Comunicação Homem-Máquina

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Índice

INTERFACE HOMEM-MÁQUINA

A interface é responsável por fazer o usuário ter condições de interagir com a funcionalidade do sistema. Fazer a qualidade de vida do usuário melhor. Entender a comunidade de usuários e tarefas. Análise dos requisitos, dos usuários, das tarefas, concepção, especificação e prototipação da interface e avaliação da utilização do protótipo.

DESENVOLVIMENTO DA INTERFACE

PADRÕES: São referências, amplas e genéricas, geralmente empregadas em todos os projetos de interface. Exemplos: consistência, minimizar erros, recuperar erros, metáforas, etc.

DIRETRIZES: ações/especificações propostas por manuais, guias ou livros, geralmente disponíveis ao público. Exemplos: desenho centrado no usuário, considere a limitação da memória humana, etc.

GUIDELINES: são guias de estilo, especificam o comportamento e os elementos da interface com detalhes. Exemplos: botão de iniciar no rodapé da página, lado esquerdo, Botão cancelar é o default, etc


DEFINIÇÕES

LINGUAGEM PARA CHM: É a forma através da qual os usuários se interagem com o sistema, utilizando recursos exclusivamente computacionais. A sua finalidade é permitir a operação e a supervisão de toda a rede do SARTRA (Sistema Automático Remoto de Testes da Rede de Assinantes).

PERIFÉRICOS: São os dispositivos através dos quais são estabelecidas as comunicações entre os usuários e o sistema. Podem ser: Terminal de vídeo com modo de transmissão caractere à caractere; Terminal de vídeo com modo de transmissão por bloco de caractere; Teleimpressora; Impressora; Microcomputadores pessoais; Telefone.

DESCRIÇÃO DOS REQUISITOS

GERAIS: A linguagem para CHM deve entender basicamente aos requisitos tais como:

  • Segurança - mecanismo que assegurem a rejeição de comandos que comprometam a integridade do sistema, ou nele interfira de modo prejudicial;
  • Confiabilidade - garantia de inteligibilidade e funcionabilidade do sistema de CHM;
  • Simplicidade de Entendimento - facilidade de interpretação das mensagens;
  • Conversacionalidade - possibilidade de interação através do diálogo HM;
  • Flexibilidade - facilidade de adaptação às necessidades da Empresa operadora, através da introdução de novos comandos;
  • Facilidade de Utilização - comunicação clara, direta e objetiva em lingua portuguesa.

A linguagem para CHM deve seguir recomendações estabelecidas pelo ITU-T (recomendações Z301 à Z331).

DIÁLOGO: A interação entre o usuário e o sistema deve ser feita em linguagem e terminologia próprias aos usuários do sistema, deve ser minimizada a operação baseada em manuais não necessitando dos mesmos para a compreensão, deve ser possível a interação entre o sistema e o usuário durante o tratamento de qualquer comando.

SOFTWARE PARA CHM:

O software deve oferecer facilidade de controle do sistema e as necessidades de operação , supervisão, gerencia da rede configurada e informações de entrada e saída.

O software para CHM deve ter os seguintes requisitos:

  • Níveis de prioridade das mensagens de saída.Ex: Alarmes e relatórios.
  • Prioridade das mensagens de saída em relação a comandos de entrada, com possibilidade de interrupção das saídas, através de comandos específicos.
  • estrutura modular de forma a permitir a inserção de uma nova função sem afetar as já existentes.
  • Permitir a especialização de periféricos de E/S de forma a garantir um padrão de segurança e confiabilidade na interação homem-maquina.
  • Possuir mecanismos de segurança e confiabilidade, tendo redundância de periféricos, em caso de indisponibilidade de funcionamento outro periférico (reserva) assume automaticamente.
  • Possuir mecanismo de proteção (pressionamento de certas funções) contra acessos não autorizados.
  • Possibilidade de confirmação do comando de supressão.
  • Diferenciação de formato entre comando de entrada e mensagem de resposta para operador.
  • Consistência e critica, de imediato, aos comandos de entrada contra erros de utilização de linguagem.
  • Possibilidade de minimizar a intervenção de operadores , com os macro-comandos.
  • Qualquer solicitação de operador a partir de um periférico, deve ser respondida nele mesmo a menos que outro periférico seja indicado para a resposta.
  • Possibilidade de haver um periférico mestre, que registrara todas as ocorrências na comunicação.
  • Carga de arquivos via programas, a pedido do operador.
  • Atribuição de prioridades para programas, de forma que processos mais urgentes possam ser atendidos prontamente.
  • Gerencia de dispositivos de entrada e saída para que se tenha: Otimização de uso dos periféricos.
  • Geração de escalonamento de execução de programas.
  • Análise de compatibilidade de execução de programas.
  • Cancelamento de execução de programas a pedido do operador.
  • Possibilidade de emissão de relatórios que retrate a utilização de programas.
  • Possibilidade de interação entre programas carregáveis e residentes.
  • Continuidade nas linhas de impressão de mensagens por impressora.
  • Alocação de periféricos a uma tarefa especifica, a critério do operador.
  • Mudança do modo direto para o modo interativo ou menu.
  • possibilidade de perfeita navegabilidade entre as diversas opções do menu e comandos do sistema.
  • Possibilidade de configuração e reconfiguração do sistema e da especialização dos periféricos, com comandos de CHM.
  • Por CHM deverá ser possível fazer associação de códigos alfanuméricos, com a finalidade de facilitar a operação do sistema.

COMANDOS

Códigos de Comandos:

Os códigos de comandos devem ser compostos de seis caracteres (maiúsculos) divididos em três campos. Os campos de caracteres devem ser mnemônicos a fim de identificar claramente , a ação , o objeto da ação e o recurso, cujas especificações estão descritas a seguir:

  • AÇÃO: especifica a função de operação que se pretende executar.
  • OBJETO da Ação : especifica a característica do recurso que sofrera a ação.
  • RECURSO: especifica o recurso que sofrerá a ação.

