endereço 10.10.10.1/24 e a interface eth0 de PC2 recebera 10.10.10.2/24. A interface do roteador NA lan0 também deve receber um endereço: 10.10.10.254/24: No PC1: ifconfig eth0 10.10.10.1/24</syntaxhighlight> No PC2: ifconfig eth0 10.10.10.2/24</syntaxhighlight> No R1: ifconfig eth0 10.10.10.254/24</syntaxhighlight>
  9. Seguindo a mesma lógica configure as máquinas e o roteador na lan1
  10. Um ponto importante a ser lembrado é que quando uma interface é configurada com um número IP, a tabela de roteamento do sistema é alimentada com o número correspondente da rede associada ao número. Isto pode ser observado em TODAS as máquinas, inclusive no roteador: route -n </syntaxhighlight> ou ip route </syntaxhighlight>

Camada IP no Linux: verificando e configurando rotas - configuração da rota default

  1. Um ponto importante a ser lembrado é que quando uma interface é configurada com um número IP, a tabela de roteamento do sistema é alimentada com o número correspondente da rede associada ao número. Isto pode ser observado em TODAS as máquinas, inclusive no roteador: route -n </syntaxhighlight> ou ip route </syntaxhighlight> Esta informação é importante pois define a entrega DIRETA de pacotes na rede, ou seja, se PC1 quiser enviar um pacote para PC2, esta linha na tabela de roteamento garante que o pacote IP seja despachado diretamente para o PC2 através de um frame ETHERNET endereçado para o MAC do PC1.
  2. Confira os endereços MAC e IP das interfaces dos PC1 e PC2 e anote. Faça um ping no PC1 em direção a PC2. root@pc1:~# ping 10.10.10.2</syntaxhighlight>
  3. Use um capturador de pacotes em modo texto para observar o tráfego na eth0 do PC2. Observe os endereços MAC do Frame Ethernet e os endereços IP do pacote IP. root@pc2:~# tcpdump -i eth0 -e</syntaxhighlight> ENTÃO? O que se pode concluir? É uma entrega direta ou indireta?
  4. Uma curiosidade. Tente observar o tráfego na interface eth0 do Roteador R1. É possível observar algo? O que se pode concluir? Pare agora o ping e os tcpdumps executados.
  5. Qualquer máquina IP acaba tomando uma decisão de roteamento. O PC1, ao observar que PC2 está na sua própria rede 10.10.10.0/24, entrega diretamente o pacote. E se PC1 tentar entregar para PC3? Faça um ping e observe o que acontece: root@pc1:~#ping 20.20.20.1</syntaxhighlight> Não deve ter funcionado :-( Um primeiro problema é que simplesmente a camada IP observa que o endereço não é entrega DIRETA mas não tem informação (linha) na tabela de roteamento dizendo para quem deve ser entregue o pacote.
  6. Vamos acrescentar uma linha na tabela de PC1 dizendo como fazer esta entrega INDIRETA. Usaremos o conceito de gateway default. Ou seja, se não tiver para quem entregar explicitamente, o pacote será entregue para o gateway default: root@pc1:~# route add default gateway 10.10.10.254</syntaxhighlight> confira o estabelocimento da rota: root@pc1:~# route -n</syntaxhighlight> tente o ping novamente escutando com o tcpdump na interface eth0 de R1. Ainda não funcionou mas o R1 já recebe os pacotes. Confira o MAC de destino do pacote. Deve ser o MAC do roteador.
  7. POR QUE NÃO FUNCIONOU: será que R1 não sabe como entregar o pacote para PC3? Confira se o pacote sai de R1 na rede lan1: root@r1:~# tcpdump -i eth2 -e</syntaxhighlight>
  8. Temos um problema ainda que o nosso roteador Linux NÃO está habilitado a ser roteador. Isto pode ser feito com: echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward</syntaxhighlight>
  9. Tente novamente o ping de PC1 para PC3. Ainda não funcionará mas escute a interface eth1 de R1 e a interface eth0 de PC3 e verá que os pacotes do ICMP REQUEST estão chegando. Confira inclusive os MACs envolvidos...
  10. O que estaria faltando ainda para que PC3 responda aos ECHO REQUEST? O problema é de entrega indireta. O PC3 não sabe como entregar pacotes "externos". Acrescente um gateway default.
  11. Exercício adicional com 2 roteadores. Ver manual:

Exercício: acrescentando uma lan2 com com 2 PCs no roteador

Acrescente uma rede 30.30.30.0/24 (lan2) no roteador R1. Acrescente 2 PCs e configure o sistema. Teste a conectividade entre todos os PCs.

  1. Descrição das Máquinas e Roteadores

r1[type]=gateway r2[type]=gateway

pc1[type]=generic pc2[type]=generic

pc3[type]=generic pc4[type]=generic

pc5[type]=generic pc6[type]=generic

pc7[type]=generic pc8[type]=generic


  1. Definição da Topologia da Rede

pc1[eth0]=lan0:ip=10.10.10.1/24 pc1[default_gateway]=10.10.10.254

pc2[eth0]=lan0:ip=10.10.10.2/24 pc2[default_gateway]=10.10.10.254

pc3[eth0]=lan1:ip=20.20.20.1/24 pc3[default_gateway]=20.20.20.254

pc4[eth0]=lan1:ip=20.20.20.2/24 pc4[default_gateway]=20.20.20.254

pc5[eth0]=lan2:ip=30.30.30.1/24 pc5[default_gateway]=30.30.30.254

pc6[eth0]=lan2:ip=30.30.30.2/24 pc6[default_gateway]=30.30.30.254

pc7[eth0]=lan4:ip=40.40.40.1/24 pc7[default_gateway]=40.40.40.254

pc8[eth0]=lan3:ip=50.50.50.1/24 pc8[default_gateway]=40.40.40.254


r1[eth0]=lan0:ip=10.10.10.254/24 r1[eth1]=lan1:ip=20.20.20.254/24 r1[eth2]=lan2:ip=30.30.30.254/24 r1[eth3]=lan3:ip=50.50.50.253/24 r2[eth1]=lan3:ip=50.50.50.254/24 r2[eth0]=lan4:ip=40.40.40.254/24

r2[route]=10.10.10.0/24:gateway=50.50.50.253

</syntaxhighlight>

AULA 15 - Dia 7/05/2019

  • Hubs X Switches. O Papel do Protocolo ARP


  • Serviço DHCP e NAT

[-] Laboratório 16 - Sub-redes e Roteamento Estático em Redes

Hubs, Switches. Protocolo ARP

[Laboratório 17 - Tecnologia de Enlace Ethernet]

Serviço DHCP

Construir uma rede simular a aula anterior mas deixar PC1 e PC2 desconfigurados. Criar uma máquina para atuar como servidor DHCP.