Ação

Existem oito diferentes ações que podem ser exercidas sobre o sistema para atender aos processos de operação, manutenção, supervisão e gerencia do SARTRA:

  • CRIAÇÃO - MNEMÔNICO C: Reconhecimento lógico da existencia de recursos físicos ou não.
  • SUPRESSÃO - MNEMÔNICO S: Reconhecimento lógico da não existência de recursos, físicos ou não.
  • INTERROGAÇÃO - MNEMÔNICO I: Obtenção de informação sobre a configuração do sistema, dados semi-permanentes, arquivos, tabelas, falhas, alarmes etc..
  • MODIFICAÇÃO - MNEMÔNICO M: Alteração de configuração, dados semi-permanentes etc..
  • PROGRAMAÇÃO - MNEMÔNICO P: Previsão em agenda da ativação de processos de coleta de dados, de testes, controle etc..
  • REMOÇÃO - MNEMÔNICO R: Retirada de agenda da programação de ativação de processos de coleta de dadso, de testes, controle etc..
  • ATIVAÇÃO - MNEMÔNICO A: Solicitação de execução de processos de coleta de dados, de teste, controles etc..
  • DESATIVAÇÃO - MNEMÔNICO D: Solicitação de suspensão de execução de processos de coleta de dados, de teste, controle etc..

Objetivos

Os objetivos de ação para entender aos processos de operação, manutenção, supervisão e gerência do SARTRA e seus respectivos mnemônicos estão descritos a seguir:

AAL
Associação de classes de alarmes
ALM
Alarme
AGE
Agenda
CAR
Carga de programa, arquivo, tela..
CME
Conteúdo de memória, arquivo, tela..
CNF
Configuração
DEB
Descarga de Buffer
EST
Estado operacional
EXL
Exame de linhas
LCO
Limite de controle de insucessos sucessivos
MAC
Macro-comandos
PGD
Programas disponíveis
REL
Relógio
SAI
Saída de periférico
SEN
Senha
SBD
Estatus
TAB
Tabela/Arquivos
TAL
Teste de alarmes
SUD
Supervisão de desempenho

Recurso

O recurso sobre o qual podem ser executadas as ações para atender as configurações do SARTRA e seu mnemônico é ST - SARTRA.

PARÂMETROS: É o mnemônico de até seis caracteres que identifica os limites de aplicação de comando descritos a seguir:

AG
Identificação de agenda
APRAL
Identificação da forma de apresentação de alarme
AQ
Arquivo/Tabela/Buffer/conteúdo de memória..
AQD
Identificador do arquivo de destino
AQO
Identificador do arquivo de origem
CLASSE
Classe de alarme
CODFAL
Código de falha
CX
Código de comando
DATA
Data
DISEM
Dia da semana
DAD
Dados
ESPEC
Especificação de periférico
EST
Estado operacional
FER
Feriado ou dia especial
FUP
Follow-up
IOP
Identificação do operador
LICOI
Limite de controle de insucessos sucessivos
LIMI
Limite inferior do padrão de referências
LIMS
Limite superior do padrão de referências
MACRO
Macro-comando
MDST
Identificação do módulo do SARTRA
MODSAI
Modo de saída
MOA
Identificação do módulo de assinante
NA
Número de assinante
NE
Número de equipamento
NAT
Número de ativação
NUR
Número de repetições
PE
Identificador de periférico de saída
PERIF
Identificador de periférico
RELOG
Relógio data e hora
RO
Identificador de rotas de central
STEST
Identificador da natureza do teste
TEA
Tempo entre ativações
TIEXL
Tipo de exame
TOBS
Tempo de observação
TEMRT
Tempo de resposta de teste

Descrição de Parâmetros da Central Trópico RA

COMANDOS HOMEM MÁQUINA DA TROPICO RA

A seguir será mostrado os comandos CHM da Central Tropico RA,suas sintaxes de entrada e as possíveis saídas para cada configuração de entrada de comando.E também uma descrição completa de todos os parâmetros dos comandos, com os valores que podem assumir. Os comandos são apresentados agrupados por recurso da central.

Usuário de CHM

Comandos:

CDADUC CRIAÇÃO DE DADOS DE USUÁRIO DE CHM.

IDADUC INTERROGAÇÃO DE DADOS DE USUÁRIO DE CHM.

ISENUC INTERROGAÇÃO DE SENHA DE USUÁRIO DE CHM.

MDADUC MODIFICAÇÃO DE DADOS DE USUÁRIO DE CHM.

MTEFUC MODIFICAÇÃO DE TECLA DE FUNÇÃO DE USUÁRIO DE CHM.

SDADUC SUPRESSÃO DE DADOS DE USUÁRIO DE CHM.

Teclas Especiais e de Função

Teclas especiais são aquelas que quando pressionadas isoladamente ou juntamente com a tecla CONTROL (abreviada para CTRL) executam comandos especiais. As teclas de função, quando pressionadas, ativam funções especiais.

Teclas de controle do terminal:

CTRL-B - Permite cancelar o alarme sonoro do terminal.

CTRL-C - Permite cancelar um comando em andamento. Este comando encerra a execução de um comando durante a sua execução.

CTRL-H - Permite suspender temporariamente a exibição de mensagens de falha. Nos terminais especializados para saída espontâneas de mensagens de falhas (EPS=FAL). Provoca a suspensão temporária das mesmas durante 5 minutos, após o vencimento deste período o terminal retorna a condição anterior. As falhas ocorridas durante o período de suspensão, não serão recebidas. Esta tecla não provoca a suspensão da atualização do resumo de falhas, caso o terminal esteja especializado para tal. Se antes de vencer os 5 minutos esta tecla for novamente acionada, as mensagens de falha serão exibidas novamente.

CTRL-I - Solicitação de início de sessão. Após este comando, o operador deverá fornecer seu nome e senha. Se aceitos, estará aberta a sessão.

CTRL-J - Permite ativar/suspender a exibição do relógio e do calendário no topo da tela da central. O padrão (default) é sem exibição.

CTRL-K - Solicita fim de sessão. Este comando encerra uma sessão, podendo acontecer automaticamente se o operador permanecer por mais de cinco minutos sem interagir com o terminal.

Teclas para edição de linha de comando:

CTRL-A - Permite apagar parâmetro (valor e nome). Só funciona quando a linha de comando é obtida via cardápio ou diretiva. Válida somente para terminal formatado.

CTRL-D - Permite recuperar uma linha de comando executada anteriormente. O sistema armazena os 10 últimos comandos enviados à central.

CTRL-L - Permite recuperar uma linha de comando, após sua edição, eliminando os caracteres apagados que estão entre contra-barras. Válida somente para terminal não formatado.

CTRL-O - Permite inserir uma chave de comando em uma linha de comando quando a mesma foi selecionada via cardápio ou diretiva. Válida somente para terminal formatado.

CTRL-X - Permite cancelar uma linha de comando em edição.

DEL- Permite apagar o caractere anterior. No terminal não formatado e na teleimpressora os caracteres apagados aparecem entre contra-barras. Seta esquerda Permite mover o cursor para a esquerda. Seta direita Permite mover o cursor para a direita.


Teclas para controle de telas

CTRL-Q - Permite continuar a exibição de uma saída de comando no terminal de vídeo ou na teleimpressora. Permite prosseguir uma saída de comando interrompida pelo comando CTRL-S.

CTRL-R - Permite chamar o cardápio de recursos. Válida somente para terminal formatado.

CTRL-S - Permite suspender a exibição de uma saída de comando no terminal de vídeo ou na teleimpressora. A tela fica congelada até a execução do comando de liberação da listagem (CTRL-Q).

CTRL-V - Permite voltar ao cardápio anterior. Válida somente para terminal formatado.

CTRL-W - Permite recuperar a tela corrente. Válida somente para terminal formatado.

Teclas de ajuda

CTRL-P - Permite ativar a ajuda dos parâmetros. Ao ser selecionada uma configuração de comando (via cardápio ou diretiva), permite ao operador obter os valores válidos para o parâmetro selecionado. Válida somente para terminal formatado.

CTRL-T - Permite ativar a ajuda das teclas (somente em terminal formatado) ou a ajuda de comandos do editor quando em edição de arquivo.

Teclas de controle de funções especiais

CTRL-E ou PF3- Permite ativar, em um terminal formatado, o editor de arquivos. Para terminal não formatado somente é válida a tecla CTRL-E.

CTRL-F ou PF1- Permitem ativar, em um terminal formatado, uma tecla de função pré-programada (seguida de um número de 0 a 9). Para terminal não formatado somente é válida a tecla CTRL-F (seguida de um número de 0 a 9).

CTRL-U ou PF2- Permitem ativar, em um terminal formatado, o controlador de conexão remota. Para terminal não formatado somente é válida a tecla CTRL-U.


Editor de arquivos do Trópico RA

Ao ser selecionada a tecla de função que aciona a função de edição de arquivos no TRÓPICO RA (CTRL E ou PF3), será apresentada ao operador a primeira tela, cuja finalidade é solicitar o nome do arquivo que se deseja editar (criar ou modificar). A partir do nome digitado pelo operador, será verificado se existe tal arquivo no diretório corrente. Caso o arquivo exista, este será carregado e aparecerá como mensagem auxiliar o número de linhas carregadas. Caso o arquivo não exista, será indicado, também como mensagem auxiliar, que este arquivo é novo. Para ambos os casos o nome do arquivo aparecerá na linha em vídeo reverso que separa a janela de trabalho da janela de comandos do editor.

Na janela de entrada de comandos de edição aparecerá um “prompt” (EDT>) indicando que o editor está pronto para receber comandos. O editor de arquivos só se aplica a arquivos cuja extensão seja “.CMI” ou “.MCO”. Toda linha de comando dos arquivos .CMI e .MCO deve se iniciar com um prompt “<“. Caso não o seja, o sistema tratará a linha como sendo um comentário. Se o comando necessitar de mais de uma linha, é necessário iniciar as linhas seguintes à primeira com um prompt de continuação “>”. Se o comando necessitar de diálogo, deve-se editar o comando numa linha e a resposta ao diálogo na linha seguinte utilizando-se do caractere dois pontos “:” antecedendo a resposta requerida. Por exemplo, caso o diálogo necessite a letra “S” como resposta, a linha deverá ser: S.

O formato geral dos comandos do editor é o seguinte:

EDT><com>[par1][,par2]...[,parn]

onde <com> é um comando genérico seguido dos parâmetros, que podem ser opcionais. Exemplos:

EDT> D3,6 (deleta as linhas de 3 a 6); EDT> M2,5,9 (move as linhas de 2 a 5 para as linhas de 9 a 12).

Os comandos previstos são os seguintes:

C - Cópia de linhas de texto. Deve ser especificada a linha inicial, podendo ser especificada a linha final, nova linha inicial e quantidade de vezes que deve ser repetida a cópia.

D - Supressão de linhas de texto. Podem ser especificadas as linhas inicial e final do texto a ser suprimido.

E - Gravação do arquivo no disco. Este comando encerra a edição de arquivo.

I - Inserção de linhas. Permite inserir linhas em um arquivo novo ou em arquivo já existente. Pode ser especificada a linha a partir da qual se deseja inserir texto. Se for omitido este parâmetro a inserção será feita após a última linha do arquivo.

L - Listagem de linha de texto. Deve ser especificada a linha a partir da qual inicia a listagem, podendo também ser especificada a linha final.

M - Movimentação de linhas de texto. Deve ser especificada a linha inicial, podendo ser especificada a linha final e a nova linha inicial. Se forem omitidos estes últimos parâmetros, move-se apenas a linha inicial para a posição atual do cursor.

P - Listagem de texto parando a cada página. Deve ser especificada a linha inicial, podendo ser especificada a linha final da listagem.

Q - Fim de edição sem gravação. Este comando encerra a edição de arquivo.

R - Substituição de texto. Podem ser especificadas as linhas inicial e final do trecho onde se deseja realizar a substituição, devendo ser especificadas a seguir, entre aspas, a seqüência a ser substituída e a nova seqüência desejada. Pode ser adicionada uma interrogação antes do comando (?R), fazendo com que a substituição seja feita somente após uma confirmação.

S - Procura de texto. Podem ser especificadas as linhas inicial e final do trecho onde se deseja realizar a procura, devendo ser especificada a seguir, entre aspas, a seqüência que se deseja procurar. Pode ser adicionada uma interrogação antes do comando (?S), permitindo repetir a procura após cada seqüência encontrada.

T - Inserção de linha de texto em um arquivo. Pode ser indicada a linha na qual se deseja inserir o texto, sendo as linhas subseqüentes deslocadas de uma posição. Se for omitida a linha, insere-se o texto na linha onde o cursor se encontra. Para posicionar-se o editor diretamente em uma determinada linha, basta digitar o número da linha desejada.