  1. Editar o arquivo de configuração do dhcp server:
    1. Descrição das Máquinas e Roteadores
    r1[type]=gateway #já habilitado para forward pc1[type]=generic pc2[type]=generic pc3[type]=generic pc4[type]=generic pcdhcp[type]=generic
    1. Definição da Topologia da Rede
    pc1[eth0]=lan0 #desconfigurada... pc2[eth0]=lan0:ip=10.10.10.2/24 pc2[default_gateway]=10.10.10.254 pcdhcp[eth0]=lan0:ip=10.10.10.3/24 pcdhcp[default_gateway]=10.10.10.254 pc3[eth0]=lan1:ip=20.20.20.1/24 pc3[default_gateway]=20.20.20.254 pc4[eth0]=lan1:ip=20.20.20.2/24 pc4[default_gateway]=20.20.20.254 r1[eth0]=lan0:ip=10.10.10.254/24 r1[eth1]=lan1:ip=20.20.20.254/24 </syntaxhighlight>
  2. No server estabelecer a configuração desejada: nano /etc/dhcp/dhcpd.conf com: subnet 10.10.10.0 netmask 255.255.255.0 { range 10.10.10.10 10.10.10.50; option routers 10.10.10.254; option broadcast-address 10.10.10.255; default-lease-time 600; max-lease-time 7200; } </syntaxhighlight>
  3. Rodar o servidor DHCP na máquina pc_dhcp: /usr/sbin/dhcpd -q -4 -pf /run/dhcp-server/dhcpd.pid -cf /etc/dhcp/dhcpd.conf eth0 </syntaxhighlight>
  4. No cliente (PC1) fazer: dhclient -v eth0 </syntaxhighlight>
  5. Usando o ifconfig e route confira se o PC1 está completamente configurado. Faça teste com o ping
  6. Rode o tcpdump na eth0 de r1 para "verificar" os pacotes DHCP: tcpdump -i eth0 </syntaxhighlight>
  7. Repetir a operação no PC2. Baixe a interface antes: ifconfig eth0 down dhclient -v eth0 </syntaxhighlight>

O NAT

Vamos tentar elaborar um laboratório usando o NAT MASQUERADE https://www.karlrupp.net/en/computer/nat_tutorial

Construir uma rede com 3 LANs e 2 roteadores como na aula passada. Executar o APACHE em uma máquina da lan3 (exemplo PC4). Não colocar rotas para lan0 em r2. Desta forma PC1 não deve pingar em PC4.

  LAN0 <-R1-> LAN1 <-R2 -> LAN3

</syntaxhighlight>

  1. Descrição das Máquinas e Roteadores

r1[type]=gateway r2[type]=gateway

pc1[type]=generic apache[type]=generic


pc1[eth0]=lan0:ip=10.10.10.1/24 pc1[default_gateway]=10.10.10.254


r1[eth0]=lan0:ip=10.10.10.254/24 r1[eth1]=lan1:ip=20.20.20.254/24 r1[route]=30.30.30.0/24:gateway=20.20.20.253

r2[eth0]=lan1:ip=20.20.20.253/24 r2[eth1]=lan2:ip=30.30.30.254/24

apache[eth0]=lan2:ip=30.30.30.1/24 apache[default_gateway]=30.30.30.254 </syntaxhighlight>

  1. Rodar o apache em PC4: /etc/init.d/apache2 start </syntaxhighlight>
  2. Testar se o Apache é acessível a partir de PC3 lynx END_PC3 </syntaxhighlight>
  3. Em R1 fazer: iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth1 -j MASQUERADE</syntaxhighlight>
  4. Monitorar os pacotes que chegam e saem da eth0 de PC4.
  5. Fazer em PC1: lynx END_PC4 #endereço de PC4. O que se pode concluir?

AULA 16 - Dia 09/05/2019

  • Endereçamento IPv4.
  • Exercícios segmentação Redes.

Objetivos

  • Compreender endereçamento IPv4.
  • Compreender o processo de alocação de faixas de IPs.
  • Compreender e manipular os números IPs.
  • Compreender e manipular as máscaras de rede.
  • Proporcionar ao aluno uma visão prática de roteamento IP.

Fonte Básica

Roteiro

  1. Baseado no arquivo exemplo abaixo, crie um arquivo de configuração para o NetKit que implemente sua proposta. O arquivo deve contemplar todas as configurações necessárias para o perfeito funcionamento da rede, ou seja, ao carregar o arquivo todos os hosts deverão ser capazes de "pingar" uma ao outro.
    1. Faça testes de conectividade entre os hosts.
    2. Demonstre para o professor o perfeito funcionamento de sua rede.
  • O arquivo de configuração do Netkit abaixo, é a definição para o funcionamento da simulação da rede apresentada na Figura 2. Falta adicionar as rotas.
Figura 2 - Rede exemplo

  1. Hosts definitions

pc1[type]=generic pc2[type]=generic pc3[type]=generic

  1. Hosts' interfaces to local routers

pc1[eth0]=link0:ip=192.168.0.1/24 pc2[eth0]=link1:ip=192.168.1.1/24 pc3[eth0]=link2:ip=192.168.2.1/24

  1. Default gateways definitions

pc1[default_gateway]=192.168.0.254 pc2[default_gateway]=192.168.1.254 pc3[default_gateway]=192.168.2.254

  1. Routers definitions

r1[type]=gateway r2[type]=gateway r3[type]=gateway

  1. Routers' interfaces to local networks

r1[eth0]=link0:ip=192.168.0.254/24 r2[eth0]=link1:ip=192.168.1.254/24 r3[eth0]=link2:ip=192.168.2.254/24

  1. Network "backbone" links

r1[eth1]=backbone0:ip=10.0.0.1/30 r1[eth2]=backbone1:ip=10.0.1.1/30

r2[eth1]=backbone0:ip=10.0.0.2/30 r2[eth2]=backbone2:ip=10.0.2.1/30

r3[eth1]=backbone1:ip=10.0.1.2/30 r3[eth2]=backbone2:ip=10.0.2.2/30

  1. Routes definition

r1[route]=192.168.2.0/24:gateway=10.0.1.2 r1[route]=192.168.1.0/24:gateway=10.0.0.2 r1[route]=10.0.2.0/30:gateway=10.0.0.2

r2[route]=192.168.0.0/24:gateway=10.0.0.1 r2[route]=192.168.2.0/24:gateway=10.0.2.2 r2[route]=10.0.1.0/30:gateway=10.0.2.2

r3[route]=192.168.0.0/24:gateway=10.0.1.1 r3[route]=192.168.1.0/24:gateway=10.0.2.1 r3[route]=10.0.0.0/30:gateway=10.0.2.1 </syntaxhighlight>

Exercícios Extras (resolvidos)

Referencia

AULA 17 - Dia 14/05/2019

  • Finalização do Laboratório do NAT
  • Laboratório de Introdução ao IPV6
  • Introdução ao Access Point TPLINK N750: configuração da LAN e WAN

LAboratório de Introdução ao IPv6

Material de REferência

Roteiro de atividades sobre o IPv6

A figura abaixo apresenta o diagrama esquemático da rede a ser montada/analisada. Observe que todos os IPv6 Global Unicast já estão definidos na mesma, são esses IPs que utilizaremos em nosso experimento.

Diagrama rede IPv6.jpg

  1. Crie em seu computador um arquivo com nome /home/aluno/IPv6.conf, com o seguinte conteúdo:
    #Ligacao das maquinas nos dominios de colisao
    #Duas pequenas redes interligadas pelo backbone
     
    # Hosts definitions
    pc1[type]=generic
    pc2[type]=generic
    pc3[type]=generic
    pc4[type]=generic
     
    # Hosts' interfaces to local routers
    pc1[eth0]=link0:ipv6=2001:bcc:faca:1::101/64
    pc2[eth0]=link1:ipv6=2001:bcc:cafe:1::102/64
    pc3[eth0]=HUB1:ipv6=2001:bcc:1f0:1::103/64
    pc4[eth0]=HUB1
     
    #Default Gateways definitions
    pc1[route]=default6:gateway=2001:bcc:faca:1::1
    pc2[route]=default6:gateway=2001:bcc:cafe:1::1
    pc3[route]=default6:gateway=2001:bcc:1f0:1::1
     
    # Routers definitions
    r1[type]=gateway
    r2[type]=gateway
     
    #Routers interfaces definitions
    r1[eth0]=backbone0:ipv6=2001:db8:dead:1::1/64
    r1[eth1]=link0:ipv6=2001:bcc:faca:1::1/64
    r1[eth2]=link1:ipv6=2001:bcc:cafe:1::1/64
     
    r2[eth0]=backbone0:ipv6=2001:db8:dead:1::2/64
    r2[eth1]=HUB1:ipv6=2001:bcc:1f0:1::1/64
     
    #Routers definitions
    r1[route]=2001:bcc:1f0:1::0/64:gateway=2001:db8:dead:1::2
    r2[route]=2001:bcc:faca:1::0/64:gateway=2001:db8:dead:1::1
    r2[route]=2001:bcc:cafe:1::0/64:gateway=2001:db8:dead:1::1
    
  2. Tenha certeza que o Netkit2 estja atualizado: General >> Update.
  3. Rode o NetKit em seu computador. Em um terminal digite:
    netkit2 &
    
  4. No menu File - Load and Run, procure o arquivo /home/aluno/IPv6.conf e clique em OK. Abrirá uma janela com 6 abas, onde cada uma delas é um terminal de configuração do respectivo equipamento: pc1-4 ou r1-2.
  5. Observe que o pc4 não está com sua interface configurada.
  6. Ao clicar no menu File - Graph, pode-se ter uma visão da rede a ser simulada e conferir se é equivalente ao diagrama proposto.
  7. Faça um ping6 entre o pc1 ao pc3:
    ping6 -c4 2001:bcc:1f0:1::103
    
  8. Faça um ping6 entre o pc1 e pc2.
  9. No pc4 use o seguinte comando para adicionar o endereço IPv6 à interface de rede:
    ip addr add 2001:bcc:1f0:1::104/64 dev eth0
    
  10. No pc4, acrescente o default gateway com o seguinte comando:
    ip -6 route add default via 2001:bcc:1f0:1::1 dev eth0
    
  11. No pc1 use o seguinte comando para verificar como ficou a configuração dos endereços da interface de rede. O resultado é similar ao apresentado pelo comando ifconfig:
    ip addr show dev eth0
    
  12. Todo o roteamento está pronto, mas caso desejássemos poderíamos acrescentar rotas com comando similares aos já utilizados. Por exemplo, no r1, para adicionar uma rota estática para a rede dos pc3 e pc4 utilizaríamos o seguinte comando:
    ip -6 route add 2001:bcc:1f0:1::/64 via 2001:db8:dead:1::2 dev eth0
    
  13. Confira as rotas estabelecidas em todos os hosts com o comando abaixo.
    1. São coerentes com os dados apresentados no diagrama acima?
      ip -6 route show
      
  14. No pc1 use os seguintes comandos para ver a rota para alguns vizinhos:
    traceroute6 2001:bcc:1f0:1::103
    traceroute6 2001:bcc:1f0:1::104
    