CTRL-T - Permite ativar o help de comandos do editor quando em edição de arquivo.

CTRL-X - Permite cancelar uma linha em edição.

CTRL-Z - Permite finalizar o modo inserção retornando ao “prompt” (EDT>).

DEL- Permite apagar o caractere anterior. No terminal não formatado e na teleimpressora os caracteres apagados aparecem entre contra-barras.

Seta esquerda - Permite mover o cursor para a esquerda.

Seta direita - Permite mover o cursor para a direita.

MODOS DE OPERAÇÃO

Alguns modos de operação exigem a utilização de terminais formatados, ou seja, terminais com divisão da tela por janelas, cada qual adequada a um tipo de informação de saída. Outros modos podem ser usados em terminais não formatados, onde as saídas de dados se dão a partir da posição atual do cursor, podendo este em um dado momento estar em qualquer posição da tela.

Modo de operação direto

Pode ser utilizado em qualquer tipo de terminal, seguindo a sintaxe geral apresentada neste manual. Consiste em teclar o nome do comando, seguido dos parâmetros e seus valores, quando existirem.

Modo de operação por tecla de função

Pode ser utilizado em qualquer tipo de terminal. Consiste em associar às teclas de função de um usuário de CHM uma linha de comando completa, de acordo com a sintaxe dos comandos. A linha de comando associada à tecla pode ser obtida para terminal formatado, teclando-se PF1 seguido do número da tecla (0 a 9); para todos os tipos de terminais, teclando-se CTRL-F seguido do número da tecla (0 a 9).

Modo de operação por diretivas

Neste modo o operador deverá teclar o código do comando, pressionando a tecla “RETURN” (ou “ENTER”, dependendo do terminal utilizado). Em seguida será oferecido um cardápio com as configurações possíveis para este comando. Escolhida a configuração é apresentado o código do comando já com os parâmetros, devendo o operador posicionar o cursor em cada parâmetro e preencher seus valores. Para obter os valores válidos para cada parâmetro deve-se posicionar o cursor em seguida ao parâmetro e teclar CTRL-P. Válido somente para terminais formatados.

Modo de operação por cardápio

Neste modo o operador deverá escolher, através de cardápios sucessivos, o recurso, tipo de ação, comando e configuração de parâmetros. O primeiro cardápio pode ser obtido logo após a abertura de sessão ou teclando-se CTRL-R. Válido somente para terminais formatados.

ESTRUTURA DOS COMANDOS DO SISTEMA

Para a apresentação dos comandos algumas regras de sintaxe foram adotadas, visando formalizar as entradas e saídas dos mesmos. O código dos comandos é formado por seis letras alfabéticas, no formato AOOORR, com os seguintes significados:

A Representa a ação a ser tomada; OOO Representativas do objeto, motivo, causa da ação; RR Representativas do recurso a ser objeto da ação.

Parâmetros dos comandos

Como parte complementar, nem sempre necessária, são utilizados os parâmetros, que se caracterizam por especificar a função a ser executada. São formados por mnemônicos de 3 caracteres (PAR) alfanuméricos, sendo o primeiro caractere uma letra. As regras para representação destes parâmetros vêm a seguir.

Parâmetros com valor único

São representados no manual apenas pelo nome, porém no terminal CHM devem ser introduzidos no formato PAR=<par>, onde <par> é um valor válido para o parâmetro PAR.

Parâmetros com vários valores

Seguem a seguinte representação:

• PAR (lista &) - parâmetros que só admitem valores listados um a um.

Exemplo: PAR=2 & 3 & 7 (2 e 3 e 7)

• PAR (lista &&) - parâmetros que só admitem valores listados seqüencialmente.

Exemplo: PAR=2 && 7 (2 a 7)

Deve-se observar que no caso de lista "até" (&&) o argumento de menor valor deve preceder o de maior valor, ou seja, não é permitida lista "até" decrescente.

• PAR (lista) - parâmetros que admitem os dois modos.

Exemplo: PAR=2 && 4 & 7 (2 até 4 e 7)

Parâmetros entre colchetes

Os parâmetros que estiverem entre colchetes ([PAR]) podem ou não ser usados. Observe que o colchete nunca é digitado, é apenas uma referência gráfica do manual.

Parâmetros entre chaves e colchetes

A notação: {[PAR1][,PAR2]...[PARn]} indica que pelo menos uma das combinações dos PARj é obrigatória.

Notações de entrada

Finalizador (;)

Para finalizar a entrada de um comando, deve-se utilizar o caractere “;”. Após sua introdução, o comando começa a ser executado pelo sistema.

Repetição de código de comando (:)

Permite que o comando seja repetido com um novo conjunto de parâmetros sem que seja necessário repetir o código do comando (CODCOM). Ex.: CODCOM:PAR=par1:PAR=par2;

Finalizador com repetição (!)

Para finalizar a entrada de um comando, e após sua execução, repetí-lo, deve-se utilizar o caractere (!).

Comentário (/* e */)

É um texto pertencente exclusivamente ao manual papel, com a finalidade de elucidar ao operador determinadas particularidades da entrada e/ou saída de um comando. Ex.: /* Exemplo de comentário */

Macro-parâmetro

Representa uma combinação de parâmetros, de forma a simplificar sua apresentação no manual, nas configurações de entrada. Em seguida é apresentado o seu significado. É utilizado para representar as seguintes possibilidades:

• Parâmetros obrigatórios:

CODCOM: MCPAR;

Onde MCPAR = P1,P2,...,PN. Todos os parâmetros são obrigatórios, não podendo ser omitido nenhum deles.

• Opcionalidade para macro-parâmetro:

CODCOM [: MCPAR];

Onde MCPAR = P1,P2,...,PN. Todos os parâmetros são opcionais, podendo inclusive ser omitidos todos os parâmetros.

• Macro-parâmetro para parâmetros opcionais e aditivos:

CODCOM: {[MCPAR]};

Onde MCPAR = P1,P2,...,PN. Todos os parâmetros são opcionais, sendo necessária a escolha de pelo menos um deles.

• Macro-parâmetro para parâmetros inteiramente exclusivos:

CODCOM: {MCPAR};

Onde MCPAR = P1,P2,...,PN. Os parâmetros são exclusivos, ou seja, deve ser obrigatoriamente escolhido um e somente um dentre os parâmetros do macro-parâmetro.

É possível estender as possibilidades acima para combinações de macro-parâmetros, utilizando-se vários macro-parâmetros para representar um grupo de parâmetros. Exemplo:

CODCOM: {MCPAR1,MCPAR2};

Onde MCPAR1 = P1,P2; MCPAR2 = P3,P4,...,PN;

Chave

Qualificador que modifica a execução normal de um comando. Corresponde a uma barra (/), seguida de duas letras, escritas em seguida ao código do comando. As chaves previstas na sistema são as seguintes: /TE: teste de parâmetros. Utilizada para que seja efetuada apenas a consistência no valor dos parâmetros, não sendo prosseguida a execução normal do comando. /MC: macro-comando. Utilizada na ativação de execução de um arquivo de comandos com extensão MCO, indicando que os valores dos parâmetros dos comandos do arquivo deverão ser preenchidos durante sua execução. Válida somente para o comando AEXEAC.

Exemplo: CODCOM/TE: P1=<p1>, P2=<p2>,...,PN=<pn>;

Cláusula

Qualificador que modifica um parâmetro. Está prevista apenas a cláusula /TO, que indica em um comando de similaridade que deve ser mostrado apenas o total de elementos que possuam similaridade em relação a um parâmetro, sem identificá-los. Exemplo: CODCOM: P1=<p1>, P2=<p2>, P3=<p3>/TO;

Periférico de saída

A saída do comando será dada, por “default”, no terminal de vídeo apropriado. No entanto, a pedido do operador esta saída poderá se dar em impressora ou disco. Para isso, o operador deverá acrescentar o parâmetro IMS ou DIS aos demais parâmetros do comando, para saída em impressora ou disco, respectivamente. Os valores permitidos para estes parâmetros estão no item “Descrição dos Parâmetros”. Exemplo: CODCOM:P1=<p1>,IMS=<impressora>;

Notações de saída

Na descrição das saídas dos comandos foram utilizadas algumas notações especiais, de forma a simplificar a apresentação no manual.

Texto

É um texto contendo qualquer informação de saída de um comando.

Exemplo: COMANDO ACEITO

Resultado

Consiste de uma ou mais linhas de saída de um comando, contendo os parâmetros de saída, precedidos e/ou seguidos opcionalmente de texto. No manual a representação relativa a parâmetros é feita por uma lista de nomes e/ou "valores" de parâmetros. Na saída do comando no terminal, entretanto, os parâmetros listados pelo nome aparecem na forma "nome=valor", enquanto que os listados pelo "valor" aparecem somente seu valor.

Exemplo: No manual aparece

PAR1 PAR2 (par3) PAR4 (par5) PAR6

   Na saída: 

PAR1="valor1" PAR2="valor2" "valor3" PAR4="valor4" "valor5" PAR6="valor6"

Cabeçalho

É um texto que consiste de uma ou mais linhas de saída de um comando, contendo os elementos de um cabeçalho de tabela ou relatório. O formato apresentado no manual é o mesmo da saída do comando. Um cabeçalho é sempre delimitado pelos símbolos "-" e "-"

Exemplo: - DURACAO TEMPO MEDIA LOC NAC ESTADO -

Linha de valores

É um texto que consiste de uma linha de saída de comando, apresentada entre parênteses, contendo:

• Um texto discriminador de linha de relatório (não aparece no caso de tabela) • Uma lista de valores de parâmetro (elementos) correspondente ao cabeçalho da tabela ou relatório.

O formato apresentado no manual é o mesmo da saída do comando.

Exemplo: Usando o exemplo do Cabeçalho: No manual:

- DURACAO TEMPO MEDIA LOC NAC ESTADO -

   (dur	 tem	med	loc	nac	est) 

Na saída:

- DURACAO TEMPO MEDIA LOC NAC ESTADO -

HORARIO	60	27	3	7	BLQ 

Descritor (//)

É um texto que explica o conteúdo da saída, quando é inviável apresentar essa mesma saída de forma explícita. O conteúdo apresentado no manual é diferente da saída do comando.

Exemplo:

// Esta saída conterá os números programados pelo assinante para o serviço suplementar discagem abreviada // 

Contém um texto que é apresentado na saída como uma solicitação (pergunta) e também a informação de como deverá ser a entrada (resposta). Todo diálogo é delimitado pelos símbolos "{" e "}".

Exemplo: Formato de saída /* Haverá uma solicitação de confirmação de supressão, que terá o seguinte formato de entrada */ { CONFIRMA DELECAO (S/N): } /* Confirmação*/ ARQ /* Negação */ ARQUIVO NAO DELETADO

Mudança de ordem (!)

O símbolo "!" é usado na representação de uma saída em que, conforme a configuração dos parâmetros de entrada, existe apenas uma troca na ordem dos parâmetros de saída.

Exemplo: No manual: !PAR1  !PAR2 PAR3

Na saída: Entrou com PAR1

Entrou com PAR2

Indicador de lista de saída (< e >)

Os símbolos "<" e ">" são usados na representação de saídas em que será apresentada uma lista de valores assumidos pelos parâmetros em questão.

Exemplo: No manual: <PAR1> <(par2)> Na saída: PAR1=valor1 valor1 PAR1=valor2 valor2 " " " PAR1=valorn valorn

Valor não obtido (?)

O símbolo "?" pode aparecer na saída de um comando substituindo o valor de um parâmetro; este caractere significa que o sistema não conseguiu obter o valor daquele parâmetro solicitado.

Mensagens especiais

As mensagens especiais, que são saídas relativas à execução de comando caracterizadas por algum tipo de anomalia (erro ou execução incompleta), são compostas por até três conjuntos de informações, como descrito a seguir.

Causa (obrigatório)

Possui o formato: ME: Texto com informação concisa e clara sobre a anomalia ocorrida.