    • Anote as rotas.
  15. Deixe um ping6 entre o pc1 ao pc3 rodando:
    ping6 2001:bcc:1f0:1::103
    

Introdução ao Roteador-AP da TP-Link

Ver manual https://www.tp-link.com/us/support/download/tl-wdr4300/

Configuração Básica

Seguir as instruções do professor para a seguinte configuração:

  1. Retirar o plugue cabo ethernet que liga o PC do Lab a rede do IFSC. Conectar o PC a uma das portas LAN do AP;
  2. Conectar a WAN do AP ao Lab. do IFSC;
  3. Em um terminal do PC aplique o comando:
  sudo dhclient eth0
  1. No browser do PC acesse o AP colocando o endereço:
  http://tplinklogin.net
  1. Entrar com user admin e senha admin
  2. Configurar a WAN para DHCP (IP dinâmico)
  3. Configurar a LAN para DHCP na faixa 192.168.0.10 a 192.168.0.100
  4. Usar uma máquina virtual para testar a aquisição do IP:
 pc1[type]=generic
 pc1[eth0]=uplink:bridge=eth0

DESAFIO 1: Elabore um experimento para mostrar que a LAN do AP funciona como um switch. Sugestão: Use uma máquina adicional colocada em uma porta do AP.

DESAFIO 2: Elabore um experimento para mostrar como o NAT funciona no AP. Se inspire no experimento realizado sobre o NAT.

AULA 18 - Dia 16/05/2019

Objetivos

PARTE 0 - Exercício de Revisão

PARTE 1 - Serviços de rede sobre o Linux

  • serviço SSH no Linux

PARTE 2 - Acesso a rede WIFI

  • conceitos básicos de redes sem fio: pg.103 de [27]
  • configuração da WIFI no Access Point e Acesso via Linux

PARTE 0

Considere a rede abaixo definida pelo arquivo do netkit. Configure as redes com os seguintes prefixos:

  • lan0: 50.50.50.0/24
  • lan1: 60.60.60.0/24
  • lan2: 70.70.70.0/24

O pc2dhcp deve ser configurado como servidor DHCP e deverá liberar IPs na faixa de 50.50.50.100/24 a 50.50.50.200/24. Todos os PCs receberão IP estáticos com exceção do PC1 que deverá receber dinamicamente o endereço. Toda a configuração deve ser realizada manualmente.

Teste a conectividade entre todos os PCs. Usando o tcpdump demonstre que quando PC2 faz um ping em PC4 a entrega será indireta. Demonstre usando o MAC address das máquinas como apoio. Chame o professor para demonstrar.

ALGUNS COMANDOS NOTÁVEIS:

ifconfig
ifconfig eth0 10.10.10.1/24
route -n
route add default gw 200.10.1.254
route del -net 200.10.1.0/24 gw 200.10.2.1
route add -net 200.10.1.0/24 gw 200.10.2.1

tcpdump -i eth1 -n -e

  1. Hosts definitions

pc1[type]=generic pc2dhcp[type]=generic

pc3[type]=generic pc4[type]=generic

  1. Routers definitions

r1[type]=gateway r2[type]=gateway

  1. Hosts' interfaces to local routers

pc1[eth0]=lan0 pc2dhcp[eth0]=lan0

pc3[eth0]=lan1

pc4[eth0]=lan2

r1[eth0]=lan0 r1[eth1]=lan1

r2[eth0]=lan1 r2[eth1]=lan2 </syntaxhighlight>

Solução: R1:

ifconfig eth0 50.50.50.254/24
ifconfig eth1 60.60.60.254/24
route add -net 70.70.70.0/254 gw 60.60.60.253

R2:

ifconfig eth1 70.70.70.254/24
ifconfig eth0 60.60.60.253/24
route add -net 50.50.50.0/24 gw 60.60.60.254

PC2DHCP:

ifconfig eth0 50.50.50.2/24
route add default gateway 50.50.50.254
configurar server:  nano /etc/dhcp/dhcpd.conf
  # A slightly different configuration for an internal subnet.
  subnet 50.50.50.0 netmask 255.255.255.0 {
  range 50.50.50.100 50.50.50.200;
  #  option domain-name-servers ns1.internal.example.org;
  #  option domain-name "internal.example.org";
  option routers 50.50.50.254;
  option broadcast-address 50.50.50.255;
  default-lease-time 600;
  max-lease-time 7200;
  }
/usr/sbin/dhcpd -q -4 -pf /run/dhcp-server/dhcpd.pid -cf /etc/dhcp/dhcpd.conf eth0

PC3:

ifconfig eth0 60.60.60.1/24
route add default gw 60.60.60.254 #note que poderia ser para o outro roteador (R2)

PC4:

ifconfig eth0 70.70.70.1/24
route add default gw 70.70.70.254

PC1:

 dhclient eth0 -v

Serviço SSH

O Serviço SSH se utiliza do modelo cliente-servidor. Deve-se executar um servidora ssh na máquina que permitirá o acesso remoto. Um cliente a partir de uma outra máquina poderá logar remotamente usando um cliente ssh ou poderá fazer outras operações, tipo cópia remota de arquivos.

ETAPA 1 - Rodando o servidor SSH

  • Baseado no Material do Prof.Odilson Valle

No Ubuntu server:

  1. sudo su</syntaxhighlight> apt-get update</syntaxhighlight> apt-get install ssh</syntaxhighlight> O SSH já estará funcionando normalmente. Para configurações extras deve-se editar o arquivo /etc/ssh/sshd_config e acrescentar, por exemplo:
    • X11Forwarding yes (no) ### habilita/desabilita acesso com ambiente gráfico remoto
    • AllowUsers Fred Wilma ### Libera o acesso somente para os usuários Fred e Wilma
    • DenyUsers Dino Pebbles ### Bloqueia o acesso aos usuários Dino e Pebbles e libera para os demais usuários
    • AllowGroups admin ### Libera o acesso somente para o grupo admin.
  2. Após modificar o arquivo de configuração deve-se reiniciar o serviço: service ssh restart</syntaxhighlight>
  3. Criar um usuário na máquina servidora: adduser alien</syntaxhighlight>
  4. Logar como alien: su alien</syntaxhighlight>

ETAPA 2 - Logando remotamente

  1. Para acessar o servidor basta digitar em um terminal: ssh alien@ip_do_servidor. </syntaxhighlight> Será solicitado a senha.
  2. Confira que está "dentro" da máquina remota:hostname</syntaxhighlight>
  3. Confira os arquivos do diretório corrente:ls -l</syntaxhighlight>


ETAPA 3 - Cópia Remota de aquivos

  1. Na máquina hospedeira/cliente, EM OUTRO TERMINAL, criar um arquivo qualquer usando um editor de texto:gedit teste.txt &</syntaxhighlight>
  2. Envie o arquivo para a máquina servidora: scp teste.txt alien@IP_MAQUINA_SERVIDORA:./</syntaxhighlight>
  3. No terminal onde está logado remotamente confira se o arquivo está copiado: ls -l</syntaxhighlight>
  4. Mude o nome do arquivo: mv teste.txt alfat.txt</syntaxhighlight>
  5. No terminal da máquina cliente traga novamente o arquivo: scp alien@IP_MAQUINA_SERVIDORA:./alfa.txt .</syntaxhighlight>
  6. Confira se o arquivo foi copiado corretamente: ls -l</syntaxhighlight>

PARTE 2 - Configuração do Access Point na rede de 2.4Ghz

  1. Entrar na configuração do AP conforme aula anterior.
  2. Conectara a WAN do AP na rede do laboratório e o PC em uma porta da LAN do AP.
  3. Configurar a WAN para IP dinâmico.
  4. Configurar a rede WIreless 2.4 Ghz:
    1. Nome SSID: nome FIC-NomeAluno
    2. Configurar canal AUTO e channel width para AUTO
    3. Habilite o broadcast da rede.
  5. Configurar segurança (Wireless Security) para WPA versão Automática, Criptografia AES e password ABCDEF
  6. Configurar o DHCP na LAN para distribuir endereços entre 192.168.0.100 e 192.168.0.200
  7. Salve as configurações
  8. Reboote o roteador

Acessando a rede de dispostivo Celular

  1. Teste o acesso a rede a partir de um celular. No Androi ligue e desligue o wifi. Deve aparecer a lista de dispositivos.

Habilitando Filtros por MAC

  • Na configuração da WLAN entre em Wireless MAC Filtering
  • Em Filtering Rules coloque Deny (negar)
  • Adicione um terminal que deseja bloquear o acesso. Utilize o MAC do seu celular (veja em configurações do telefone ou anote na opção Wireless Statistics)
  • Habilite o Filtro e tente se conectar

OBS: Este filtro é interessante para ter maior segurança na rede, garantindo que somente dispositivos gabilitados possam acessá-la.

Coloque no ar a rede 5Ghz

Repita o procedimento da rede de 2.4Ghz e coloque-a no ar.

Teste a conectividade com o celular.


AULA 19 - Dia 21/05/2019

Objetivos

  • Tópicos Adicionais sobre redes no Linux: Configuração Manual X NetworkManager
    • Opções de Acesso a Internet: ADSL, Cabo
    • Sistema de Arquivos em Rede: Samba Server
  • Relatório de Avaliação 1
  • Opções de Extensão da Rede Wireless

Tópicos Adicionais sobre redes no Linux

Configuração da Rede no Linux - o NetworkManager

Ao longo do curso estudamos vários comandos para ver e modificar parâmetros de rede. Entretanto, em uma instalação padrão de um sistema Linux Ubuntu vamos verificar que existe um serviço de suporte a estas configurações que permite configurar interfaces graficamente e reconectar/escolher uma rede. Trata-se do NetworkManager. Ver alguns detalhes aqui [28] e aqui[29]. Este serviço tenta fornecer a melhor conectividade possível usando as interfaces disponíveis. O serviço é composto por:

  • um processo do sistema (roda como serviço) monitorando constantemente as interfaces;
  • uma applet para interação com o usuário (canto direito da interface);

O NetworkManager vai ignorar as configurações das interfaces realizadas em /etc/network/interfaces

Teste o uso do NetworkManager. Clique no topo do desktop a direita e inspecione as interfaces disponíveis.

Em algumas situações pode ser desejável desabilitar o NetworkManager. Na linha de comando pode ser executado:

sudo service network-manager stop

Configurando interfaces de forma manual

TEXTO baseado nas anotações do Prog.Marcelo Sobral:

O arquivo /etc/network/interfaces contém declarações para configurar as interfaces de rede. Um exemplo de configuração básica contida nesse arquivo pode ser vista a seguir:

auto lo eth0
iface lo inet loopback
iface eth0 inet dhcp

Esse exemplo pode ser interpretado assim:

  • Linha 1: declara que as interfaces lo e eth0 devem ser ativadas automaticamente no boot. Se uma interface não aparecer em uma declaração como esta, então ela não será ativada. OBS: interface ativadas desta forma NÃO são controladas pelo NetworkManager.
  • Linha 2: configura a interface lo como sendo do tiupo loopback. Essa é uma interface especial criada puramente em software (uma interface de rede virtual), usada para comunicação entre processos de um mesmo computador.
  • Linha 3: configura a interface eth0 de forma dinâmica usando DHCP. A configuração de rede é solicitada usando a própria rede. Ness ecaso, deve existir algum equipamento ou computador nessa rede que seja um servidor DHCP, capaz de responder com uma mensagem contendo a configuração de rede a ser utilizada.