Elemento inválido (opcional)

Possui o seguinte formato: EI: Texto indicando o ponto onde aparece a anomalia. O texto do elemento inválido tem uma sintaxe própria, semelhante à sintaxe de entrada e saída dos comandos. Pode conter parâmetros expressos pelo nome e valor, lista de parâmetros expressos pelo nome e valor, nome de parâmetro lista de nomes de parâmetros, valor de parâmetro ou chave de comando. A sintaxe para os casos previstos é a seguinte:

EI: PAR "PAR" representa o nome e valor de qualquer parâmetro de entrada do comando. Se o parâmetro indicado for único, é usado o próprio mnemônico do parâmetro. Exemplo: EI: ASS EI: PAR(lista) semelhante ao caso anterior, porém o valor do parâmetro é constituído por uma lista de argumentos. Ex: EI: ASS(lista) EI: -PAR- "-PAR-" indica apenas o mnemônico de qualquer dos parâmetros de entrada, sem especificação de valores. Se representar apenas um parâmetro, o próprio mnemônico do parâmetro deverá ser usado.

Ex: EI: -ASS- EI: (par) Designa o valor de um parâmetro qualquer, dentre os parâmetros de entrada. Se houver somente um parâmetro de entrada, usa-se o próprio mnemônico do parâmetro. EI: <PAR> Indica uma lista de mnemônicos e valores de parâmetros, dentre os parâmetros de entrada. EI: <-PAR-> Indica uma lista de mnemônicos de parâmetros, dentre os parâmetros de entrada. Quando houver designação específica dos nomes dos parâmetros, usam-se os próprios mnemônicos na lista.

Ex: -ASS NEA TLI- EI: (chv) Designa uma chave de comando. Se for representada uma chave específica, deve-se usar a própria chave. Ex: EI: /UD

Procedimento (opcional)

Possui o formato: PROC: Texto indicando ao operador como proceder para sanar o problema. Esse texto mostra o procedimento de forma direta ou referência uma atividade (operacional, manuseio, manutenção corretiva) a ser cumprida.

Saídas espontâneas

São mensagens que são mostradas espontaneamente devido a ação anterior do operador através de algum comando ou mesmos devido a ações automáticas do sistema. Todas as mensagens espontâneas são precedidas de um indicador de início de mensagem ###IME e do código da central que a está gerando. O texto da mensagem espontânea é seguido de um indicador de término de mensagem FME###. Formato geral:

      1. IME indicador de início de mensagem espontânea

AAAAAA indicador de código da central

      • XXX indicador de tipo de mensagem espontânea

Texto específico conforme o tipo de mensagem

      • indicador de fim de texto de mensagem espontânea

FME### indicador de término de mensagem espontânea

As mensagens espontâneas se classificam nos seguintes tipos:

• Mensagens de falhas: identificadas por ***FAL • Mensagens de falhas externas: identificadas por ***FEX • Chamada maliciosa: identificadas por ***MAL • Chamada maliciosa externa: identificadas por ***MAX • Registro de chamadas: identificadas por ***RCH • Registro de chamadas externas: identificadas por ***RCX • Resumo de falhas: identificadas por ***RFA • Resumo de falhas externas: identificadas por **RFE

• Supervisão de estado de ocupação: identificadas por ***SOC • Supervisão de estado de ocup. externa: identificadas por ***SCX • Mensagens de sincronismo: identificadas por ***SNC • Mensagens de sincronismo externas: identificadas por ***SNX • Mensagens de teste: identificadas por ***TST • Mensagens de teste externas: identificadas por ***TSX

NOTA: Quando está saindo uma mensagem espontânea em um terminal formatado, o operador deve ler o seu conteúdo antes de enviar um comando ou pedir uma tela de cardápio, pois a mensagem é perdida se o operador assim o fizer.

ESPECIALIZAÇÕES DE PERIFÉRICOS E GRAUS DE AUTORIDADE

No Sistema TRÓPICO RA cada comando exige, para ser executado, um grau de autoridade mínimo do usuário e uma especialização adequada do periférico CHM onde este comando deverá ser executado, de acordo com a gravidade da ação do comando e da responsabilidade pela sua execução. Cada periférico CHM, ao ser criado, deverá receber uma especialização para entrada de comandos, de acordo com o setor da empresa em que esteja instalado, podendo receber uma combinação de especializações.

Da mesma forma, cada usuário do Sistema deverá, ao ser cadastrado, receber um nome, senha e grau de autoridade, sendo este grau definido de acordo com a responsabilidade das ações que deva executar no Sistema. O maior grau possível é zero e o menor é 63. Ao se tentar executar um comando em um periférico com especialização diferente daquela requerida pelo comando, ou mesmo por um usuário com grau de autoridade insuficiente para tal, este comando será rejeitado e o usuário será informado através de mensagem especial (ME).

Na descrição de cada comando apresentamos os graus de autoridade e especializações de periféricos requeridos para cada um deles. Estes valores são apresentados como padrão do Sistema TRÓPICO RA, sendo que possíveis alterações deverão ser negociadas junto ao fabricante.

LISTA DE COMANDOS PRIORITÁRIOS

O sistema TRÓPICO RA possui alguns comandos de CHM, listados abaixo, que são prioritários, isto é, quando o processador de OM estiver operando em nível de sobrecarga S2 terão tratamento diferenciado em relação aos demais comandos, sendo os mesmos executados incondicionalmente. Quando um comando não prioritário for enviado para ser executado e o processador de OM estiver operando em sobrecarga, o mesmo será rejeitado através da apresentação de uma mensagem especial (ME).

AAOMPR - (ATIVACAO DO ACESSO DE PROCESSADORES AO PROCESSADOR DE OM)

ACOMEN - (ATIVACAO DE COMUTACAO DE PLANO DE ENCAMINHAMENTO DE CHAMADAS)

AEXEAC - (ATIVACAO DE ARQUIVO DE MEMORIA DE MASSA)

APRIPR - (ATIVACAO DE ATUALIZACAO DE PRIORIDADES DE PROCESSADORES)

AREIPR - (ATIVACAO DE REINICIACAO DE PROCESSADOR)

ASUOCO - (ATIVACAO DE SUPERVISAO DE OCUPACAO DE CANAIS DE COMUTACAO)

DAOMPR - (DESATIVACAO DO ACESSO DE PROCESSADORES AO PROCESSADOR DE OM)

DEXEAC - (DESATIVACAO DE ARQUIVO DE MEMORIA DE MASSA)

IFALCE - (ITERROGACAO DE FALHAS PRESENTES NA CENTRAL)