O exemplo anterior é bastante simplificado, uma vez que a configuração de rede de fato é obtida dinamicamente com DHCP. Isso pode ser suficiente para computadores usados somente para acesso a Internet, mas não para computadores que sejam servidores. Nesse caso, é melhor definir uma configuração de rede estática, como mostrado a seguir:

auto lo eth0
iface lo inet loopback
iface eth0 inet static
  address 172.18.80.251
  netmask 255.255.128.0
  gateway 172.18.0.254
  dns-nameservers 191.36.8.2 191.36.8.3


A diferença em relação ao caso anterior está na declaração da interface eth0. Ao invés de configurá-la com DHCP, declararam-se todas as informações de rede. Assim, essa interface sempre será ativada com essas informações configuradas. No exemplo apresentado, as configurações de rede são:

  • address 172.18.80.251: endereço IP da interface
  • netmask 255.255.128.0: máscara de rede
  • gateway 172.18.0.254: endereço do gateway (ou roteador default)
  • dns-nameservers 191.36.8.2 191.36.8.3: servidores DNS a serem utilizados (podem-se especificar um ou mais endereços IP)

O manual do arquivo /etc/network/interfaces apresenta muitos outros detalhes sobre possíveis configurações de rede.

Antes da alteração de configuração de uma interface é interessante desativá-la:

 ifdown eth0

Alterar o arquivo /etc/network/interfaces

E na sequência ativá-la novamente:

 ifup eth0

ou

 sudo /etc/init.d/networking restart

O comando ifup vai consultar o arquivo e alterar as configurações. Indiretamente, o script networking também usa o ifup para ativar as configurações (e todas demais que forem realizadas).

Relatório Avaliativo 1

Criar um arquivo no OpenOffice nomeando-o SeuNomeSemEspaco-FICLinux-2019-A1

Copiar e responder as questões abaixo:

1.Faça um ifconfig na interface eth0. Cole um recorte da tela no espaço abaixo e faça um texto indicando qual o endereço de hardware associado a esta interface, qual o endereço IPv4 e qual a máscara de subrede.


2.Faça um experimento usando o ping e o wireshark mostrando como o DNS atua para resolver o nome que está sendo "pingando". Informe em texto abaixo qual o IP do servidor DNS local e qual o IP do site que está sendo "pingado".


3,Execute o laboratório do Netkit da forma e cole abaixo a figura da rede fornecida pelo netkit:

  1. Hosts definitions

pc1[type]=generic pc2[type]=generic pc3[type]=generic


  1. Routers definitions

r1[type]=gateway

  1. Hosts' interfaces to local routers

r1[eth0]=lan0 r1[eth1]=lan1

pc1[eth0]=lan0 pc2[eth0]=lan0 pc3[eth0]=lan1 </syntaxhighlight>


4.Configure todas as interfaces dos PC usando para lan0 o prefixo 50.50.50.0/24 e para lan1 use no lugar de 50 o dia de seu nascimento. Cole uma tela mostrando PC1 pingando PC3.

5.Informe abaixo o MAC da eth0 do roteador.

6.Usando o tcpdump na eth0 do roteador mostre que a entrega é indireta.

Estendendo a rede através da LAN usando segundo AP e WAN

Conecte um segundo AP (WAN do segundo AP a LAN do primeiro AP). Teste a conectividade colocando uma máquina Linux na LAN do segundo AP. Esta configuração deve funcionar mas impõe um overhead adicional devido ao NAT realizado duas vezes...

DESAFIO: mostrar que o NAT está sendo duplicado.

WLAN-2PAs-viaWAN.png

Estendendo a rede através da LAN usando segundo AP e LAN

Discuta com o colega ao lado e pense como poderia conectar o segundo AP via LAN. Uma configuração adicional será necessária.

Estendendo a rede através do Wireless (WDS)

Estude no manual como poderia estender a rede Sem Fio usando conexão via WDS.

AULA 20 - Dia 18/04/2019

Relatório Avaliativo

PARTE 1

Usando a configuração abaixo do netkit2 e uma máquina Virtualbox devidamente configurada implementar a configuração abaixo:

ATENÇÂO: Vamos substituir a VirtualBox por uma máquina Netkit executada em OUTRO PC com a configuração:

INSTRUÇÔES para virtual box:

  • colocar rede como bridge
  • desabilitar o network manager
 sudo service network-manager stop
  • baixar a interface
 sudo ifconfig enp0s3 down
  • reconfigurar a interface (usar o endereço do seu grupo)
 sudo ifconfig enp0s3 50.50.50.11/24
  • colocar a rota direta (que se perdeu) (usar o endereço do seu grupo)
 sudo route add -net 50.50.50.0/24 dev enp0s3
  • colocar gateway default (usar o endereço do seu grupo)
 sudo route add default gateway 50.50.50.1

  1. Descrição das Máquinas e Roteadores

pc1[type]=generic pc1[eth0]=uplink:bridge=eth0:ip=dhcp

</syntaxhighlight>


Aval2-Parte1-FICLinux2019-2.png

  1. Descrição das Máquinas e Roteadores

r1[type]=gateway r2[type]=gateway pc1[type]=generic

pc1[eth0]=lan1

r1[eth0]=uplink:bridge=eth0:ip=VER COM PROFESSOR r1[eth1]=lan2

r2[eth0]=lan1 r2[eth1]=lan2 </syntaxhighlight>

Construir um doc conforme aula anterior com as seguintes informações:

  1. Coloque a tela de um píng funcionando de R1 para PC1
  2. Cole a tela da tabela de roteamento de R2
  3. Cole a tela de um ping de uma máquina VirtualBox (netkit) no R1 (uplink)
  4. Cole a tela de um ping funcionando uma máquina VirtualBox (netkit) no PC1

Note que o gateway default da máquina virtual deverá ser reconfigurado para PC1.

ADENDO: Coloque em R1 rotas para as redes dos PC1 dos demais grupos.

PARTE 2

Acrescente na sua rede um AP configurado como indicado abaixo:

OBS: Para este exercício configuramos estaticamente todos os endereços para o lado do backbone (Laboratório). Usamos 50.50.50.0/24

Aval2-Parte2-FICLinux2019-2.png


ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO 1

Refazer o relatório Avaliativo 1 proposto anteriormente. Enviar doc para o SIGA A

ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO 2

Registre em um DOC e faça um post no SIGA A colando a imagem das telas das saídas de cada comando!

Roteiro de atividades sobre o IPv6

A figura abaixo apresenta o diagrama esquemático da rede a ser montada/analisada. Observe que todos os IPv6 Global Unicast já estão definidos na mesma, são esses IPs que utilizaremos em nosso experimento.

Diagrama rede IPv6.jpg

  1. Crie em seu computador um arquivo com nome /home/aluno/IPv6.conf, com o seguinte conteúdo:
    #Ligacao das maquinas nos dominios de colisao
    #Duas pequenas redes interligadas pelo backbone
     
    # Hosts definitions
    pc1[type]=generic
    pc2[type]=generic
    pc3[type]=generic
    pc4[type]=generic
     
    # Hosts' interfaces to local routers
    pc1[eth0]=link0:ipv6=2001:bcc:faca:1::101/64
    pc2[eth0]=link1:ipv6=2001:bcc:cafe:1::102/64
    pc3[eth0]=HUB1:ipv6=2001:bcc:1f0:1::103/64
    pc4[eth0]=HUB1
     
    #Default Gateways definitions
    pc1[route]=default6:gateway=2001:bcc:faca:1::1
    pc2[route]=default6:gateway=2001:bcc:cafe:1::1
    pc3[route]=default6:gateway=2001:bcc:1f0:1::1
     
    # Routers definitions
    r1[type]=gateway
    r2[type]=gateway
     
    #Routers interfaces definitions
    r1[eth0]=backbone0:ipv6=2001:db8:dead:1::1/64
    r1[eth1]=link0:ipv6=2001:bcc:faca:1::1/64
    r1[eth2]=link1:ipv6=2001:bcc:cafe:1::1/64
     
    r2[eth0]=backbone0:ipv6=2001:db8:dead:1::2/64
    r2[eth1]=HUB1:ipv6=2001:bcc:1f0:1::1/64
     
    #Routers definitions
    r1[route]=2001:bcc:1f0:1::0/64:gateway=2001:db8:dead:1::2
    r2[route]=2001:bcc:faca:1::0/64:gateway=2001:db8:dead:1::1
    r2[route]=2001:bcc:cafe:1::0/64:gateway=2001:db8:dead:1::1
    
  2. Tenha certeza que o Netkit2 estja atualizado: General >> Update.
  3. Rode o NetKit em seu computador. Em um terminal digite:
    netkit2 &
    
  4. No menu File - Load and Run, procure o arquivo /home/aluno/IPv6.conf e clique em OK. Abrirá uma janela com 6 abas, onde cada uma delas é um terminal de configuração do respectivo equipamento: pc1-4 ou r1-2.
  5. Observe que o pc4 não está com sua interface configurada.
  6. Ao clicar no menu File - Graph, pode-se ter uma visão da rede a ser simulada e conferir se é equivalente ao diagrama proposto.
  7. Faça um ping6 entre o pc1 ao pc3:
    ping6 -c4 2001:bcc:1f0:1::103
    
  8. Faça um ping6 entre o pc1 e pc2.
  9. No pc4 use o seguinte comando para adicionar o endereço IPv6 à interface de rede:
    ip addr add 2001:bcc:1f0:1::104/64 dev eth0
    
  10. No pc4, acrescente o default gateway com o seguinte comando:
    ip -6 route add default via 2001:bcc:1f0:1::1 dev eth0
    
  11. No pc1 use o seguinte comando para verificar como ficou a configuração dos endereços da interface de rede. O resultado é similar ao apresentado pelo comando ifconfig:
    ip addr show dev eth0
    
  12. Todo o roteamento está pronto, mas caso desejássemos poderíamos acrescentar rotas com comando similares aos já utilizados. Por exemplo, no r1, para adicionar uma rota estática para a rede dos pc3 e pc4 utilizaríamos o seguinte comando:
    ip -6 route add 2001:bcc:1f0:1::/64 via 2001:db8:dead:1::2 dev eth0
    
  13. Confira as rotas estabelecidas em todos os hosts com o comando abaixo.
    1. São coerentes com os dados apresentados no diagrama acima?
      ip -6 route show
      
  14. No pc1 use os seguintes comandos para ver a rota para alguns vizinhos:
    traceroute6 2001:bcc:1f0:1::103
    traceroute6 2001:bcc:1f0:1::104
    
    • Anote as rotas.
  15. Deixe um ping6 entre o pc1 ao pc3 rodando:
    ping6 2001:bcc:1f0:1::103
    

ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO 3

Registre em um DOC e faça um post no SIGA A colando a imagem das telas das saídas de cada comando! Coloque também a resposta as perguntas.

Objetivos

  • Familiarizar-se com o UDP
  • Entender a estrutura do pacote UDP
  • Entender o conceito de portas

Fonte Base

Parte 1 - Fluxo único UDP

  1. Combinar equipes com dois computadores para execução do experimento.
    • Uma equipe escutará na porta 5000 e a outra equipe transmitirá uma mensagem nessa porta. Os processos de transmissão e recepção podem ocorrer simultaneamente, em terminais distintos.
    • Cada equipe deve identificar os IPs (IP_DEST) das máquinas de seus pares.
  2. Cada equipe deve abrir uma Janela de terminal.
  3. Cada equipe deve preparar o Wireshark, interfaces any, para escuta das portas no protocolo UDP usando um filtro:
    udp.port==5000
    
  4. A equipe da escuta na porta 5000 executa no terminal:
    netcat -u -l -p 5000
    
  5. A equipe que irá transmitir para a porta 5000 executa no terminal:
    netcat -u IP_DEST 5000
    
    • Em seguida escreve no terminal uma mensagem de até 20 caracteres, ao teclar <Enter> a mensagem será enviada.
    • O wireshark deve ter capturado os pacotes UDP
  6. Identifique e anote os seguintes dados na captura do wireshark:
    • IP FONTE e DESTINO
    • PORTAS FONTE E DESTINO para ambas comunicações
    • Campo de protocolo no pacote IP
    • Campo de tamanho (anote o tamanho) e checksum no pacote (datagrama) UDP
    • O campo de dados no pacote UDP
  7. Troquem os papéis das equipes: quem houvia agora transmite mensagens.
  8. Cada equipe pode transmitir sequencialmente várias mensagens, devendo identificar múltiplos datagramas UDP.
  9. PERGUNTAS baseadas na captura:
    1. Qual o tamanho de cada campo do cabeçalho do pacote UDP?
    2. Qual o tamanho máximo do número de porta?
    3. Qual o tamanho máximo da área de dados (payload) do pacote?
    4. Qual o número identificador de protocolo UDP no pacote IP?
    5. Em algum momento foi identificado algum procedimento para estabelecimento de conexão?
    6. Em algum campo do UDP existe numeração de mensagens?