TropicoRA2.JPG

ICPEEN - (INTERROGACAO DE CONDICAO DE PLANO DE ENCAMINHAMENTO DE CHAMADAS)

IDADCT - (INTERROGACAO DE DADOS DE CONTROLE DE TRAFEGO)

IDADES - (INTERROGACAO DE DADOS DE EQUIPAMENTO DE SINALIZACAO)

IDADPR - (INTERROGACAO DE DADOS DE PROCESSADOR)

IDBIPR - (INTERROGACAO DE DADOS DE BI EM PROCESSADOR)

TropicoRA1.JPG

IEPLSP - (INTERROGACAO DE ESTADO DE SINALIZACAO DO PLANO)

IPLNCO - (INTERROGACAO DE ESTADO DOS PLANOS DA MATRIZ DE COMUTACAO)

IPRIEN - (INTERROGACAO DE PRIORIDADE DE PARA ENCAMINHAMENTO DE CHAMADAS)

MCPEEN - (MODIFICACAO DE CONDICAO DE PLANO DE ENCAMINHAMENTO DE CHAMADAS)

MDADCT - (MODIFICACAO DE DADOS DE CONTROLE DE TRAFEGO)

MEAPSP - (MODIFICACAO DO ESTADO DE ACESSO(S) AO PLANO DE SINALIZACAO)

MEBIPR - (MODIFICACAO DE ESTADO DE BLOQUEIO DE BI EM PROCESSADOR)

MECEBA - (MODIFICACAO DE ESTADO FUNCIONAL DE CELULA DE BILHETAGEM AUTOMATICA)

MEPLSP - (MODIFICACAO DE ESTADO SINALIZACAO DO PLANO)

MESEAL - (MODIFICACAO DO ESTADO DE ENVIO DE ALARMES)

MESTES - (MODIFICACAO DE ESTADO DE BLOQUEIO DE EQUIPAMENTO DE SINALIZACAO)

MESTJU - (MODIFICACAO DE ESTADO DE BLOQUEIO DE JUNTOR)

MESTPE - (MODIFICACAO DE ESTADO DE BLOQUEIO DE PERIFERICO DE CHM)

MESTPR - (MODIFICACAO DE ESTADO DE BLOQUEIO DE PROCESSADOR)

MESTRO - (MODIFICACAO DE ESTADO DE BLOQUEIO DE ROTA)

MPRIEN - (MODIFICACAO DE PRIORIDADE DE PARA ENCAMINHAMENTO DE CHAMADAS)

COMANDOS HOMEM MÁQUINA DA EWSD

Linguagem homem-máquina

O manual de linguagem homem-máquina (MML) da central EWSD é dividido em dois manuais:

- Manual de Tarefas (TML); - Manual de Máscaras de Saída (OML).

As saídas do sistema pertinentes aos comandos são mostradas em listas de referência cruzada.

Manual de Tarefas (TML)

O Manual de Tarefas (TML) é o documento de referência que contém todas as tarefas necessárias para operar o sistema, incluindo àquelas tarefas voltadas para especialistas do sistema que possuem autorizações especiais. Avanços tecnológicos têm modificado o modo como a Central é endereçada, significando que há novas interfaces para a comunicação poder ser estabelecida. Portanto, algumas tarefas comunicam-se com a Central via comandos tradicionais e outros via formatos de entrada um pouco diferentes Em consideração à continuidade, todos estes elementos serão denominados de Tarefas no futuro e serão descritas neste documento. Como no passado, o usuário acessa a informação desejada a partir do Índice do TML, ou se a tarefa é acessada a partir de um dos manuais do EWSD, através de links nestes documentos. Deve-se tomar cuidado para fazer a representação dos formatos de entrada o mais similar possível. Por exemplo, as máscaras de saída para comandos tradicionais são descritas em um manual independente (OML). Como sempre, se explicações adicionais são necessárias, as saídas dos novos formatos de tarefas são descritos em suas relevantes tarefas. Outro exemplo é o tamanho dos parâmetros de entrada nas novas tarefas que não são mais limitados em 8 caracteres, ao invés disso, os nomes de parâmetros podem ter até 20 caracteres.

Estrutura

A estrutura do TML é a seguinte: - Visão geral e índice de edições, - Introdução, - Listas de referências cruzadas para MML, e - Descrição das tarefas.

Visão Geral e Índice de edições

A Visão Geral do TML marca a seção de Administração. A visão geral contém todas as tarefas em uma forma de tabela. Todas as entradas contém uma edição e, se necessário, uma denominação de modificação. Adicionalmente, contém uma lista de outras seções do TML, p. ex. a Introdução. A visão geral contém links que permitem ao usuário saltar para a informação desejada em outra seção do TML. Introdução

A Introdução contém instruções específicas para utilização do TML, incluindo as diferenças relevantes na operação entre os comandos tradicionais (tarefas MML) e as novas tarefas. Onde a informação é válida para todas as tarefas, este aparece somente uma vez. Onde há diferenças, é claramente mostrado para quais tipos de tarefas a informação é relevante.

Descrição das tarefas

As descrições de tarefas são a parte principal do TML e refletem um conjunto de tarefas relevantes de um APS específico. As descrições de tarefas incluem informações sobre a sintaxe, parâmetros e onde aplicável, vias e valores de parâmetros.

As descrições de tarefas são estruturadas como segue:

1.nome curto ou longo da tarefa, 2.texto de ajuda da tarefa (task helptext), 3.sintaxe da tarefa, 4.Informação dos parâmetros incluindo informações gerais e, onde aplicável, informação sobre os valores dos parâmetros e subparâmetros.

Sintaxe de entrada

Esta seção fornece uma visão geral dos formatos de entrada para as tarefas e sua sintaxe, que é representada na notação “Backus-Naur”:

Formato de entrada

Representação gráfica do parâmetro Comentário

DEMO= Parâmetro obrigatório [,DEMO=] Parâmetro opcional {,DEMO1=|, DEMO2=} Introduzir exatamente um parâmetro é obrigatório [{,DEMO1=|, DEMO2=}] Introduzir exatamente um parâmetro é opcional

Os diagramas de sintaxe contém links que permitem o acesso direto para as descrições individuais do parâmetro.