AULA 20 - Dia 18/04/2019

Curso FIC Linux 2018

Semestre 2018-2 - Prof. André D'Amato

Introdução ao Sistema Operacional Linux

10/09/18: Aula01

Apresentação da Disciplina, Introdução a Informática e Memória e Armazenamento Aula 01

Curso FIC Linux 2016

Semestre 2016-2 - Prof. Luciano Barreto

Introdução ao Sistema Operacional Linux

04/10/16: Aula01

Apresentação da Disciplina, Introdução a Informática e Memória e Armazenamento Aula 01

06/10/16: Aula 02

Introdução ao Linux, Sistema de Arquivos e Conhecendo o Terminal Aula 02

11/10/2016: Aula 03

Continuação Comandos no Terminal Aula 03

13/10/2016: Aula 04

Continuação Comandos no Terminal

18/10/2016: Aula 05

Lista de Exercícios Aula 05 - Lista de Exercícios

20/10/2016: Aula 06

Introdução ao Gerenciamento de Processos Aula 06 - Gerenciamento de Processos

25/10/2016: Aula 07

Gerenciamento de Usuários Aula 07 - Gerenciamento de Usuários

Permissionamento Aula 07 - Permissionamento

27/10/2016: Aula 08

Continuação Permissionamento

Instalação Linux Aula 08 - Instalação Linux

01/11/2016: Aula 09

Continuação Instalação Linux

Instalação de Pacotes via Apt Aula 09 - Instalação Pacotes

03/11/2016: Aula 10 Continuação Lista Exercícios (47 - 60)

AULA 11 - Dia 18/04/2019

AULA 12 - Dia 18/04/2019

AULA 13 - Dia 18/04/2019

AULA 14 - Dia 18/04/2019

AULA 15 - Dia 18/04/2019

AULA 16 - Dia 18/04/2019

AULA 17 - Dia 18/04/2019

AULA 18 - Dia 18/04/2019

AULA 19 - Dia 18/04/2019

AULA 20 - Dia 18/04/2019

Semestre 2016-1 - Prof. Luciano Barreto

Diário de Aulas 2016 - 1

29/03/16: Apresentação do curso

Apresentação do curso, Visão geral de funções, responsabilidades e estruturas de um SO.

31/03/16: Introdução a Sistema de Arquivos e Terminal

Estrutura do Sistema de Arquivos Linux, Introdução a comandos no Terminal.

04/04/16: Continuação Terminal

Continuação de comandos no terminal, redirecionamento de saída e caracteres coringa.

07/04/16: Introdução a Processos e Usuários

Conhecendo Processos e Gerenciamento de usuários

12/04/16: Lista de Exercícios de Comandos no Terminal

Emulador de Terminal no navegador (demora um pouquinho pra abrir)

14/04/16: Usuários, Grupos e Permissões

Administração de usuários, grupos e adicionando permissões a arquivos.

19/04/16: Instalação do Linux

Instalação do Sistema Linux em modo texto, gráfico e dualboot.

26/04/16: Introdução ao Shell Script

Introdução ao Shell Script

28/04/16: Continuação ao Shell Script

Introdução ao Shell Script

03/05/16: Lista de Exercícios

Lista de Exercícios até a aula de 28/04/16

Semestre 2015-2
Bem-vindo ao

Curso de Formação Continuada de Configuração de Redes de Computadores Linux
do Instituto Federal de Santa Catarina - Campus São José

Introdução ao Sistema Operacional Linux

Diário de Aulas 2015

13/10

Parte 1: Slides da aula: Arquivo:Introducao.pdf
Exercício sobre taxa de transferência: Arquivo:Exercicio taxa Transferencia.pdf

Parte 2: Slides da Aula: Arquivo:LinuxModoTexto.pdf
Exercícios sobre comandos básicos do Linux: Arquivo:ExercícioLinuxTexto.pdf

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Parte 3: Slides da Aula: Arquivo:Parte3.pdf

20/10

Parte 4: Slides caracteres coringas: Arquivo:Coringas.pdf

Exercícios caracteres coringas: Arquivo:Exercício CB03 Pokemon.pdf

Parte 5: Sildes Redirecionamento: Arquivo:Redirecionamento.pdf

Exercícios redirecionamento e pipe: Arquivo:Ex pipe.pdf

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Parte 6: Slides Processos: Arquivo:FICLinux Processos.pdf

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Parte 7:' Slides Usuários e Grupos: Arquivo:UserGroup.pdf
Exercícios: Arquivo:Usuarios.pdf
Exercícios (.odt): Arquivo:Usuarios.odt

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Parte 8: Slides Introducao a Redes: Arquivo:FICLinux Introducao Redes.pdf

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Parte 9: Slides permissionamento: Arquivo:Permissionamento.odp
Exercícios permissionamento: Arquivo:Exercício Perm02.odt
Outro exercício permissionamento: Arquivo:Exercício Perm04 GatosRatosCães.odt

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Parte 10: Slides Redes - Broadcast: Arquivo:FICLinux Introducao Redes Broadcast 01.pdf

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Parte 11: Slides Script: Arquivo:Scripts do Linux.odp
Exercícios Scripts: Arquivo:Exercício Scripts01 pdfmerger.odt

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Parte 12: Introdução para comandos em Bash: Arquivo:Introdução ao Shell 2015 1.pdf