Observações para tarefas de MML específicas

As tarefas de MML que podem ser utilizadas para finalidades diferentes são divididas em diferentes formatos de entrada (vias ou paths). Isto se aplica, particularmente, em casos que a sintaxe mencionada acima não está habilitada a representar todas as de pendências entre os parâmetros, entre os parâmetros e valores de parâmetros ou entre os valores de parâmetros. Uma visão geral dos formatos de entrada são apresentados no início de cada descrição do comando.

Exemplo: a tarefa de MML tem as seguintes vias:

1. CR TEQ – ATCL ACCESS TEST CIRCUIT SUB LINE 2. CR TEQ – ATE AUTOMATIC TEST EQUIPMENT 3. CR TEQ – ATEMAN ATE FOR TESTING AND MEASURING 4. CR TEQ – ATESELF ATE FOR SELFTEST 5. CR TEQ – TEMLE TEST MODULE LEVEL 6. CR TEQ – TESTSET TEST SET 7. CR TEQ – RBSI RING BACK SERVICE INTEGRATED 8. CR TEQ – TLFI TRANSLATION SERVICE INTEGRATED 9. CR TEQ – ADDATE ADDITIONAL ATE PORT

As vias também contêm links que permitem o acesso direto às descrições de entrada individuais.

Parâmetros de Entrada

A descrição do parâmetro de entrada explica a sintaxe dos parâmetros individuais. Nos casos mais simples, os parâmetros são descritos pelos nomes curto ou longo e a faixa de valores possíveis. A faixa de valores do parâmetro pode ser uma faixa de números decimais ou pode ser definido como um conjunto de caracteres específicos, como mostrado abaixo:

Nomes simbólico Alfanuméricos: A...Z 0...9. + * % # Strings de texto Alfanuméricos: A...Z 0...9 . + * % # \< ( & ! $ ) ; - / , _ > ? : @ ' = \<enter> \<line feed>

As strings de texto devem estar entre aspas ("), e se uma aspa deve ser incluída no tex to, esta deve ser introduzida duas vezes (""). O tamanho máximo da string de texto, in cluído as aspas, é de 72 caracteres.

Exemplo:

PARDM1 PARAMETER DEMONSTRATION 1 = 5...8 caracters de um conjunto de caracteres de nome simbólico

Em certos casos, como sempre, abreviaturas mnemônicas devem ser introduzidas para um parâmetro. Estas abreviaturas são denominadas de ‘Identificadores’, que possuem nomes curto e longos e podem ter um texto de ajuda suplementar.


Exemplo:

PARD2 PARAMETER DEMONSTRATION 2 = IDF1 LONGNAME IDENTIFIER NO. 1 IDF2 LONGNAME IDENTIFIER NO. 2

Sob certas circunstâncias, um parâmetro pode ter até quatro subparâmetros. Estes subparâmetros são também denominados de ‘unidades de informação’ e devem ser se parados por um hífen. No TML, estas unidades de informação são simbolizadas pelas letras minúsculas a, b, c e d.

Exemplo:

PARD3 PARAMETER DEMONSTRATION 3 =a-b-c-d a:FIRST INFORMATION UNIT= 0...7, faixa de números decimais b:SECOND INFORMATION UNIT = etc.

Os parâmetros novo (n) e anterior (o) são também representados em letras minúsculas.

Exemplo:

DIGIT DIGITS = O parâmetro especifica os dígitos de prefixo para múltiplos testes. n/o n/ /o 1...8 número hexadecimal onde B é substituível por * e C é substituível por #

Neste caso, novo (n) e anterior (o) têm um significado muito geral.

Exemplo:

MOD TEQ: DIGITS= newvalue/oldvalue Modificar o valor de prefixo newva- lue/oldvalue MOD TEQ: DIGITS= newvalue/ Introduzir um novo dígito de prefixo MOD TEQ: DIGITS= /oldvalue Apagar o dígito de prefixo anterior

Valores padrão

Se a sintaxe permite a omissão de um parâmetro ou subparâmetro, a palavra chave ‘Default’ no texto de ajuda do parâmetro descreve como o sistema responderá. Os seguintes casos são possíveis:


1. Valor Default: \<value> \<value> é um valor de parâmetro dentro de uma faixa permitida que é automática mente utilizado se o parâmetro é omitido. 2. Comportamento Default: \<value> Os valores dados são adicionados ao valor padrão. Esta combinação indica que pode- se adicionar outros valores ao valor padrão. 3. Comportamento Default \<text> \<text> descreve o comportamento do sistema se o parâmetro é omitido. Esta opção é selecionada se não é possível especificar um valor padrão.

Exemplos: • parâmetro opcional DATE

• Seleção do parâmetro opcional para os comandos DISP e STAT.

• Controle do parâmetro opcional para os comandos CR, ENTR, CAN e MOD

• Controle do parâmetro opcional para os comandos ACT, DACT, DIAG e TEST

Manual de saída (OML)

Assim com o TML, o manual de saída (OML) também é gerado de acordo com versão e projeto específico e contém todas as saídas dos comandos aplicáveis ao projeto emquestão. O manual de saída (OML) descreve as saídas do sistema EWSD. As máscaras de sa- ída são organizadas em ordem numérica. Para cada máscara, o formato de saída é mostrado e os parâmetros são individualmente explicados. A tabela 2.8 mostra a estrutura do OML:


Tab chm2.JPG


A parte da tabela do manual de saída contém uma lista de referência organizada de acordo com:

–o número da máscara, levando a variante da mascara, grupo de mensagens e nomes de comando;

–grupo de mensagens, levando ao número da máscara, variante da máscara e o nome do comando.

Exemplos de Comandos da EWSD

Lista abaixo comandos mais utilizados no dia-dia de um técnico em manutenção em EWSD:

DISPALARM; - (LISTA TODAS AS FALHAS PRESENTES NA CENTRAL)

DISPC7LINK:LSNAM=X; - (LISTA OS PRICIPAIS LINK´S DA CENTRAL E SEUS ESTADOS)

STATDIU:LTG=X-X,DIU=X; - (LISTA A REFERENTE LTG E SUAS DIU´S E SEUS ESTADOS)

STATDLUMOD:DLU=XXX,MOD=X-X; - (LISTA AS PLACAS QUE SAO CONTROLADAS PELA DLU E O ESTADO QUE SE ENCONTRA)

EWSD1.JPG

EWSD2.JPG

EWSD3.JPG

FONTES